A Garganta da Serpente
Ouroboros poemas sem fim
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A PROCURA


Percorro seus olhos
(mais uma vez)
à procura de mim
e eles...canibais, me olham, me devoram na louca vontade de me possuir...

E me possuindo...
Me consomem,pela louca vontade de me devorar

O gosto é amargo,eu sei...
Doces lágrimas amargam os lábios de quem não ama...
Se você com você,sonhei...
Mas você nunca vem quando minha alma te chama...


amor imbecil...
parece maravilha...
vc faz muxoxo, paixao desperdiçada...
meu corpo esta gasto, o seu esta pra alugar...nao ha mais nada o que fazer...
pra quem é como eu e como vc...

Então...
eu procuro pele
tudo que se repele...
eu vasculho o meu medo, qualquer receio
que esteja ainda pendente em meu caminho!
eu procuro o seu ninho, uma nota do seu amor..
e percebo que a canção ultrapassada
não faz mais partes das minhas noites e madrugadas...
então...
eu procuro o meu tédio
qualquer remédio para curar a minha dor..
procuro um novo amor!

E na busca incessante
e nada errante
daquilo que não busco...
deparo com o que desejo...
não faz parte de mim,
nem me olha nos olhos...
é a ponte entre o que sou,
e o que queria ser,
é a ponte entre o fim...
...e o morrer...




É onde encontro o q procurava , mas ñ sabia .
Me faço de louca pra disfarssar
Aprocura é cega e fria...
Ñ quero enxergar

Vejo q aprocura me levou p longe do meu objetivo,
P tão perto do meu nais louco inimigo: EU!

Dou a volta e sigo
Hei de encontrar c alguém q não seja comigo.

Pois bem sei q ñ me basto
E já conheço esse

Encontrei a procura e os teus braços de passados recolheram-me
Perdi a procura nos teus lábios de antepasados que não vi
E agora fico nesta solidão a desejar o encontro

Encontrei a procura nos teus braços de passados que me recolheram
Procurei-te e quis encontrar-te para me perder neste absurdo de escolha sem opção...
Nem sei sequer se vivi algum momento sem que fosse o nosso
E no entanto perdi-te agora mesmo
Quando a opção ficou sem escolha....

Sem escolha do que vi...sem escolha...
...parti...
tentei encontrar alguma indicação no deserto de chuva seca...
tentei mergulhado no meu oceano encontrar as tabuletas agrafadas com o teu nome...
nada!!!
não se avista viva alma nem sombra morta...busco...busco e...
era tão simples como bater à tua porta!?
falta-me a coragem para admitir o contragosto do teu amor,
falta-me coragem para aceitar que te perdi...
faltas-me tu e não te encontro...
falta-me o meu parente parónimo...
que está aqui tão próximo!
tenho medo confesso...
tenho medo de me encontrar confesso...
tenho muito medo...de me procurar confesso...
...e assim me despeço...

Tudo para ti

Quando você sentir vontade de chorar, não chore.
Pode me chamar que eu choro por você.
Quando você sentir vontade de sorrir, me avise
Que venho para nós dois sorrirmos juntos.
Quando você sentir vontade de amar, me chame,
Que eu venho amar você.
Quando você sentir que tudo está acabado, me chame,
Que eu venho lhe ajudar a reconstruir.
Quando você achar que o mundo é pequeno
demais para suas tristezas,
Me chame, que eu faço ele pequeno para sua felicidade.
Quando você precisar de uma mão,
Me chame, que a minha é sempre sua.
Quando você precisar de companhia,
naqueles dias nublados e tristes,
Ou nos dias ensolarados, eu venho, venho sim.
Quando você estiver precisando
ouvir alguém dizer: Eu te amo!
Me CHAME que eu digo a você a todo hora.
Pois o meu amor é imenso.
E quando você não precisar mais de mim, me avise,
Que simplesmente irei embora, orando por você.....



Escrevi pois estava com saudades de você
- escrevi para matar saudades -

Mas não mato mais minhas saudades.
Deixo viver as saudades.
E se morrer de saudades,
é esta a mais bela das mortes...
Porque saudade é amor na ausência
E amor de presença eterna...

O nosso amor é suicida
só tem procura, saudade.
O que procura possuir, possesso,
E não se encontra debaixo dos escombros
Não tem ombros pra dar ou chorar.
Nem cheiro: só querer,
Procura, penumbra.

O amor se mata, se torna pouco, pequeno:
longe e agudo como a saudade

É como um louco
que busca a lua, apaixonado
e só a encontra
Morto:

gélido, imóvel
fadado ao que desejou.
Branco, puro, inerte...
Estúpido, entupido de flores, cafajeste

Não é a força do meu braço esquerdo
A capaz de te levantar flores agora.
O luto, depois,
terá pétalas fininhas, mais leves,
próprias à minhas mãos.

Minhas mãos, agora,
se ocupam de ausência,
Meu corpo de calafrios,
Meu vinho borbulha avinagrado,
Minha cama cheia de vazios,
Meu peito cheio de amor...
Minha cabeça só, cheia de você,
‘e você só de mim’



Solidão nas escuras voltas do meu eu
Sigo te procurando e ñ te encontro
Será q deveria procurar-te dentro de mim?
Sim, pois se ñ estas sinto falta de mim mesmo
Como pode?
Acho q fui longe demais...
Misturei minha alma a tua essencia e agora ñ consigo mais destilà-las
Quanto mais fujo de ti, mais me encontro contigo em mim
Confuso, diria até perigoso.
Pensei melhor :
E se matasse a ti? Morreria uma parte de mim ,
mas a outra sobreviveria, estaria enfim livre desta agonia
Há um risco entretanto
Eu matar a parte errada e morrer em teu lugar
E tu sem mim?
O q serias?
Apenas tu, creio eu.
Melhor continuar comigo, e assim me mantenho -me contigo
Já q ñ tenho nenhuma segurança de q
eu estou em ti como tu estas em mim
Aceito qualquer tipo de punição p tão louco amor
Menos o suicídio

vou à procura de Deus, do fim do universo
do ponto mais profundo do oceano
ou de um lugar improvável, ainda não descoberto

posso ir em busca do Céu, ou até do inferno

(só não vou à procura de mim, que isso é longe demais)

Pois essa procura é dificil....
Muitas vezes amaraga..... muitas vezes fria...Tão escura q pode ser....
Essa procura de vida.

Mas tantas vezes brilhante....... por caminhos seguros....aquecidos pelo sol de dia.... confortados pela Lua de noite...... sentindo o berburinho da floresta....

Nunca me vou encontrar... mas vale a pena procurar. explorar e evoluir.... viver e sentir!!

Pena GONÇALO DE SOUSA que o teu e-mail não esteja correcto, porque te queria daros parabens

Andei vidas te buscando, e foi nesta busca que me perdi pois não te encontrei... Te busquei em cada cantinho, no caminho... no carinho...não te encontrei! Te busquei na alegria, na tristeza...na presença, na saudade não te encontrei...Me perdi e cansei de te buscar, e me fechei em mim... ai que te encontrei pois você estava dentro de mim!!!!

Rasguei a tua lembrança com unhas de sonho
Deixei-me esvair em recordações inúteis
Anémica procurei-te entre o frio dos lençóis
Restava apenas a memória do teu último olhar

Mesmo que não mais te veja, virás sempre comigo.
Ainda que na minha memória tudo se desvaneça,
Os meus olhos, a procurar, descem às mãos,
Aí permanece a curva do teu ombro.

Continuarei de forma diferenciada... porque não procuro o dia... procuro a madrugada!!!
Continuarei apenas um instante
onde possa ser amante dos mortais terrenos
Entre os terrenos abandonados na minha rua...
Estradas que saio a procura
de espaço...
de abraço...
de adeus!!!
Naõ que pareça loucura, a minha grande aventura é crer ainda
em algo que passa tocar levemente
pelo menos neste instante sagrado de emoções
Pelo menos entre as árvores , mares e constelações....
Percorro apenas ondas esquecidas entre manhãs adversas
recuo, neste escuro morbito das palavras...
Terei que anunciar em noticiários regionais....naturais as falas que perdem o sentido completo
Amor eu não espero mais...... eu não quero mais.... eu não posso mais.... e como relatar isso, que absurdo... ainda lhe procuro mesmo desejando dizer adeus....

Entre os sorrisos sintéticos dos dias despejo gestos
Antevejo as partidas e não sei escollher a procura
Riem alheias as crianças e brincam também
Apesar de atormentadas as crianças brincam sempre
Maneira tão divina de estancar a dor.
No faz de conta são sempre os heróis,
reis e rainhas, fadas e gnomos,
Mas sempre vitoriosos, saindo sempre em glória na luta contra o Mal.
Tantos tratados de filosofia, tantas pesquisas sociais,
Tanto que se diz e se escreve sobre como viver,
E por entre adjectivos magníficos,
Descobertas ciêntificas brilhantes,
Frases poéticas douradas e grandiosas,
Por entre tanta sabedoria,
Provavelmente escapa-se-nos uma das maiores e mais simples respostas de todo o Universo:

Apesar de tudo as crianças continuam a brincar


Procuro um teu olhar e não o encontro
Estendo a mão para ti e não te sinto
Surpreso de não te ver, em pleno dia
Como se o claro éter fosse como a treva
E a floresta de pedra uma água escura
Ocultando-te dos meus sentidos

Não estás nos lugares onde te sopunha
Nem entre a folhagem perfumada dos jardins
Ou nas arribas onde o mar abraça a terra
Como se fosses apenas um dor que eu tivesse

Eis que me olho, recordando a ferida
Finalmente te encontro, no meu peito!

Procura.


Procuro um corpo, uma alma
Na vontade de encontrar-te :
Vício de desejar-te...
Sempre incompleto em pensamento

Procuro a luxúria dos teus atos
Que se encontram em meus devaneios
Sobrevivendo de relatos
De um ser que ainda não veio

Procuro a ordem inversa
O ódio apaixonado pelo desprezo da paixão
Que despedaça, dispersa
Instiga ao desanimo da solidão

Procuro a indescritível dor
Da falta de um amor
Sofrendo por opção
Mas dando atividade ao coração

Procuro a prática da atividade
Chorando ou sorrindo
Ainda que não vivendo
Procurando-me para continuar indo...



Será que existe sentido na minha procura pelo sentido?

E teu beijo larva ardente a percorrer meu corpo, deixando minha alma em brasa, jogada no centro de um vulcão...

Quero conhecer-te.
Ó ser misterioso que sempre se escondes.
Aonde faz morada?
Mostra-me teu poder e tua força.
Não me abandones a minha própria sorte.
Quero decifrar teus segredos.
Anseio tanto despertar seus dons.
Por que não te revelas a mim?
Pois próximo já se faz o fim.
Meu corpo jaz decrépito.
Ninguém mais me dá crédito.
O que faço?
Para onde vou?
Estou perdido neste labirinto inconsciente.
Nesta eterna busca
deste ser onipotente.

você e uma rosa que na ceu no meu jardim poriso que sem pre vou ti fazer feli feli e esta au seu lado poriso eu tetigo morrerei au seu lado

Proucuro-te na escuridão do meu ser,
que no infinito passa com o tempo e a descoberta que ele me traz dia após dia, não é mais do que a sensação de que nunca te vou encontrar, Amor...

E há o momento em que a procura
se faz carne.
Assim pálida solene chega a rubra
se faz sangue.

Sensação impura é o que se reflete neste estado de graça e desgraça e ânsia e minha.
Minha por não ser tua
de carne e sangue e procura e rimas nuas.

Oie!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Estás Bem!!!!!!!

Sds.
Giovame,

Procuro um sorriso, rindo da cara do absurdo
Busco uma tentativa
Para sorrir outra vez
Até que a procura acabe!

