|
"Ponto de vista da vida de Paulo Freitas"
Olho para a vida e o que vejo?
Vejo tudo e não vejo nada,
Vejo o principio e anseio pelo fim,
Vejo um homem que foge é realidade.
Vejo uma criança que chora,a dor da humanidade.
Um Mundo que gira,gira,gira,
Gira e vai girando na cabeça de cada um de nós,
E só o fim da manência o pode deter.
De quando em vez uma vida nos obriga,
A viver um destino fatidico,
Cheio de morte ,guerra e tristeza.
Por vezes chego a pensar qual de nós é o mais cego,
Se o que mata , se o que manda matar!
"Marência"
Porque será? Este desejo de fugir?
Se o céu é azul e trás o perfume teu?
Desejo de ir aonde árvores não há,
O lugar onde os passaros que cantam não os ouço.
Este desejo,
Esta pressa,
Este sentimento de ardença,
Uma vontade incoerente,
De estar perto de alguem ,longe de toda a gente.
Aqueles passaros ignorados....ah não quero vê los!!!
Já sei como são,
Não têem nada de diferente,
A não ser o modo como não olham para toda a gente.
Porque será então?
Porque será esta ilusão?
De uma coisa que não se vê
Mas que de certo não há?
Não sei,não sei mesmo,
Ah mas como é tão bom ir para lá!!
"As aulas"
Mais um sol de particula separada,
Sinto o quando me levanto,
Sentimento tão esquesito,
Dificil de analisar,
Solução que acaba em grito,
Mas que temos de abafar.!
|