A Garganta da Serpente
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Jorge Poeta
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Canção

Uma lágrima derramada
Juntou-se aos prantos
Formando esta pequena canção
Cantada por jograis

No mar de dor
Jardim sem cor
Algo lá caiu...
Sumiu. Para sempre.
Não se pode hesitar

Uma cantiga de saudade
Canto para você
Que eternamente:
Alma é!
Canção se foi.

 

 

Faço Poemas

Faço poemas
Como quem vive
Em anistia!

 

 

A Rua Em Que Você Mora

Caminho por ruas diversas
Emudecidas e solitárias,
Mas sempre vejo o amor
Em frente a sua casa

E nas calçadas
Flutuando eu vou,
Pois estou...
Na rua em que você mora.

 

 

Maldição Abençoada

Não quero ver a luz do dia
Nem o que acontece lá fora,
Não quero me importar com nada
Nem com esta maldição que fui abençoado:
Meus poemas.

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última atualização: 01.12.08
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