Minha procura continua
sob a luz refletida da lua.
Lembro deste amor
que por ventura aquieto.
Que me faz sofrer
por não poder estar perto.
Ou talvez possa?
O que me impede?
A não ser esse apego ao passado.
A amarga sensação,
de estar aprisionado.
Quando caíra esta mascara?
Posso enganar,
ou pelo menos tentar;
enganar os outros.
Talvez esteja sendo um pouco radical.
Mas não posso enganar a mim mesmo.



Me enganado com minhas mentiras fajutas
sempre cheio de esperanca de um dia conquistar, ela sempre me mandando para o quinto dos infernos
inferno que ja experimentei
varias vezes sofrendo por ela


Nada existe
mas nesse nada agora estou
sigo meu sangue desde meus antepassados
loucos
não posso
encontrar
ou fico
louco
também
o luso
anormal
que açoita
o negro
até a morte
a índia pura
e dura
como
a mãe
natureza
desço
as escadas rastejando
ao porão
busco
na solidão
o meu ser
múltiplo
volto
sujo
de sangue
de tanto
sangue
que é
a minha
herança

cada um encontra
aquilo que procura
herda o que merece
e lhe coube em sorte:
promessa de vida
ou então a morte
ser um astrolábio
ou ser um chicote
um índio amante
da folhagem espessa
ou um canibal
na sua crueza

escolherás somente
aquilo que quiseres:
dos antepassados
traz o que souberes
a força do índio,
a visão do luso
leva no teu sangue
'té à Nova Era
a Herança é tua!




Procuro teus olhos e temo. Tremo. Paraliso.
Procuro incessantemente.
Já não me interessa encontrá-los.
No fundo, morro de pavor que teus olhos não iluminem-se nos meus. Uma vingança realista a minha farsa cotidiana.
(Maria)

Procuro em teus olhos, espelho.
Procuro em ti um pouco de mim.
Anseio por luz em meus olhos.
Anseio por ti em todo meu Ser e meu Corpo.

Procuro por um sorriso teu entre ondas do mar que me teimam em arrastar e separar de ti. procuro um olhar doce entre as mais altas e rudes montanhas que estorvam o meu Ser. Procuro os teus cabelos nas planícies verdejantes além do que é real.
procuro por ti em sonhos...porque controlo os meus sonhos....e posso ser feliz mas a Vida não é assim.
e por isso não sei para que é que busco a felicidade se ela não existe.
para quê insistir numa busca interminável,infinita?

E não se cansa você de procurar
E não é suficiente o que lhe cabe
Torpe ambição da alma humana
Se vazia, abraça o mundo
Se cheia, se esvazia...

sintoma sutil
da paranóia vil
como meus cabelos
insanos
meus olhos
estatelados
meus pesadelos.

sufoca
é fundo do mar
e não acho
não acho
acho

que o que não é
é o que não se pode achar
pro
cura
se a cura
não vier

já é pós cura
desordem sem cultura
procurar tanto
tal vil loucura
superficialmente profunda

Procura? Mas o que é Procura?

Será esta mão rígida, hirta, sem vida que me segura ao cais?
Se´ra esra insónia permanente durante as noites em que se dorme?
Será este vazio entre o Todo Absoluto que queima em cada minuto?

Que é Procura?
Será ficarmos alheios a tudo o que damos atençãp?
Ou será a estranha mania de ficar quando se quer partir?

O que é Procura?

Eu sei o que é Procura:
Tu, aí
Eu sem mãos para me levarem até ti...

Canção do encontro de Fabiola

Dafne, coxas em casca,
"estende as mãos de folhas de mim,"-
subjetivamente. Na ante-sala
de Lady Valentine
Aguardo as ordens de cetim,

Não sei eu te busco na manhã iluminada
ou você me buscava quando eu me achava
me encontrava perdido
sei que os dois, eu e você estamos à procura
deste algo perdido de nós

à procura do verso perfeito
de dois fatos coincidência
da estrofe após a reticência
(w?)

Após a reticência, a estrofe que procuras ... e ofereço-te meus versos, não perfeitos como queres, mas sentidos. Não são fatos coincidentes, são versos carentes e de amor, que a solidão me trouxe por não te-lo aqui, por não te-lo meu ...
(Lakshmy)

Onde está aquele sorriso maroto? Aquele rosto veludado, macio e cheiroso? A magia do amor ainda há, mas onde está a intensidade?

A intensidade do amor perdeu-se em meio a ganâcia pelo inalcançavel. A intensidade anda ali, junto com a minha esperança, de que um dia saias deste refúgio frio e árido, onde preferes estar do que a meu lado. Do meu lado podes não estar, mas como diria o incontestável poeta, podes até não estar ao meu lado, mas daqui de dentro de mim, não tens como escapar, nem que eu mesmo o queira.

Eu procuro aquilo que não quero encontrar
Suspiro por alguém que não vai me amar
Mastigo o banquete que me deixará doente
Bebo o drink que me fará sóbrio
Procurar o que
Se as más escolhas já foram feitas?

ando por esse mundo à procura do amor perfeito,da paz interior, do verdadeiro Amor que só existe realmente no mundo inteligível de Platão
deveria então desisitir de procurar?
ou como todos os outros devo fingir que amo e fingir ser amado?
(dred)

Procuro meu espelho, meus sentidos, meu faro...Minha voz em alguma palavra que possa ser escrita, entendida. Meus versos sem rimas pobres, como pobres são os corações deste século. Procuro não uma alma, mas um sentido linguístico de estar, poder ser e quando quiser, não mais estar...Procuro...

E a cada olhar teu, coms se jamais eu fosse vista por alguem...
Eu deliro e escondo
tudo o que tenho vontade de ser
tua musa, tua dona,
teu mais novo vício...

Os pensamentos correm e correm
e o trabalho..
ah! este nem sai do lugar
nao consigo pensar mais nada
quando em ti minhas idéias param
vejo nossos corpos ali abraçados
e nada sai do lugar!
(Val)

Há tempos que isso nao acontece
"é amor juvenil, é amor passageiro!"
Que nada! Nem amor é...
É algo que devora tudo de mais sólido que há
Estás do outro lado de um espelho
Embora estejas ao meu lado o dia inteiro
E o que eu faço?
Continuo a sonhar...
(Val)

pois passei por ti.
Tremi, perdi a voz.
Pois em dias do passado,
eu e tú fomos nós...

nada e amor, nada de sonho, queres que eu ame, o passado ja falou, por ti faço tudo, ando e desafio o mal se for preciso, mais amor, tristes dias que perdi pensando em ter vc para mim, feliz dia que disse... Te Amo...
pois so isto que ...
gostaria que tivesses me dado...
Amor...eterno amor

Eis a minha demanda:
Dentro do meu peito a fonte da vida
Que me faça perceber porque sou eterno
E para quê uma eternidade pontuada com dor e parto...
E se cada mulher que amei em minhas vidas
É só uma ou várias
E quantas vezes te encontrei no universo

(E este que sou quantas vezes o fui?)

Deus, quanto te devo amar ainda
Para poder ver a Tua face?

(E no entanto quanto amor e quanta raiva
Podem caber num coração humano

Quanto de Deus em nós...)

Eis a minha busca:
Reencontrar quantos pássaros
As minhas mãos
houveram

E os milhafres carniçeiros
Do meu corpo...

(Porque um dia houve uma chama
Nos meus membros
Que as lágrimas não apagavam
Nem o ar à volta escurecia
E toda a terra floria
Assim que eu a pisava
Floria em pedra que erguia
Os ramos à noite estrelada )

No fundo da Alma há um espelho
Que é todo feito de prata
Não fixes o olhar nele
Que com teus olhos te mata!

Que procuro?
Eis o que procuro:
O segredo de um sono tranquilo
Como se fosse de morte
Como se eu fosse o único
Agente da minha sorte!
E pudesse assim dormir
Sem me dar o vento norte
Sem me esquecer de quem sou
Nem me lembrar de ninguém

(Corria junto de mim
Um regato do além
Por entre as pedras cantando
Não me lembro que cantar
Mas era o cantar de alguém
Que parecia estar rezando
- Vinha da banda de além
A madrugada chegando)

Que busco eu?
- Não importa
Antes fazer o caminho
Serenas Alma e Razão
O que quer que venho buscando
Logo reconhecerei
Assim que o encontrar!


Retratos da vida,
so com vc, poemas da vida , se vc estiver ouvindo,
tudo quero, tupo posso com vc por perto , tem amor e ...
E sempre sera fonte de inspiraçao para meu amor...

Inspiração, eu procurei e não me bastou o olhar....
Palavras, não as vi, porque não me era suficiente lágrimas a conversar...
Pele, eu sei que procurei, e por tanto me tatuar, quero encontrar uma porção que possa me apagar...

Porção da vida assim é o amor que procuro
Não sei se no escuro, mas sei que num breve futuro.

procuro um amor simplesmente um amor, q seja exatamente do tamanho do meu

porquê? procurar já foi encontrado. Existe desde as primícias dos tempos, o que nós devemos é calar, e saber reajir em conformidade. Se procuro porque sei que procuro? No nada obtuso torna-se visível o seu tacto, mas não o procuro. A manhã é, não porque a tenha procurado, mas porque está. E eu sou o nada dentro dela, por isso sei. Outro significado que se lhe queira dar, é pôr-lhe um fato ocioso. Águas, olhos, são de agora e de sempre... Imaginar que procuro é uma forma de me sentir vivo, com morte anunciada.

no entanto se houver lamento no procurar, eis a minha ambiguidade:

Ah, tenho tantos,
dentro de mim,
que no fim
pesa-me ser eu.

Ah, despir-me de tudo!

Não ser mais do que a brisa,
no seu sentido
livre e mudo.

Mas se me bebo,
e me embriago
no achar-me sentido,
então o que bebo
está estragado,
e o copo partido.

partido em mil pedaços me vejo em dois.
vejo-me incompleto. o quero de mim é o que não sou de mim.
o que tenho de mim é o que não quero.
sinto-me assim: torto, anjo, semi-satisfeito.

Nada, é o quanto anseio procurar.

No mais além, indistinto,
saberei firmar.

No cotovelo das coisas,
As janelas são anteriores, ao tudo em nós.

Achar-lhes uma fixação, no exposto dos olhos,
E deixá-las entrar.

Soberana palavra "amor", loucos amam,
tente interpretar o amor de nada vale se vc não saber sentir,
Amar verdade de palavra, louco sera o Homem que nunca amar,
pedaços se desfazem quando não ama...
Verdade se revela Quando vc é louco o bastante para Amar.

Nhoc... Nhoc... Nhoc... Está aí alguém???
E um silêncio se prolonga,
na multiplicação das portas,
diflui nas janelas...

A procura faz-se ao ritmo da necessidade


Olhos procuram olhos.
No instante breve
se desfazem.
Trocam de lugar por breves instantes.
Possuem a intenção de dar.
O que aos olhos sobejar.

Por mais que a procura seja sustentada,
seus objectivos definidos,
no horizonte dos olhos,
chegando lá,
acharás quasi nada,
princípio do fim,
ou escolhos...

sigo seu olhar feito perdido, sou um ser desconhecido, a procura desse amor,que se esconde alem do infinito.
sempre irei procurar por esse amor porque ele me deixa louco aonde quer que vou.
o amor, se tornou camada de vitalidade em meu ser.

Aonde quer que eu vá estarei sempre esperando esta garganta , que me queima por dentro!

longamente me procuro na praia erma
e nem mesmo sei se é madrugada ou se anoitece

tanto me busco e não me encontro...
que importa?

nos haustos que respiro quanta maresia!

