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Riu, choro, salto e deito
Não sei explicar isto, dentro do meu peito
Caminho, corro, falo e grito
Sei que és tu o meu mito
Não quero saber, saber, saber...
Poderás ser tu a razão do meu ser!
Lágrimas de alegria,
tudo o que posso fazer por ti é morrer.
Como posso eu teu escravo?
Sinto orgulho de o ser..
Poderás ser tu a rapariga mais bela do mundo!
Bela, bela, bela...
Serás tu a razão da minha existência,
Olho para o mar, amar, amar, amar...
Se a morte te batesse à porta, tu deixava-la entrar?
-Deixava, sim...
Porquê?
-Porque o amor não está na minha vida, a vida não vale
nada sem o amor...
Mas o que tu sentes é amor, não é?
-O que eu sinto é a razão de viver de alguém que não
sou eu, o amor é esse
alguém sem o qual a vida não vale nada.
-Morte, podes entrar!...
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