A Garganta da Serpente
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José Alberto Mensageiro
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PÃO

Pão
fecunda emoção
nascido da terra.
De profundas mãos
Que semearam o trigo.

Pão
calor de amigo
furto de razão
que o homem faz escondido.

Pão
essa lição eterna
que na noite hiberna
e amanhece quentinho
na mesa da vida.

 

 

PAN

Pan
emoción fecunda
nacido de la tierra.
De profundas manos
Que sembraron el trigo.

Pan
calor amigo
arrobo de razón
que el hombre hace escondido.

Pan
Esa lección eterna
que en la noche hiberna
y amanece calientito
en la mesa de la vida.

 

 

PAIN

Pain
émotion féconde
née de la terre.
Des mains largues
qui sèment le blé.

Pain
chaleur de l'ami,
larcin raisonnable
que l'homme commet en cachette.

Pain
leçon éternelle
dans la nuit froide et
à l'aurore un peu plus dovillette,
une table de vie.

(Poesia do Livro APARENTE VERDADE.
Tradução em espanhol pelo autor.
Tradução para o francês por Jean Paul Mestas)

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última atualização: 01.12.08
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