| Bruno Calil |
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A população está sempre à mercê das vaidades e vontades de maus políticos!
(Bruno Calil Fonseca)
Poderíamos com toda certeza afirmar, que as comunidades menores tem
menos inteligência! Os profissionais liberais! Os comerciantes e os prestadores
de serviços.
Os neófitos prefeitos e vitoriosos do último três de outubro
já estão compromissando com profissionais de centros maiores, quiçá
pela oportunidade de abandonar o povo de sua terra comandado por quatro anos.
A assessoria jurídica normalmente é contratada longe dos pobres
eleitores e por meros desconhecidos da comunidade, a contabilidade é feita
de pessoas desconhecidas da cidade e com a falsa afirmação, que
esta é muito complicada! As compras de bens de consumo são feitas
longe e por comerciantes, que jamais recolheram impostos no município ora
cliente!
Por muita das vezes passa desapercebido do Ministério Público, OAB,
Câmara de Vereadores, CDL e outras entidades. Temos de averiguar a sede
indomável pela aquisição de bens, produtos e serviços
em outras cidades. Fica a indagação! Porque deixar de comprar em
nossa própria cidade? Temos de ter uma resposta plausível. A campanha
acabou e não existem mais adversários políticos e sim munícipes.
Entendo, pois, então que devemos unir a comunidade e entidades, para um
pensamento reflexivo e voltado ao bairrismo. Seria o grito de independência
e de inteligência. Um basta ao oportunismo.
Buscar através da Câmara de Vereadores e Ministério Público
conhecer os contratos de prestações de serviços e acompanhar
as compras alhures. Seria de bom alvitre a participação efetiva
do CDL para, que pudesse verificar os valores das notas fiscais e comparar preços
e serviços da nossa cidade, com o que foi comprado ou contratado.
Vou mais adiante, que uma ONG seria interessante e bancada pelo comércio
local e profissionais liberais, com o fim de fiscalizar as ações
exasperadas do chefe do executivo, auxiliando a Câmara de Vereadores e dando-lhe
o respaldo necessário para fiscalizar e acionar o Ministério Público
se necessário.
Em todas campanhas eleitorais os políticos fazem pesquisas para saber das
necessidades de seu povo. Em primeiro lugar geralmente: emprego, saúde,
escola, iluminação pública e outras necessidades. Deste afã
popular o político promete emprego a todos. Geração de milhares
de empregos. Industrializar o município é o ápice do discurso.
Aumentar a renda do município é difícil. Gastar menos é
mais difícil. Cumprir promessas de empregos e outros favores chega dar
náuseas!
Se a prefeitura comprasse em seu próprio município e contratasse
profissionais liberais bem como: médicos, advogados, contadores, cirurgiões-dentistas,
agrônomos, jornalistas, etc já estaria distribuindo riquezas ao seu
povo. Não estaria dando vazão de recursos públicos para outras
plagas. Estaria no mínimo criando empregos pela iniciativa privada. Estaria
em um processo transparente. Estaria toda comunidade beneficiada. O que não
entendemos é porque não usar dos recursos de nossa própria
terra. Aquele ditado popular aqui funciona: Santo de casa não faz milagres.
Ademais não importa de quem comprar! Desde que seja o estabelecimento comercial
recolhedor de impostos na própria cidade. Os ânimos e o calor político
estaria de bandeira branca. Os ânimos só seriam acalorados no próximo
pleito. O chefe do executivo estaria apenas cumprindo o seu papel pelo qual foi
eleito. Administrar com dedicação o bem público. Distribuir
riquezas em um esforço contínuo de trazer o bem estar e qualidade
de vida ao nosso povo.
Deixar a vaidade para frente de seu espelho! Cumprir as promessas de campanha.
Proteger as crianças os idosos e os mais necessitados. É uma obrigação
do chefe do executivo dar cidadania e melhor qualidade de vida aos mais carentes.
Diminuir as desigualdades. Administrar sob a batuta da sociedade e de seus anseios
primordiais. É necessário toda esta maestria para ser então
o chefe do executivo o verdadeiro estadista. É o que merecemos!
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