Percorro seus olhos
depois vou me deitar

Engasgado com uma palavra qualquer
Riscando as paredes com as unhas
e arrastando meus pés pesados

A face do teto
a mais conhecida de nós dois
Enrruga-se novamente de frio

Percorro seus olho
mas eles apenas engenham
desconvites infinitos



ONDE ESTA ESSA MULHER?
Marcial Salaverry

Essa é a mulher que procuro,
de sua busca nunca descuro...
De sentir um amor puro e total ser capaz,
conseguir trazer para minh'alma essa paz...
Onde está essa maravilhosa mulher?
Vou buscá-la onde ela estiver...
Cubrirei seu corpo de carinhos,
Dar-lhe-ei todos os beijinhos
que meus lábios suportarem...
Diga-me... onde ela está?
Diga-lhe que venha agora... já.
Diga-lhe que não demore...
e ainda que lhe implore...
Mas que venha imediatamente,
Se vier, farei com nunca lamente...
Farei dela UMA MULHER FELIZ...

Que venha essa mulher
Essa mulher que procuro
Enlouquecida
Saída do tronco
ou da bastilha
Cheirando à detergente
Cheirando a Pinho Sol
Que traga as quatro pedras
e à espuma nos lábios
Que venha cheia de direitos
Que venha arrastando
um caminhão de razão
E se ousares ameaçar-me
na minha figura de
macho dominante
chamarei minha mãe

O desejo faz com que as pessoas se sintam excluídas da humanidade.
(Alguém)

a procurar andamos sempre tudo
em toda a parte todos desde sempre
pois toda a vida nossa é só caminho
e não há caminhantes sem demanda

em busca de um Graal assim andamos
numa procura que além de meio
é também fim
e o tempo vai passando
erodindo a pele
como o vento à areia

e a estrada que trilhamos é tão longa
que nem mesmo na morte tem seu fim

e o fim que buscamos, esse
floreado, verdejante, iridescente,
às margens do que enfeia ou apodrece,
nos mantêm na busca insana:
à procura do bom, do belo, do perfeito,
quando somos nós a perfeição da busca,
enquanto temos em nós o moto contínuo da espera.

Perco horas com a janela
procurando um novo martelo
que desarque minha coluna
Que solte os pregos dos pés
acerte o prumo da visão
e rompa o revés piso do chão
Alço guinchos abro mãos
armo propulsão
1 2 3...
Catapulto-me!
Vôo incompetente
subo e caio repetidamente
Procuro ânimo e desanimo

somos nós a perfeição da busca
(Vany)

o lugar do Graal é o coração;
aí chega, daí parte o caminho.
nada de profundo nos é exterior
-inútil a busca que o desconhece.
as mesmas estrelas do céu,
por quem a lua vela,
reproduzem-se na tua pele
(que é como um mapa).
mais denso é o espírito do que a selva;
o corpo, invencível máquina animada,
faz-se temporal temível,
arrojando de si toda a impureza.

tudo é caminho:
o mar da palavra deixa adivinhar
o Verbo que tudo submerge,
enquanto o polegar oposto
revela o trigo novo.
a Fé, essa, persiste no peito do que busca,
enquanto a lua alta vela
o seu labor, sempre.

Procuro um choque
O sangue invisível das paredes
Para hemodiálise artesanal
Mastigo trincas e vibrações
ensopado da neurose azulada
das paredes
Engulo e mastigo toda histeria néon
das paredes
Até não sobrar nenhum farelo de luz
no quarto, ou em lugar algum

Uma procura que perdura...
A procura da felicidade,
quando encontramos a saudade...
Procuramos amor,
e encontramos dor...
Procuramos carinho,
e não achamos o caminho...
Procuramos o que procurar...
para ahcar alguém para amar...

Ver e nao poder sentir
Sentir mas sem poder tocar
Sentimentos como lagrimas, como quando quero sonhar
Ver nossos sentimentos se unir, ver nossos sonhos se encontrar, essas coisas só dao para querer sonhar
Com palavras e beijos, descreve meus sentimentos, mas quando eu quero basta apenas um olhar, pena que com um misero vento, pode tudo se apagar
Querer mas sem tenter escutar, o seu coraçao falar
Dizendo que nao me ama, dizendo que nao me quer
Ou você nao sabe o que quer?
Nao sei dizer te quero sim
Nao sei se sei te amar
Nao sei se sei te cuidar
Só sei que te quero bem, assim bem meu bem querer, como os passaros em um lindo bosque
Cantarolando a cançao do amor, encantando todos com uma estranha dor que queima como o calor em um dia de praia
Aaahh sim, issu sim é o amor, trazendo dor e sofrimento para os que nao o espressa
Aaahh sim, issu sim é o amor, queimando meus olhos com sua ezuberante beleza

PROCURO-TE
AMOR
AMOR DÁ
AMORDAÇAR
AMORDAÇADA
FORÇADA
ASSADA
AMOR
ESCONDO-TE

Procura cada curva suja,
cada passagem triste,
cada pântano malcheiroso,
cada sombra,
cada terror oculto,
cada desejo insano
dessa coisa terrível
que é ser
um ser humano.

Acharás o que somos,
porque somos o que somos,
não o que gostaríamos.
Prisioneiros em cada um
de nós,
em regime de
Segurança Máxima.

Ao despertar corri!
comecei a procurar
Abri todos os baús
Um a um
um dentro do outro
Encontrei-me
fiquei horrorizado
Tranquei tudo
deixei tudo fechado
pus uma pedra em cima
Sai assustado

Quem és?
É preciso que o saiba
antes que a raiva da espera
te substitua a presença.

Quem és?
É preciso que o digas
para que não persiga quimeras
quando em outros abraços.

Quem és?
É preciso que descubra,
mas talvez a procura comece
só depois do encontro.


Existo porque existes.
Talvez se não te encontrasse
Até hoje inutilmente caminhasse...
A te procurar com sempre procurei.
Existo hoje...
Por que ontem te
encontrei!

Por certo algum som longíquo,
perdido na madrugada,
há de me soprar nos ouvidos
o que faço para te ter...
Já que tua vida é possibilidade (aberta) daquilo que minha vida não foi,
já que minha vida é nem isso
e está repleta
do amargo,
do inválido,
do perdido...
Procuro-te por julgar preciso
conduzir-te até onde não fui,
fazer-te feliz na alma, na poesia, nos desafios,
nos livros todos...
Exibir coloridas imagens(nos outdoors da cidade)
de teu sorriso único, pelo qual, sinto-me feliz...
Procuro-te para que, assim puro,
assim único,
assim aprendiz,
assim insistente,
assim fiél,
sejas tu aquele que exorcizarás de mim
demônios que me convencem de estar (absolutamente) velha.

quando olho o azul do mar
e procuro nele o teu rosto
nunca o encontro!
embora te procure nele,
não com olhos de gente,
mas antes com os olhos de quem ama
nunca te encontro...
olho, e torno a olhar
procuro entre as vagas o teu sorriso,
entre os peixes as tuas lágrimas,
entre as rochas os teus olhos,
mas nunca te encontro!
um dia fechei os olhos
e limitei-me a escutar
procurei a tua voz entre os sons, na praia,
mas n a ouvi...
gaivotas e ondas batendo na areia,
crianças e radios tocando e berrando por perto
isso sim, escutei.
mas a tua voz... nunca a ouvi!
noutro dia procurei pelo teu cheiro
cheirei a maresia e as pescadas grelhadas ali por perto
mas o teu prefume, o teu cheiro...
esse nunca o senti!
por fim chorei por não te encontrar naquele mar
mas então parei e vi-te,
escutei-te e senti-te perto de mim!
n estavas ali, no entanto percebi:
n preciso de olhar o mar pra te ver
basta fechar os olhos
e procurar bem fundo no meu ser!


Estender as mãos no escuro.
Apalpar as paredes,
encontrar o interruptor...
Iluminar a vida deveria ser gesto
que imitasse o ato de encher de luz o quarto.
Acontece que nada é simples...
Nem mesmo trazer luz ao quarto vazio.
É escuro o quarto
... e é frio, se nos faltam sonhos,
lembranças...
É escuro o quarto... e é sombrio, quando é insuportável, impossível, inviável,
estar sozinho!

(lu)


Palavras.
Palavras.
Há vezes em que dezenas delas,
centenas,
milhares,
redundam em nada.
Nada comunicam...
Pouco conseguem ante o silêncio - que é poderoso... sobretudo, quando se sabe fazer!

O poeta será(sempre) alguém
que esmiuça o universo das palavras
em busca daquela que poderá dizer
do riso,
do choro,
da brisa,
do amor,
da saudade,
do desejo,
do amanhecer que flagrou-nos, ainda, bêbados pela noite passada...

Busca ansiosa.
Arrasta-se o tempo...
Palavras.
Palavras.
Palavras demais...

Cada sentimento solicita-nos
palavra
que não dirá exatamente,
que não dirá tudo,
será apenas "sinal".

Cada palavra é signo.
Um poema um universo de significações...

Ao procurar-me
achei-me!
Estava bem no meio
de outro domingo estático
Babando amarelado
com um cobertor nas costas
Meus olhos ocupados
no limite do sacrifício
já exibiam músculos
e hematomas
Fixado a uma poltrona
meu corpo era tragado
por seu tecido engordurado
Deixando-me mais sonolento
do que incomodado
Assim sendo
apenas assisti até
ser dissipado
num domingos gelado
e estáticos
Aí então
dexei-me pra lá

Minha cabeça não contém palavra alguma...
Todas, todas, todas,
correm, se espalham.
Encontraria eu, talvez, meu rosto,
minha vida, pensamentos.
Mas não em mim,
só no papel.

Traço letras que se separam em lágrimas.
Um desconforto de palavras que ensaim um pensamento perdido. São letras de palavras que sonei não existirem.

É certo que procurava olhos para ver.
Além dos meus...Sim, além da miopia de meus olhos fartos de História e nomes!
Procurava olhos para uma nova visão...
Que meu mundo se tornasse amplo.
Explodisse...Expansão!
Considerei possível a travessia:
ser além de si,
ver-se de fora para dentro,
fazer-se mais.
Colorir, sorrir, expandir, refletir, externar, almejar, adorar...espelhos.

É certo que eu procurava olhos...
Um olhar que prendesse o meu,
fizesse ver
sentidos,
vida,
mundo,
futuro...
fizesse o amor
no instante límpido,
claro,
fugidío,
de olhos que se veêm, encontram, descobrem... inventam.

Os olhos, os vi.
O instante, o tive.
A descoberta, a fiz.
E reagi.
Desviei olhos e rota.
De teu olhar, fugi.
(Luciana Amâncio)

pois logo fingi,
pedindo algo de meu lépido instinto.

algo como sorriso
gosto de vinho tinto:
para retratar o meu ridículo.

árduo vaguear
de procura em antropofagia.

dormência,clausura,
loucura de deveras angústia.
(busca que não há mais de ser,por querer tocar o que impregna a dor do sorver).


Procuro o apolíneo e o dionisíaco.

a procura do passado achado e perdido sufoca
a tristeza da perda martiliza
o orgulho numa redoma de cristal não no permite, enfraquece
o desejo estufado no peito apaixonado
mergulhado em lembranças.


Senhor de mim e de minhas entranhas
tão estranhas!
Por que permitis esta angustiante
procura
Se sabes que jamais encontrarei o objeto de minha busca!
Conheces o segredo de minha alma, que geme, pena e chora!
Nesta procura incessante, pelo futuro que antevejo e pelo passado que não vivi, sei que jamais encontrarei aquele que nunca perdi!

