A Garganta da Serpente

Luiz Reis

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EMBASBACADO SEMPRE
NOS ESCRITORES QUE
LIMITES CHEGARAM
IMENSIDÕES EXPLORAM
EXPLODIR ESTILHAÇOS
CAUSAR ESPANTO
ELÉTRICOS CORROEM DETRITOS
DO VERSO DA PROSA DE SER
E FORAM RUAS ADENTRO
FAZENDO CONCLUIOS SAGRADOS COM A VIDA
MEU AMOR DE OLHOS VIDRADOS
SETA FLAMEJAR
PARA OS BÊBADOS
SOLITÁRIOS OU
MULTIDÃO DE AMIGOS
PARA AQUELES QUE AMARAM TODOS
AO MÁXIMO
OU OS INCOMUNICÁVEIS
CÁPSULAS EM SI MESMOS
ADIÇÃO DE EXTREMOS
CONVIVE PÍNCARO
IMAGENS DOS QUE FORAM MAIS
FEBRE SENSITIVA
QUE FOCA ENVOLVER
DO DELÍRIO
RETORCE
CAMINHOS ABORTADOS
CEDO DEMAIS
LÓGICA IMPLACÁVEL EM ABSURDOS
SUSTÊM
EM QUE CONVIVO
EM QUE ESCAVO
NOVOS RUMOS NA CIDADE DETERMINADA
NO COTIDIANO DIFAMANTE
NA HIPOCRISIA CAVALGAR
E NO ABRAÇO SER
OUTRO

CONHECER UM NOVO POETA
É ADENTRAR TUMBAS LACRADAS
CIDADES SUBMERSAS
UNIVERSOS INÓSPITOS
EM AVENTURAS ULULANTES
TEMPERATURAS ELEVADAS
CÉREBROS EBULIÇÃO
NOVAS DIMENÇÕES
RIOS INCANDECENTES
DA ESCRITA
DESTILA
CONSTELAÇÕES


(Luiz Reis)


voltar última atualização: 10/05/2017
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