A Garganta da Serpente
ajuda
 
 
  versão para impressãorecomende esta página
Leila Barreto
saiba mais sobre o autor


Covarde

Sou covarde, sim covarde
Por naquele momento
Em que me maltratou
Eu não ter dito que era o fim

Sou covarde por tantas vezes
Que chorei por medo de terminar
Algo já tinha acabado

Sou covarde por cada vez
Que me disseste que amava-me acreditei
Acreditei por medo...
Medo de olhar seus gestos e perceber a verdade

Sou covarde, covarde sim
Por cada vez que me tocava e não resistia
A teus beijos

Sou covarde pois acreditei
No que teus lábios me diziam
e não enxerguei o que teu coração me mostrava

Queria ser corajosa em dizer-te agora:
Adeus, some, não preciso de ti, não quero mais te ver!
Mas não posso
Porque sou covarde
e só posso dizer...
Eu te amo...

392 visitas desde 12/12/2005
  menu   novidades nossos números ajuda
  a b c d e f g
h i j k l m n
  o p q r s t u
    v w   x y z

Legenda dos ícones:
  novo autor / novo poema
  autor atualizado
  autor em domínio público
  autor falecido
  trabalho premiado

última atualização: 01.12.08
1924 poetas hospedados

Esta seção está sofrendo ajustes para ampliar o espaço de poemas por autor. Por isto, você encontrará páginas no novo formato e páginas modelo antigo. Contamos com sua compreensão e pedimos desculpas pelos transtornos.

Copyright © 1999-2008 A Garganta da Serpente
Direitos reservados aos autores  •  Termos e condições  •  Fale Conosco www.gargantadaserpente.com