Senhor de mim
o que é de você tão terrível
que ao espelho leva repugnância
que às torneiras traz à ânsia
pela fuga da água que não lhe ousa tocar
Maldito velho
se engole e se regurgita sem parar
Mestre do avesso, Senhor do Ácaro
Imperador do mofo
Eu quase tú
Tú quase eu
Correndo atrás da cauda
procurando o próprio rosto
(Denos Vesne)

quero ser,o vento
que vai e que vem
quero ser a chuva
que no inverno cai
quero ser,o rio de aguas frescas que corre
quero ser , a lua
que de noite espreita
quero ser o sol
que de dia me aquece
quero ser o mar
longo sem fim
quero ter amor
dentro de mim



tudo abstrato em relacao.
quero nao ser tudo mas ser nada... sumir e dentro de mim me esconder. Gritar e sofrer... sem a tristeza nao ha a alegria e sem você nao ha a minha vida.
Deixe-me sozinha que assim eu morro.
Morte... vou morrendo pouco a pouco.
Deteriorando-me por dentro e vivendo no vazio. Quisera eu me deitar e chorar... mas as lagrimas nao vem mais, tudo nao tem sentido. Nao ha sentido no tudo... nao ha pq vagar... mas nao e uma escolha e sim o passo... Ah!... deverias ver o meu sofrimento e parar de gargalhar pelo sofrimento... Iras sofrer um dia... e nesse dia, nao quero estar junto a ti, pois nesse dia sofrerei mais ainda pelo o que nao fiz.
(Lua***)

em busca das palavras vamos, como vagabundos numa noite sem estrelas,
palhaços de nós mesmos, contudo inocentes,
como a criança que,
no umbral de uma nave de pedra,
projecta um grito grávido de sons
que longamente ecoam.

Ecoam provocando levantes
e aspirais hediondas
Cada palavra encontrada
e jogada contra as cercas
ou bordada na cabeça
ou transportada na boca
É uma flâmula
uma faca de carne vermelha
Cada palavra engolida
gera vida
Cada palavra ouvida
descobre a ferida
enegrecida pela palavra
na caverna
Cada palavra dita pelo
lábio pressionado noutro lábio
gera todo um dicionário

ouroboros
poemas sem-fim

Estou a procura de mim mesmo,
Para me encontrar preciso saber:
O que procuro em mim.
Talvez poemas sem fim...

Procuro em cada palavra um motivo a mais para viver.
Sei que as últimas usadas perante ao público causou mnha morte.
Penso que pessoas deste grau não mereceriam a chance de sobrevivência.

Palavras árduas usei um dia para distanciar uma pessoa querica e,
hoje, arrependo-me do fundo de minha alma por tê-las dito.

Estou a sua procura,
preciso de você aqui do meu lado
percebi que minha vida sem você não mais existe.

Transformei esta pocura num sentido para minha vida
e quero que todos os que estão em minha volta
possam entender o que eu quero lhes ensinar

procure palavras e
procure pessoas mas
esqueça das críticas
e viva seu amores

procure esperança
procure vida
procure...

Procurar...
Mais difícil do que encontrar algo
é descobrir o que estou procurando
talvez seja algo que nem exista
algo fantasiado pelos meus delírios
delírios de um ser tão carente
e paradoxalmente ardente de amor
procurar...
o que procurar???
procurar o que todos esperam encontrar um dia:
um sentido para existir
ou simplesmente
alguém que me faça sentir que estou viva!

(Lua de sonhos)

Procurar ainda.
Mas saber já do encontro...
Crer, no entanto, na malícia de Cronos,
pregando peças,
desdenhado dos homens,
desencontrando os sonhos...
Poderia a procura findar!
Poderia a procura ter fim!
Brada Eros.

Cronos, porém, ri.
Cronos apenas ri.

monocromia,

eu sou só de uma cor,
monocromático
minhas mão apontam somente para um lado,
o esquerdo,
meu olhar se volta apenas para um objetivo: O objeto
Abjeto objeto. Infalível objeto, inalcançável objeto.
Incansável objeto.
Volta-te para mim, olha-te para mim,
colore-te para mim,
toca-te para mim.


Um sopro monocromático
decomposto numa série de linhas
com áreas claras e escuras
somadas compondo vida

Uma vida monocromática
várias vezes retransmitida
Nenhum olhar percebe
às várias linhas que as combina

Insiste a retina
em ver colorida e nítida
uma silueta bicolor
que em vertical trepida

serena como a superfície de um lago,
à luz dourada e oblíqua do crepúsculo,

seria a minha vida:

coroar-me-ia a face
uma dignidade
despida de altivez...
e por muito que fosse o sofrimento,
o mundo todo seria sempre meu,
com todas as suas coisas,

se ao menos eu soubesse o que procuro.

Não sabendo nem como nem onde procurar continuo
Buscando a essência do meu ser desconhecido
Percorro a estrada da vida enquanto procuro.
O que busco?
Felicidade, amor, paz, dor , sofrimento ou chagas
Não sei!
Sei apenas que estarei lá.
No que procuro incessantemente.
Nesta louca busca do meu EU.

A felicidade é tão efêmera
que, quando ela já se foi,
é que se sente a sua falta.
Se ela fica, acaba por se transmutar...
Ela se transforma em ansiedade,
e o que resta é a nostálgica saudade
e a louca vontade de reencontrar a felicidade
para seguir o ciclo vicioso do viver...
A felicidade está na eterna procura?!

No instante em que sorristes
eu vi revelar-se em teu rosto
o caminho que tanto procurei...
E quis tomar tuas mão,
quis levar-te comigo,
gritar ao Mundo: "Encontrei"!

procura o cavalo alado,
alcançar a sua estrela;
o céu todo é o seu prado.

ergue a sua crina bela
sobre o seu dorso indomado;
não lhe cabe freio ou sela.

por si mesmo projectado,
o mundo é a sua cela;
de luz e treva foi nado.

o corpo é um barco à vela;
não traz em si o pecado;
do muro faz a janela.

em seu caminho estrelado
jamais dorme, sempre vela,
cada manhã renovado.

Pobre Narciso apaixonado...Quantasvezes eu só me via...agora consigo lhe ver dentro dos seus olhos através do reflexo dos meus. Seus olhos negros que me espreitam com carinho, me assistem dentro da noite, e me fazem percorrer todo seu corpo à procura de mim, que me perdi não só pelo seu olhar.

Mas, só
vejo
tristeza.
E, não me
vejo.


Sei tão pouco de vocÊ, Falta coragem pra dizer que quero saber mais.
Hoje estou pensando que você é uma ilusão que criei.
Espero por muito tempo uma pessoa que me compreenda como mulher, talvez essa pessoa não chegue, por isso inventei esta ilusão..
Não fique com medo de chegar perto de mim, me conhecer, amar, querer.
Eu sou a única que fiquei assim, te esperando por toda vida.
Por favor .. chegue logo!
Não me deixe esperar.
Todas as vezes que vejo alguem nas ruas penso que é você, quando chego perto a ilusão acaba vejo que você ainda esta distante de mim, Talvez você seja um fantasma que aparece e depois desaparece com o tempo.
Quem sabe…


Tudo pra ti!!!!
Quando vc sentir vontade de chorar, não chore. Pode me chamar que eu choro por vc. Quando vc sentir vontade de sorir, me avise que venho pra nós 2 sorrirmos juntos. Quando vc sentir vontade de amar, me chame. Que eu venho amar vc. Quando vc sentir que tudo está acabado, me chame, que eu venho lhe ajudar a reconstruir. Quando vc achar que o mundo é pequeno demais para suas tristezas, me chame, que eu faço ele pequeno para sua felicidade. Quando vc precisar de uma mão, me chame, que a minha é sempre sua. Quando vc precisar de companhia, naqueles dias nublados e tristes, ou nos dias ensolarados eu venho, venho sim. Quando vc estiver precisando ouvir alguém dizer: Eu te amo! me CHAME que eu digo a vc toda hora. Pois o meu amor é imenso. E qndo vc não precisar mais de mim, me avise, que simplesmente irei embora, orando por vc...

se amar fosse um império eu seria uma rainha mais como amar é um inferno eu sou uma capetinha

a procura é incessante e sem fim
(tal qual um poema que procura um lugar para morrer
E se já estou cansada de revirar o mundo,
Vislumbrar a existencia vazia me deixa mais cansada ainda
mesmo sabendo que não a fim na procura
Só me resta contionua-la e aguardar por um resoluçao ao menos
aimpatica

eu não
te encontro
não vejo
mais saida
[onde?
(estou aqui)

E o peso da tua ausência faz com que o palavra onde? onde? onde? ecoe por todos os tempos e cantos da minha vida.
Vida essa que sonhei viver contigo e quem sabe um dia os netos que "ganhei" dos meus filhos contassem aos seus próprios filhos a nossa história em forma de "conto".... Mas, que conto se nesse instante o que sinto é somente desen_canto?
E mais um dia de vida sem você no meu dia-a-dia... Olho fora da janela, uma estrela parece querer brincar com meus olhos, mas não tenho olhos que não seja para o onde estás? Por que faz as escolhas que não me contempla e mesmo assim insiste em dizer que virás?

E volto no mesmo lugar para buscar sentir se outra alma esteja vivendo algo como o que o meu eu carrega do seu eu..... mas vejo que onde parei...aí está, a minha procura junto de tantos outros, não menos sofrida, apenas ao meu modo...falando para meus olhos ouvirem e minha razão me convencer de que não és o que atravessará o atlântico somente para mim...eu sinto que meu amor prometido também me procura.
Você se fez passar por ele, mas se a natureza de deu como prêmio o dom da interpretação... saibas que ela não lhe deu o que te poderia ser melhor que era meu modo e jeito de amar. Isso sim colocaria um ponto na tua procura... essa sim deve ser dolorosa pois no primeiro relampelo do áureo, você esquece do que buscas que é a "aura talhada" para teu coração que se divide entre ilusões e amores fulgazes... e enquando te divide, não nos permite nos completarmos...
Se há um "core" que merece piedade... é o seu... que procura o que não existe e sabe que achou e perdeu o que tanto procurou... o meu "core".

Hoje é sábado...
Sabado que procurei não te lembrar, tão pouco te levar por onde fui.
Mas, fui ingloriosa na tentativa pois como deixá-lo se onde fui era contigo que eu queria estar?

Os amigos me buscam, aqueles que me querem mais do que você já me quis me procuram, me chamam...mas nada me é mais doce mesmo que doloroso ficar sozinha, esperando que de repente você lembra dos sonhos que vivemos juntos, das promessas feitas, do tanto querer, e mais uma chamada de quem sabe que estou sozinha, faz com que eu me lembre do "mundo lá fora"... mundo que lá não estás... mas e quem pode garantir que fostes tirado deste mundo para o "meu" amor prometido me encontrar?
3 de julho-22:30 - Amanhã já não sei se me encontrarás como até hoje me guardo desde o dia que nos "encontramos" - Lembra que foi um dia em que se resguardava respeito aos mortos? Sinto que hoje poderei romper a barreira do que mais morri por você do que vivestes pra mim.... E então passou eu a viver, e se sentires um vazio no peito, uma sensação de desproteção...Fui eu que sai de vc e fui pro "mundo lá fora" fazer o que estava pronta quando passei no dia dos mortes, viver pra vc: me permitir.... e hoje, exatamente com vc do lado de cá do atlântico, caio na vida pra me rencontrar....

No acaso desse estar menos em mim
planície devastada pelo tempo
a voz que me endereças na procura:

"Estás mesmo perdido tu que nada buscas ?"

Busco no tempo, mas o tempo não para, e vou caminhando continuando essa busca interminável, que é a procura do desconhecido,a procura dos mistérios da vida e da morte, a procura de um norte para seguir adiante, de uma amor que me conforte, e me faça forte.

Revirei por tudo. Busquei em lojas especializadas, coloquei anuncios em jornais, postes e revistas. Nunca pensei tanto em algo. Sempre achei que não é saudavel passar mais que 3 dias pensando em algo. Já estou perto dos 30, e não consigo encontrar e nem esquecer. Entre esquecer e encontrar, tive dor de barriga e a campainha tocou...

Não era nada além do som...
Pensei na música e na pausa que nela há...

Hoje tudo o que olho me parece morbido, o dia está escuro e em cada nuvem escura está uma lágrima tua!
Continuas longe e eu por perto devo ficar na esperança que tu um dia me possas olhar de uma maneira que me posas vir a amar!
Pois ainda ontem não era ninguém e hoje já sou alguém

Que odor obscuro, este?
Para onde me arrasto?
Que rumo tomo no escuro deste
Discurso descosido?

Busco e busco...

Busco, em todos os bolsos,
Do me recordo, bocados, restos,
Retalhos, fiapos de trapos esgarçados
Pelo curso velozmente voraz, e sem sentido,
Das águas invisíveis. Busco algo, suponho,
Com sabor a sangue de amoras, ou a pêssegos
Macios e maduros, sem bichos dentro.

Desígnio louco!

Remexe-os, reincidente, aos bolsos,
Agora, com desespero mudo e molhado.

Que odor obscuro e fétido, este?

Da fonte à foz, peixes mortos.
( Teriam sido, alguma vez, verdes? )
Resíduos tóxicos. Lixo.
Que odor obscuro, este?
Para onde me arrasto?
Que rumo tomo no escuro deste
Discurso descosido?

Busco e busco...

Busco, em todos os bolsos,
Do me recordo, bocados, restos,
Retalhos, fiapos de trapos esgarçados
Pelo curso velozmente voraz, e sem sentido,
Das águas invisíveis. Busco algo, suponho,
Com sabor a sangue de amoras, ou a pêssegos
Macios e maduros, sem bichos dentro.

Desígnio louco!

Remexe-os, reincidente, aos bolsos,
Agora, com desespero mudo e molhado.

Que odor obscuro e fétido, este?

Da fonte à foz, peixes mortos.
( Teriam sido, alguma vez, verdes? )
Resíduos tóxicos. Lixo.




BUSCO

Busco e busco...

Busco, em todos os bolsos,
Do me recordo, bocados, restos,
Retalhos, fiapos de trapos esgarçados
Pelo curso velozmente voraz, e sem sentido,
Das águas invisíveis. Busco algo, suponho,
Com sabor a sangue de amoras, ou a pêssegos
Macios e maduros, sem bichos dentro.

Desígnio louco!

Remexe-os, reincidente, aos bolsos,
Agora, com desespero mudo e molhado.

Que odor obscuro e fétido, este?

Da fonte à foz, peixes mortos.
( Teriam sido, alguma vez, verdes? )
Resíduos tóxicos. Lixo.










E na amargura da procura
Do algo, do alguém
Algo me prende e sufoca
E caio na estrada deste vai e vem.
Desejo morrer,
Desejo apenas chorar
Quem saber poder renascer
Pois na procura esqueci me encontrar...

E me encontro no choro... silêncio para tantos...
Realidade para mim...
Som... de cada lágrima...
Numa espera que ão mais esperar...

Confusos, perturbados pela multidão, os meus olhos
Em procura de ti, apenas e somente de ti.
Perdidos por ti, perdidos em ti
Em procura, ao longo da galeria imensa esventrada pelos transeuntes alheios
E cada vez mais opacos.
Á procura os meus olhos só de ti, do nosso reencontro ao fim destes séculos de espera, destes milénios em que juntos sempre andámos separados...
Ao verem-te os meus olhos perderam-se de novo na procura do teu corpo,
Do aninhar imenso entre os teus braços,
No descanso de quem encontra,
Perdidos de novo os meus olhos no oceano profundo que existe por detrás dos teus.
Perdida eu de novo, entre pecados já velhos e gastos à procura de pecados novos para contigo os explorarm, os amar.
No silêncio da despedida e da palavra que jamais diremos, o encontro renovado das almas que se procuram e se encontram repetidamente ao longo de todas as vidas,
De todos os séculos,
De todos os milénios,
A promessa reformulada,
O pacto de alma que se renova num ad eternum sine die.

Para ti , de novo, doce Paulo Pedro que nunca deixarás de fazer parte dos meus dias, das minhas noites, dos meus séculos

Mas eles já não querem encarar a realidade,
já não querem me ver,
já não não querem se refletir...

e como somos parecidos em tudo
em flor
em luto
aqui estou
como sempre me senti
por ti
já ausente de mim

Procurava não sei o quê,
Na procura do que não via,
Assim, encontrei você
Parada numa rodovia...
Algo eu queria ver,
Pra fugir da monotonia.
Queria motivo de viver,
Pois estava triste o dia.
Plugada no karaokê
Você se divertia.
Sem ouvir, eu pude ler
O que sua boca dizia
Dizia: não!, mal pude crer:
“Você é mia fantasia”.


fantasia de um amor
que dure toda vida
mas sei que isso é quase impusivel
então continua a procura
por você doce musa
que libertara meu coração
me tirando de toda essa solidão


Queria te falar tudo que sinto... Mais por alguns momentos so sonsigo engolir as palavras e sentir espinhos em minha garganta
(Rio_chick)

E nessa ânsia de dizer o q há em mim... perco-me em redemoinhos de palavras... sentimentos... confusos e violentos

E no meio dessa confusão e violência... sinto-me tranquilo só em pensar em ti... e com essa lembraça dentro de mim não me preocupo mais!

Encontrei a procura e os teus braços de passados recolheceram_me
perdi a procura nos teus labios de antepasados que não vi e agora fico nesta solidão a desejar o encontro...( é um poema que encntrei na internet, beijo, Maritza por sempre.

Tudo para vc

Quando você sentir vontade de chorar, não chore.Pode me chamar que eu choro por você.
Quando você sentir vontade de sorrir, me avise que venho para nós dois sorrirmos juntos.
Quando você sentir vontade de amar, me chame, que eu venho amar você.
Quando você sentir que tudo está acabado, me chame, Que eu venho lhe ajudar a reconstruir.
Quando você achar que o mundo é pequeno demais para suas tristezas, me chame, que eu faço ele pequeno para sua felicidade.
Quando você prescisar de uma mão,Me chame, que a minha é sempre sua.
Me chame , que a minha é sempre sua.
Quando você precisar de companhia, naqueles dias nublados e tristes,ou nos dias ensolados, eu venho venho sim.
Quando você estiver precisando ouvir alguém dizer. Eu te Amo¡
Me CHAME que eu digo a você a toda hora. pois o meu amor é imenso.
E quando você não precisar mais de mim, me avise,
que simplesmente irei embora, orando por você.... (beijos.... Maritza)

A procura nem era o objetivo;
Aconteceu desavisadamente,
E sem um caráter afetivo...

Teu olhar foi pousar minha mente
E nunca mais meu olhar se esqueceu
De te procurar comovidamente.

E daquele olhar de relance, se deu
A procura de um olhar mais profundo
Era um olhar ao dizendo: - serei teu...


correção:

A procura nem era o objetivo;
Aconteceu desavisadamente,
E sem nenhum caráter afetivo...

Teu olhar foi pousar na minha mente
E nunca mais meu olhar se esqueceu
De te procurar comovidamente.

E daquele olhar de relance, se deu
A procura de um olhar mais profundo
Era um olhar ao outro dizendo: - serei teu...




Na procura de te esquecer,
Peguei papel e caneta,
E sem pensar; desenhei você.

Fui mexer em uma maleta,
Encontrei uma foto nossa,
E ao sair; vi teu retrato na saleta.

Quero algo para que eu possa
Procurar te esquecer de vez...
E tentar sair da fossa...

Até agora eu não pude, e talvez
Não consiga deixar pelo caminho
Todo o bem, que aquela paixão me fez.

Por isso, ando por aí, sozinho...


O que tanto procura sempre,
e nunca encontra,
essa solidão que se acha em mim???


Dispute Of Love

Procurava uma distração
Que aplacasse minha dor;
Uma simples atração
Pra um jovem sofredor.

Mas quem procura acha
Talvez não o que procura...
Acha um pouco de loucura;
Acha, às vezes, até bolacha.

Mas o que começa sangrando
Pode deixar cicatrizes profundas;
Rasgar roupas deixá-las imundas.

Briguei por me distrair amando,
E amando me machuquei,
Mas te amando acabei.


Qual é o pecado de quem ama e não se ama?

Pecado?
Erro?
Recado?

Bom seria, que sem me perder,
Tu me procurasse...
E a te procurar, sem ceder,
Eu te achasse...

A tua aflição, o meu desatino,
A fragilidade dessa procura,
Carece de encontrar a cura
De nos unir num só destino.

Não sei que tu és, mas tu existe
Sei tanto quanto eu existo...
E ninguém é eternamente triste.

Um dia, esse amor vai ter vida,
Desse sentimento não desisto...
Da insustentável leveza da lida.


Correção:

A PROCURA

Bom seria, que sem me perder,
Tu me procurasse...
E a te procurar, sem ceder,
Eu te achasse...

A tua aflição, o meu desatino,
A fragilidade dessa procura,
Carece de encontrar a cura
De nos unir num só destino.

Ignoro quem tu és, mas tu existe-
Sei disso, tanto quanto eu existo!...
E ninguém é eternamente triste.

Um dia, esse amor vai ter vida,
Desse sentimento não desisto...
Da insustentável leveza da lida.




A PROCURA II

Eu gravei em ti
Meu olhar felino
Minha voz suave
Os movimentos tensos
Tu ficastes em mim
Como um gato preto
De indescritíveis olhos amarelos
Caminhando lento
Ao luar da cheia
Assim nos encontramos
Exatamente meia-noite e meia...

Eu gravei em ti
Um cheiro grave de espera
E em mim ficou
Teu jeito ansioso de procura
Tu aceitastes o dom
Fostes cumprir a sina
E hoje, por mais que eu queira
Dessa poesia a rima
Me desespero, na tristeza infame
De não saber como te encontrar
De não saber quem és
De não saber teu nome...

A PROCURA III

Mechas e cabelos
Mostram vestígios;
Envolvem litígios
Toques e apelos...

Raio que faísca
De luz intensa,
Na mata densa,
Um verso risca.

Procura eterna
Da alma gêmea
Na Terra erma.

Demarcam sem dó
A busca da fêmea
Num auspício só.




Não me digas porque, nem onde, nem quando...
Nem procures medir entre o vago e a certeza...
Na vida sinuosa e reta, deduzindo e somando, a solta liberdade ao mesmo tempo presa...
Na visão do real, outra coisa qualquer, reflete a sensação de um espelho trincado...
O bem e o mal caminham lado a lado...
Entre a fossa e o fulgor, há uma porta furtiva, da alternativa de paz, ataque e defensiva...
Assim, este fim, indefinidamente festivo e triste, poderia continuar em coerente seguir...

PROCURA ?

Fui além de mim mesmo na busca de ti
Perdi meu peito e me tornei o fim
Facas frias me traspassaram
Mãos quentes nunca me tocaram...

Hoje sou o pesar da procura
Fundi-me com a solidão
Tornei-me o sofrer que ofusca
Os olhos daqueles que jamais irão

Achar seu outro e findar a busca
(A procura pelo seu Outro!)
Para viver feliz para todo o sempre

Por isso meu peito retunba:
(Sou a procura de um morto!)
"Tu não tens um outro, não seja crente."



Se ainda me procurares, afinal,
Não me acharás mais em mim;
Sem registros e nenhum sinal,
Sou camaleão camuflado no capim...

Mudo de rumo em toda estação,
Sou um corpo mutante sem dono;
Fiz-me múltiplos, agora sou mono
No esquecimento da tua intenção...

Apenas, sou um corpo esfacelado,
Cuja minh’alma com graça investida
Carrega o meu fardo de lado a lado.

Enfim, afinal, se me procurares ainda,
Migalha! que surge pra mim bem vestida,
Que dispa-te, antes que a matéria se finda.

“NEC SEMPER LILIA FLORENT”
(nem sempre florescem os lírios).


E procuras, e procuras, e procuras...
Tudo queimado! Virara tudo lixo!
Por ciúme cometeste essas loucuras:
Magoada, destruíste o nosso nicho.

Já não há mais prova da lembrança,
Tudo está a milhas e milhas daqui,
E não podes reconstituir a herança,
Queimara as telas do Salvador Dalí.


se queima,
me queima,
mas primeiro,
me acha,
e me prende,
nela,
que me anche,
de coisas doces,
e a mente
nossa
de nos dois
vira osso
e a carne que antes ardia
agora conserva
no meu tempo
nossas coisas
como se mumificasse
e nas linhas seculares do tempo
me perdesse
em nada mais
do que em seus cabelos...

Andei por vários corações
sempre!
Certo do envolvimento
vasculhei o amor
como sendo algo perdido.
Nada encontrei,
não estava onde procurava.
Percebí!
O amor não se acha
é vulcão
explode de repente.
Erupção tamanha
lambeu tudo antes,
sufocado com medo
fugi!
A um palmo do nariz
você sorria de braços abertos...

O que tanto você procura,
Eu não sei... Mas tudo bem!...
Todavia, me parece loucura
Manias de não gostar de ninguém...

Um dia você vai se curar
De algo errado em você,
Vai parar de procurar
O que estava aí pra você vê...


loucura, manias
adjetivos da psiquiátria
curar é libertar
versejar é continuar
procurar é não encontrar
o fim desta poesia


O fim desta poesia quer encontrar? Mas não adianta procurar,pois poesia, o amor, a vida inteira nos dá para podermos nas asas dos sonhos voar...

Não dar para voar pq o mundo nos dar asas mais rouba o céu
Não dar para encontrar o que na vida não se tem
Se não tem mel, no mundo cruel
Como então ser tile se não tem alguem para amar

E há fim no poema sem pressa? E na procura? Há sonho
embutido no olhar que desperta?
Não há.
E o poeta gesticula
a rima que não combina com toda esta festa.
Há suporte.
E a procura encontra-se alí sob as cobertas.

Sob as cobertas repletas de descobertas, o poeta procura e lastima a procura de uma rima.
Uma rima que conduza a outras tantas descobertas, alvas, claras procuras por sob as cobertas.

COBERTAS ESTAS QUE SE DESCOBREM A UM MERO MOVIMENTO INTENSO DE AMOR COBERTOS PELA LUA Q BRILHA NUA E CRUA.
(DALVAN)

Crua a vida atormentada por teus beijos ardentes que caem como estrelas no meu infinito vagar

Em sua prucura...Alcei um voo de águia, mas mesmo lá de cima não consigo te encontrar...

Não procure! Foi no passado...
Passado não fica do nosso lado.
O que procuras não sou eu...
Passei e você nem se deu...



Não me dei conta que te procurava, porque já faz tempo que isso faço até esqueci que de te procuro porque não te vejo, mas te desejo com um desejo sem fim que sai de dentro de mim.
Te procuro em um abismo sem fim.
Como a garganta da serpente que inebria o coração da gente, como o canto da sereia que arrasta sua vítimas para o mar.
Mar de ilusão o mesmo que envade meu coração a procura tua.
Quero te encontrar, mas não tenho mais lugar para procurar.
Vou te procurar dentro de mim, pois é o único lugar em fim que ainda não procurei.
Lá sei que vou te encontrar pois vivo em mim está, com tua presença que emana amor, calor, cor sem rancor que ilumina o mundo interior com seu vigor.
Enfim a procura em mim termina, com a verdade divina...Tu habitas em mim e eu em te.
A procura se acobou com o nosso amor que aqui chegou!

Com uma loucura pouca
Procurava uma alma louca,
E estava a loucura rouca
Envolta na auréola da touca...


Procura essa, que me faz encontrar você.
Te encontro, mas ao mesmo tempo te perco.
Porque na verdade, alguém de encontrou primeiro.
Pobre procura sem fim, que ao te encontrar faz perder á mim!
Não quero só stá perto de você.
Quero você pra mim.
Podes me chamar de ambiçiosa, pois nesse caso sou sim!
Quero você para sempre perto de mim!


Ando perdido a procurar um caminha
qualquer caminha. Qualquer um!
Basta uma estrada... de preferência bem longa.
Para qualquer direção.
Norte ou Sul não importa.
Se para Oeste ou para o Leste me levar não faz diferença
Só quero um caminho que me tire daqui.
Me liberte dessa letargia morta.
Dessa apatia insípida e corrosiva.
Quero uma estrada que me conduza para outro lugar
não importa qual... desde que seja outro lugar que não este.
Não importa nem mesmo se eu chegar ou ficar no meio da jornada.
Não me importa o tempo que durar a caminhada.
Não me interessa se caminho para cima ou morro abaixo
Quero apenas caminhar... sempre ir... cada vez mais longe...

E nesta procura percebo que não olhas de verdade pra mim,teu olhar já segue outros horinzontes além de mim...

Não olhas para mim porque procuras também.
Espero que nessa procura, haja um encontro sem fim.
Que traga você para perto de mim.
Assim vou morrer de alegria, amor e emoção.
Te ter dentro do meu coração, seria uma glória, vitória...
A procura assim terminaria, sem mais rivalias, você no meu coração e eu vivendo a paixão!


Não me procures mais!...
Fiquei mudo e me mudei;
Se me achares nada te direi.
Eu não moro mais em mim,
Saí, fui dar um passeio sem fim...
E pra mim eu não voltarei jamais.


Procurando o que nunca achei,
Procuro o que não perdi nem ganhei;
Procuro o desconhecido que herdei.
Procurando o que eu nunca serei...


Achei o que não procurava
Perdi o que não encontrava
Herdei o que não desevaja
Sou o que ninguem esperava...

E de frente ao espelho indago:
Espelho, espelho meu! Existe desse seu lado, um outro lado tão reverso do meu eu?

Entre...não encontrarás o que procuras!
Tende a ir muito além de mim...!!!
Depois venha e irei refletir o que estava dentro de você...!!!


Ainda procuro qual foi o rumo
Que você procurou ao me deixar.
Procuro dormindo ou não durmo
Procurando seu cheiro a me fixar,
Não acho a procura interminável ...
Só estou vivo porque te procuro,
Essa procura te faz tão inalienável,
Que me faz te procurar no obscuro
... ... ...

Procuro as vestes roubadas, as crianças drogadas perdidas, procuro o vento que roubou o medo, procuro a tolice, as regras bobas desnecessarias por si, procuro meu jeito louco de viajar nas entrelinhas escuras da noite...Procuro desesperadamente a certeza do amanha, na fala rouca de uma testemunha.

Procuro no passado perdido
O que foi feito da imagem
Daquele que eu pensava ser;
Busco no passado o sentido
Da mudança, gostaria de ver
O ticket da minha viagem.



procuro voce em meio ao caos de minha vida.Procuro o amor que seperdeu nas lutas.Procuro fugir de meus ideais e me juntar aos seus.Inutil procura,estamos separados por nossas proprias procuras

...
Eu achei que ela fosse quem minh’alma procura,
E tão logo, baixei guarda e arriei o fardo;
Fiz hastear bandeira branca na morada do bardo,
Tive momentos de paz e momentos de loucura.
...


A algum tempo que estou procurando por mim.Onde deixei meus sonhos,minha alegria, minha sensibilidade,meu coração.Será que estou louca? será que sou outra pessoa habitando meu corpo e minha alma.Me pergunto sempre o porque dessa procura louca, quem sou eu afinal!

Voltei àquela praça,
Daquela tal cidade,
Que na tenra idade:
Riso, selinho, graça...

Procurei limpar o banco
Pra não sujar seu vestido,
O novo que já foi branco,
No banco envelhecido.

Procurei achar normal
Seu ritual atraso,
Pois inda me aprazo
Com seu jeito informal.

Uma menina de branco
Vinha em minha direção
E na minha abstração
Vinha sentar-se no banco.

Ela vinha, só vinha;
Andava, só andava...
Ela não advinha,
Mas eu a procurava...


ou melhor:

Ela vinha e vinha,
andava e andava,
mas não advinhava
da angústia minha...
... ... ...

angustia que me faz procurar isso que sei que nao existe, procurar por teus olhos essa alma que sei que nao tens parece nunca ter fim

... ... ...
Para o subsolo do campo vai descendo a matéria morta,
Na crosta, o meio-campo bate-bola procurando enfoque...
A evolução tocando procura o gol - chuta, bate e corta...
Outros procurando reserva até que a morte os convoque.
... ,,, ,,,

No passado vivi
Será que morri?
A procura estou
agora onde ficarei? Quem serei. e a quem viverei?
Terei forças?
Mas a procura não cessará.

Procuro você nas estrada das Torres Dourada,dentro do mundo das sombras,onde antes de ser rei, era o amigo que tanto amei !

No mundo das sombras conheci o amigo
Amei e fui feliz contigo
Virastes rei e perdi o amigo que tanto amei
Hoje vivo nas sombras ,agora es rei
Não posso tocar ou falr contigo.
Onde ficou meu amigo?
Fingo não ligar, Mais sabes que sempre vou te amar!

... ... ...

Fechado

Estou de armadura
Se procurar me ferir...
Eu vou procurar não rir,
Se forçar a fechadura...

Ela é invisível,
Procura crê...
Você é insensível,
Procura vê...

Desta vez eu me tranquei
Dentro da armadura...
Cê vai procurar, eu sei,
Quebrar a fechadura...

Ela é invisível,
Procura crê...
Você é insensível,
Procura vê...
... ... ...


... ... ...
Na iniciação da procura:
__Ah, mas que saudável loucura!
No meio daquela procura:
__Ih, há tanta coisa obscura!...
No final de tanta procura,
Acha-se morrendo, sem cura...
... ... ...

Por que minha procura
Acaba virando loucura
Sempre que acho voçê
Vira minha vida as avesas
Fico de ponta cabeça
Sempre que acho voçê!
Mais uma coisa eu peço
Não foge de novo amigo
Me deixa ficar contigo
Eu amo voçê !

... ... ...
Procura-se amigos(as) que possuam todos ou mesmo algum dos seguintes adjetivo/substantivos:

1 que ama, que demonstra afeto, amizade; afeiçoado;
2 que tenha amizade, benevolência; amical;
3 aquele(a), cuja expectativa é favorável; benigno(a), propício(a);
4 aquele(a) que seja ligado a outro(s) por laços de amizade;
5 que nutre admiração (por alguém ou algo parecido);
6 que seja aquele(a) que ampara, defende (protege ou precise de protetor);
7 que seja sempre um amigo(a) presente mesmo em festas de amigo-oculto;
e enfim, que seja: amigaço(a), amigalhaço(a), amigalhão(lhona b).: amicíssimo (a), amiguíssimo(a)...

Procura-se, ainda, amigos(as) que não possuam tais adjetivos/substantivos, mas que apresente outros, mesmo que de vez em quando...
Procura-se... Essa procura não acaba nunca...
... ... ...

Muitas vezes senti o frio arder, nessas horas olhava o sol pela fresta da janela e procurava calor na poesia, porque o frio estava em minha alma.

Na procura de pedaços de mim
debrucei-me na janela do tempo
Na paisagem só achei .saudades

... ... ...
“CHERCHEZ LA FEMME” - Procurai a mulher.

Metáfrase empregada pelos criminalistas que procuram demonstrar a presença da mulher nos crimes misteriosos - “CHERCHEZ LA FEMME” (Procurai a mulher).
... ... ...

... ... ...
Eu deixei de procurar
e sem esperar achei;
não estava no lugar
que sempre imaginei.

Eu, entretanto, não via
que, na ânsia da procura
eu mais a escondia
tão perto da loucura.

Eu deixei de procurar
e sem esperar achei
perto de mim o lugar,
perto, perto, que não sei...
... ... ...

A procura descontrolada
em busca de um amor
Sempre não nos leva a nada
E nos causa muita dor


... ... ...
Eu, tu, ele, nós procuramos a paz!
Mas onde ela está ó meu rapaz?
Convosco? Com eles? Inda será capaz
de regatar a paz de tempos atrás?
Não vos falo da paz absoluta que faz
o homem sonhar com o paraíso, mas
quase a expressão universal; quase jazz...
... ... ...

Não procuro a paz
Mais gosto de ouvir jazz
Não resgato o tempo
se não só me lamento
Não sonho com o paraiso
Disto não preciso
Não busco amores
Senão encontro dores
Procuro ser fria, lucida, vazia sem cores



... ... ...
Procuro ser fiel,
Porque nâo quero pagar mais aluguel...
Pra mim, já basta
o que uma mulher gasta...
... ... ...

... ... ...
Sem nenhum despeito;
eu procuro ser fiel,
porque nao quero pagar mais aluguel.
Pra mim, já basta
o que uma só mulher gasta.
Com todo respeito...
... ... ...

... ... ...
Não Procura, Acha...

Essa minha procura, eu já sei... -
Já sei, que não vai dar em nada.
Depois de procurar tanto, pensei...-
Pensei, que nunca perdi nada...

Dizem que quem procura acha -
Acha aquilo que não se perdeu.
Acha o quê? O que desapareceu
E depois de não procurar, acha...

Quem procura e acha formiga -
É porque está bem da vista...
Mas, quem não acha a amiga;
Aí, deve continuar a revista...
... ... ...

Quem procura acha
Vê se relaxa .
Não se preocupa com a formiga
e nem com a amiga
Procura a felicidade
Procura a liberdade
Isso sim é procurar
Isso sim é se achar !

... ... ...
O importante não é só procurar o morro e apenas subir no morro,
É importante achar o morro e procurar observar o buraco da formiga...
O importante é procurar fazer ainda hoje, agora, antes que eu morra;
É importante a paciência pra não chutar o balde e xingar - Ó Porra!
O importante não é procurar a desforra! Melhor evitar e não tirar o forro.
É e não é importante o coletivo de amigo, embora, seja - o Amigo, a Amiga.
... ... ...


... ... ...
Radiante e vigoroso, à tarde, prossegue o SOL...
E em sua trajetória reta procura as tuas frestas,
ocaso quente e ardente para a centelha do farol.
Penetrando, vasculha-as e sente as mais secretas...
A seguir, cheio de luz púrpura, tona o teu corpo,
procura todas fontes de desejos, e nas florestas
sombrias, densas, úmidas, mergulha em seu porto...
... ... ...

e segue por baixo à procura a uma eterna procura,
que nos faz ir atrás de tantas perguntas e infinitas respostas.
decisiva, arrependida, vil e insensatez é de tao pura e clara a nossa dolorosa procura.

Eu não procuro nada
Não sou nada complicada
Deixo a vida acontecer
Isso sim me da prazer.......

... ... ...
Procura sorver a tua vida
Como se fosse um estudo.
Sorva-a como uma bebida,
Devagar, através de um canudo...
Procura não abandonar a tua lida,
Procura entender pouco de tudo;
Porque a vida não é tão sofrida
Nem mesmo para os menos sortudos
... ... ...

leve,
reveze,
aconteça,
surta de uma dura soltura,
nao procure entao, absorva cada sentimento,
recluso de se sentir,
enclausure cada ampola com teus cabelos, unhas e palavras desconhecidas...


Atrás do seu olhar
abre-se um mar
onde mergulho
no profundo inominável
em busca dos mistérios
que habitam
no que desconheço
em mim


A vejo como amiga
A quero como um Homem
Sou louco, mas cauteloso
São caros e pequenos
Carinhos e olhares
Da pedra vejo você
Quero ter seu amor
Seu sulco e sentir sua pele macia e cheirosa


... ... ...
O dia que essa procura cessar
Iniciar-se-á a minha loucura,
Por isso, sempre vou procurar
Por coisa misteriosa e obscura.
... ... ...

obscura e misteriosa
qual sera sua procura
um amor que não existe?
Ou sera apenas loucura?........


... ... ...
Acho que achei o que procurava,
mas, logo, quando eu a achava,
tão logo, em seguida, eu a perdia;
porque achava que eu não a queria.
Resta-me, assim, continuar a procura
da obscura cura da nossa loucura...
... ... ...


... ... ...
Garçom! Recolha o copo!
E embrulha essa tristeza!...

Se ela me procurar eu topo
Não procurar tanta certeza
Dentro dessa dose no copo.

Ou melhor! Encha o copo!

Porque eu já tenho certeza,
E pra dormir eu me dopo
... ... ...

Insegurança
Pavio molhado não se acende
em meu coração quase desfalecido fica
fica apenas a insegurança
em meio a tonto movimento contos, casa dos contos
sorrisos, eu, disfarce
tentativa de conforto
Refugio para longe
Procuro casa,
Casa dos Contos

Procurei em vão
Não te encontrei
Retorno, insegurança
contos, contos
qauntos passos
quantos olhos
em quantos cantos,
muitos contos..
contos Casa dos Contos

... ... ...
A procura
no decorrer
da obscura
história
faz recorrer
a memória ...
... ... ...

... ... ...
Então procurei sonhos e glórias
nos resquícios de um menino,
retidos no fundo da memória.
OH!, que diferença de destino,
encontrar apenas uma vitória -
CRESCER!... E para maior desatino,
perceber que o destino desobedece
à medida que ser humano cresce...
Talvez, pra que o sonho pequenino
não desapareça da atual historia .
... ... ...

vejo o seus olhos na escuridadan

vejo o seus olhos na escuridadan

... ... ...
Dela, eu só sei mesmo o prenome,
Mas guardo um retrato seu antigo,
E a recordação que trago comigo
Insiste em procurar por seu nome...
... ... ...

nao te procurei, me encontrei...teus olhos ainda nao vi, mas ha coracao, pra quem amor busca...nao preciso ver te, preciso sim, verter a ti...tudo que ha em mim...
te procurei sim...


nao te procurei, me encontrei...teus olhos ainda nao vi, mas ha coracao, pra quem amor busca...nao preciso ver te, preciso sim, verter a ti...tudo que ha em mim...
te procurei sim...


não te encontrei procurei avidamente
entre fontes, palmeira e fezes
vagando frio pelo sonho incomum de ser
estacionando a minh'alma na mais profunda dor
porque procurando-te não te acho
e é essa forma de amar que me agrada...
a solidão me machuca, mas é a dor que me alimenta a alma

...

Quem nunca achou ninguém
Ou nunca procurou também,
Não é tão infeliz como alguém
Que vive a procura de outrem...
...

ct. Adam David
se mãos, espreitada lembram garras , da ave de rapina quando agarra, o corpo freme e se arrepia, na procura eloquente do prazer, na busca de mais um amanhecer, como o desabrochar do amor no florecer,de cada nova paixão,a procura de nova emoção,ha! bandido coração,segue sua procura sabe-se lá se em vão.

...

A procura é um vão...,
às vezes não se sabe
até aonde alcança a mão;
e o que se acha não cabe,
ás vezes, não cabe não,
quando o coração se abre...

...


repleto de emoção.
Então se fecha o lacre de uma nova
inspiração.
Corre solto ao meu
lado teu sofrido
coração.
Me procura, me des-
faço desta nova emo-
ção.
Na embriaguez do teu
compasso
sigo na escuridão
só pra ver me desfaço
desta nova ilusão.




repleto de emoção.
Então se fecha o lacre de uma nova
inspiração.
Corre solto ao meu
lado teu sofrido
coração.
Me procura, me des-
faço desta nova emo-
ção.
Na embriaguez do teu
compasso
sigo na escuridão
só pra ver me desfaço
desta nova ilusão.



...

Naquela noite, ficou pasmado
Achando-se muito realizado.
A procura havia acabado???...

Dia seguinte, bem-apessoado,
Sentia o coração bater sossegado
E o corpo todo mais descansado....

O caçador havia sido caçado???...

...

...

A felicidade completa, se existe,
Não sobrevive sozinha;
Por isso a procura insiste...

Quem lhe fizer ouvidos moucos
De propósitos, com ela não se alinha
E a procura vai fenecendo aos poucos.

E eu que pensava ser loucura,
Apenas uma coisa só minha...,
Preocupar-me com essa tal procura.

Mas agora, pelo que sei e me parece
Essa procura tem efeito de erva daninha,
Pois ela tanto alastra como cresce...

Ah essa procura!... Se lhe der trela,
Toda a vida da gente caminha
Procurando chegar perto dela.

A procurada felicidade da gente
Acontece, já passou, talvez se avizinha,
Mas ela raramente é de corpo e mente.

CARPE DIEM - APROVEITA O DIA... CARPE DIEM - APROVEITA O DIA

CARPE DIEM - APROVEITA O DIA

...

Não sei se aproveitei o dia...
Mas, certo é que tudo se avisinha.
Meus anjos, meus amores, minha doce
poesia.
E tudo se completa no teu corpo, nesta procura
insandecida.
Minha alma segue em
frente ,
sem temer a tal ferida,
que sempre se aproxima de quem
se habilita.
Forte ou fraca esta tragédia me inspira.
Faz-me sobreviver tecendo sonhos
nesta procura infinita.
Vivo procurando amores perdidos há
tempos idos.
Se o amor justifica a procura,
então, da procura
sobrevive o amor.


...

Oh! JÁ SE foram tantos tentos
Ufanando um candidato LEAL... .
Ó SANTANA, trazei-nos bons ventos
Pra ajudar na procura do nosso ideal..

...

Mas o ideal é fogo de
palha,
quando se pensa que se encontrou o candidato LEAL,
ele se vai com o vento,
deixando memórias
surreais.
Agora, meu ideal é encontrar um novo
par.
Que os ventos nos ajudem
a encontrar um novo
ideal.
Quiçá, um novo Adam
um novo Davis,
um novo ANJO, um
mensageiro,
um par perfeito,
quase LEAL?.....


...

Um fogo de palha
Só dura pouco
Quando não espalha

E se procurar um anjo
E achar um anjo louco,
Um peralta marmanjo...

...


Este fogo nunca espalhou-se.
Guardado está neste
celeiro.
Neste coração amuado,
a procura de um bem querer.
Se guarda tanto que se maltrata,
passando a vida sem viver,
procurando um anjo-
que seja louco-talvez
peralta aventureiro.
Mas, que me faça
nascer de novo,
sobreviver.....

...

Estocar o trigo
E sovar a massa,
Procurar o amigo
Misturar a raça.

Estoquei a safra;
Aumentei a monta;
Bloqueei a conta;
Ignorei a mafra... .

No celeiro da vida
Guardei e não usei
A vontade atrevida
Que nunca ousei...

A garra do goleiro
Não agarra mais
E já é tarde demais
Pra abrir o celeiro...

...

Neste celeiro,
tenho a guarda dos dos meus segredos.
Nunca é tarde quando se ama
demais.
Então, esta procura,
não se desfaz.
Age com sutileza.
Não se atreve ousar demais.
Mistura o estoque armazenado,
para mais tarde,
lançar ao primeiro goleiro
que não se bloqueie e o agarre.


...
Um procurará salvar com garra,
Enquanto o outro cobrirá a falta;
Se for gol haverá tristeza e farra...

O empate favorecerá a marra
Procurando enaltecer a malta;
Cabe ao árbitro segurar a barra.

Às vezes, sem procurar, a gente esbarra
Com um compromisso sem falta,
E se esquivarmos, vem outro e agarra.

É preciso procurar conter as amarras,
Pois a possibilidade de não golear é alta,,,
E não se vive só, e somente de fanfarras...

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
“E na vida a gente tem que entender
que um nasce pra sofrer
enquanto o outro ri.” – Tim Maia

...

Vivendo assim,
eu tento entender
a alegria de sorrir
e a tristeza de sofrer,
Buscando no murmúrio da noite,
um sonho que me faça reviver.
Enquanto a vida permitir,
te sigo ó! Noite!
até o alvorecer,
me submetendo,
eternizando esta procura,
às vezes sorrindo,
às vezs sofrendo....

...

Amanhã essa procura
Vai encontrar-me melhor...

“Não há nada como um sonho para criar o futuro.”
(Victor Hugo )

...

...
Exagero sempre na procura
de algo que não me caiba,
para que eu nunca saiba
da medida exata da cura...

“Respondo comumente aos que me perguntam a razão de minhas viagens: sei do que vou fugindo, não sei o que vou procurando.”
(Montaigne)
...

procurando sempre aquém, a quem? a quem procura

...

Quem procura vai..., volta e vem
procurando simplesmente;
e às vezes a procura vai além
de onde chega o consciente...

...

...

Uma procura imperdível,
mas só perde, se a alcança...
É um erro irredimível
a procura por vingança


“A vingança triunfa sobre a morte;
o amor a menospreza; a honra a
persegue; o sofrimento converge
para ela.” – Francis Bacon


E o que mais a redime, senão a literatura?

...


...

A procura por Ìtaca deve ocupar as nossas mentes,
Porque não conseguiremos desandar nas suas trilhas;
Todos nós vamos descer suas montanhas, literalmente,
E essa descida pode estar por perto ou a muitas milhas...

...

...

_ Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto... Então, a Loucura começou a procurar. Procurou em cima das montanhas, rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurou por todos os lados, nisto a Loucura viu uma roseira, pegou num pauzinho e começou a procurar por entre os galhos, quando de repente ouviu um grito... Era o Amor..., gritava porque tinha furado um olho com um espinho...
A Loucura não sabia o que fazer, pediu desculpas, implorou perdão e até prometeu segui-lo, doravante, para sempre.
Hoje o amor é cego e a Loucura acompanha-o sempre...
(Autor desconhecido.)

...

De certo que a muitas milhas estou deste amor incansavelmente ansiado.
Mas, me pego perdida entre tantas lembranças esvaídas
e sofridas que me perdi neste recanto solitário a procura
de um Deus, de um Mito, de um Santo,
que me acalente e
me guarde
nesta cegueira constante.
E esta loucura que me acompanha?
Não sei se me desfaço, ou me calo.
É certo que o amor se perdeu
entre sapatos, roseiras , lua cheia,
rios e montanhas,
cachoeiras, roseiras .
E o pobre espinho? Fê-lo descobri que o amor e a loucura,
andam de braços dados.
Porque sendo o amor
cego,
a loucura sem enxergar quem a
acompanha,
sem vislumbrar ao certo,
que o amor de certo,
nos faz parecer insanos e cegos.

Correção:

De certo que há muitas milhas estou
deste amor

* * *

O amor é sabedoria nos loucos
E a grande loucura nos sábios;
Loucos e sábios são uns poucos...

Quem ainda procura seus alfarrábios
Para examinar recordações amigas
E com admiração morde os lábios?

Quem abriu o baú de coisas antigas
E caiu a procurar como um mendigo
A recordação que ainda lhe castiga?

Sabedoria e loucura hão de ter contigo
Para fugires e voltares para a realidade;
E procurando, se encontrares dê-las abrigo.

* * *

* * *

A Procura da Cura

A minha completa cura
Precisa de subterfúgios,
Eu uso a evasiva procura
Para encontrar refúgios.

E se eu achar um abrigo
Talvez até encontre paz,
Todavia, é bem capaz
A procura vir comigo...

Creio ser longa, não infinita
E vai morrer comigo a procura
Margeando o bem da loucura.

Aonde essa loucura habita
Os meus versos vão morar
E minha música há de tocar.

* * *

E você apareceu
trazendo o sol no olhar
iluminando tudo
o que podia alcançar

Seu sorriso de criança
inundava meu pensamento
você me trouxe esperança
transformou o meu momento

E hoje te busco em cada face
em cada estranho que vejo passar
queria outra vez que você me iluminasse
te procuro em cada canto,quero outra vez amar.



* * *


Por que me escapas, aonde vais...?
O que procuras mais uma vez?
Quisera fosse eu como um cais
Pra conter essa lágrima de vez...

Talvez quem saiba, eu sinta demais...
E tu que vens duma longa adjunção
Se brotares, tornar-te-ás inundação
E o meu corpo, barco sem arrais...

Mas eu finjo ser uma parede concreta,
Eu procuro fingir ser muito contente.
E eu finjo não possuir alma de poeta;
Vivo fingindo..., mas não sou competente...


CHERCHEZ LA FEMME! - Procurai a mulher!

* * *

Procuro por voce no céu, nas nuvens.
Não te acho, talvez também esteja a me procurar, onde te encontrar, talvez em algum lugar. Pra voce espero ser uma voz ou uma luz.

* * *

Contudo, não desistimos,
visto que a vida procura é.
E na procura insistimos
sem nunca perder a fé.

>>>>>>>>...<<<<<<<<


“Essa felicidade que supomos,
Árvore milagrosa que sonhamos
Toda arreada de dourados pomos,

Existe, sim: mas nós não a alcançamos,
Porque está sempre apenas onde a pomos
E nunca a pomos onde nós estamos.”
(estrofes de o: "Velho Tema" - Vicente de Carvalho)

* * *


Felicidade?...
Felicidade?...
Felicidade?...
Não sei desta
tal felicidade
que supomos.
Sei que felicidade,
se reflete
de raros momentos
que nos enleva.
que nos toma
que nos humaniza
e nos hipnotiza.


Contudo, esta procura persiste...
E se desisto,
a morte me ronda.
E se insisto,
este amor me
acompanha.

* * *

Bravo! Bravo!
Bravo, Jaci ! ! !

E como já se viu, sabemos é verdade que:
felicidade é um lapso, um intervalo que se pode ou não ter...
É o momento de glória, o degustar do bom champagne...
Pode ser o simples desejo para que a sorte nos acompanhe...,
contudo, será sempre um sutil momento..., uma leitura... .
É preciso uma verdadeira maratona, uma constante procura...
Ou quem sabe?... talvez não seja nada disso...,
talvez seja o desenvolvimento do corpo sem enguiço-
dormir..., acordar - a audição, o paladar. Todos os nossos sentidos.
Pode até ser a realização de alguns dos nossos desejos reprimidos;
todavia, haverá sempre um nova procura para a ‘tal felicidade’.
E quem vive na cidade, procura-a na praia, no campo ou em outra cidade,
depois de tanta procura acostumamos a nos enganar com a nossa realidade... .

* * *

* * *

E como Jaci disse:

A Felicidade
Hipnotiza,
Humaniza,
Dá claridade,

Mas Desta,
Ela Atesta:
É Fugida,
É Arredia.

A felicidade não está cassada,
Portanto, não se anula a procura;
Entretanto para ela ser alcançada
Chega-se perto daquela ‘loucura’... .

* * *

* * *

Num vai-e-vem
na procura de alguém
a vida passa além...
A felicidade?...vai bem!...
eu a procuro também.
Amém!...

* * *

Por quê esse AMÉM,
com tanto desdém?
E se nesta busca,
alguém te acha?
Que faço eu com a
minha procura?
Desisto de encontrar-te?
Ou, vou além desta
loucura,
invadir a tela que nos separa?
E felicitar meu coração,
de haver-te encontrado,
com ,apenas, três passos:
DESEJO......
IMPULSO....
REALIZAÇÃO...

Final de tudo?
Uma sublime emoção que me embala;
que me aninha,
nesta procura
sem rosto.
Mas, que de certo,
me brinda,
com tanta felicidade...


* 8 *

Desejo: dá e passa... repete... Ou não...
Impulso: é a mola que nos impele... É o estímulo..
Realização: é a efetuação... (o resultado pode ser melhor ou pior do que o esperado).



"De tudo ficaram três coisas:
a certeza de que estamos sempre começando;
a certeza de que seremos interrompidos antes de terminar;
a certeza de que é preciso continuar...

Portanto, façamos da interrupção um caminho novo;
da queda um passo de dança;
do medo, uma escada;
do sonho, uma ponte;
da procura, um encontro”.
Fernando Sabino

* * *


Esta procura que me encanta.
Me faz feliz a cada instante...
Da queda não receio,
Nem dos escombros que me perspassam.
Saio rolando sob a
escada,
e encontro a ponte
que nos separa.
Do sonho, se deu a
esperança;
Da procura ,
o almejado.
Só me resta, então,
esperar,
salvaguardando-me
desses recomeços
e interrupções.
E continuar na certeza,
De que do princípio,
se fez o fim.
E que do fim,
propiciar-se-á o tão
esperado encontro.

* * * * * * *

Já parastes para pensar
os motivos de tantas interrupções...
rompimentos...
Quebras....
Cortes ..... E distanciamentos?
Será um capricho teu...? Meu...?,
Ou do destino?
Não mais pude saborear aquelas
doces palavras,
repletas de paixão,
e comoção.
De um sentir silencioso, sutil,
e generoso.
O carinho que tuas palavras se revestiam
me inebriavam a alma
me acorrentando
nesta ingrata procura
por esta infinita paixão.
Quisera eu, libertar-me,
das correntes que
me laceram a pele
e me corróem o
coração.
Mas, pobre de mim que sem esperar,
viu-se aprisionada por esta renitente procura
sem fronteiras....






* * *

O diretor mudou o capítulo,
Mas o tema continua o mesmo....
Talvez haja procura doutro título,
Mas o elenco ainda é o mesmo.
............................................................

Eis a metonímia do próximo capítulo:
“The Closest Thing To Crazy” – inspirado, que foi, na letra da música abaixo:

“The Closest Thing To Crazy”
(A Coisa Mais Próxima da Loucura)

“Como pode a miséria parecer tão doce?
Como pode a felicidade parecer tão errada?
É tão fácil magoar um coração;
É tão fácil fechar [os] olhos.
Eu nunca fui louco sozinho...
E agora eu sei que há uma ligação entre os dois_
Ficando perto da loucura e perto de você...”
(by Katie Melua)

* * *



* * *

Enquanto a roda do tempo ainda gira,
procura-se sanar muitas indiferenças
para com a natureza e suas crenças.
A ciência aplacará o final dessa ira???

* * *


* * *

A exortação da vida
É o apresto da morte,
A alma sai comovida
Do jazido sem porte.

Da vida nada se leva.
Deixa-se o acúmulo
No exterior do túmulo,
Ante a luz ou a treva...

No transpor do contorno,
Virá a procura de um retorno
Pra desabrochar outra vez.

Proceder ao ajuizamento,
Ao apresto, ao aviamento,
AGORA! Depois, NUNCA talvez...



P/S:
“Arrepender-se do passado, aborrecer-se
do presente, temer o futuro: É Esta A Vida.
Só a morte, a quem é confiada a mudança
sagrada das coisas, me oferece paz. “
(Foscolo)

* * *

(Adam D. K.)

O passado me aborrece de fato.
O presente, comumente, me entedia.
E o futuro?
A Deus pertence.....
Veja! Como de fato,
irônico é o meu passado.
Arrependo-me de não
tê-lo degustado,
Saboreado, em tempos de glória...
Em tempos de luz e
trevas, só me resta,
procurar os restos que foram de mim,
E atrair para dentro
em min'alma,
a paz tão almejada.

* * *

“Tempo devorador das coisas"

Presente, presente, o presente... .
Curta o curto-circuito
Deste momento fortuito,
Que de tão fugaz já é ausente.

A passagem do presente para o passado
Pode provocar problemas com os ‘miolos’,
Devido à baixa resistência entre os pólos
E o excesso de corrente passada pro fio longo e anelado.

O fio dourado do futuro é um sonho
Temido, bisonho, tristonho ou risonho;
É promessa infernal ou delírio eldorado...

Procura, pois, no curto-circuito do presente concretizar e devanear...,
Para depois, procurar no fio longo e anelado, e lembrar... recoradar...
E quem sabe? Procurando, procurando, se, se chegará ao furo do futuro almejado?...


“TEMPUS EDAX RERUM”
“Tempo devorador das coisas"
Pensamento de Ovídio (Metamorfoses, XV, 234).

* * *



O presente me agrega ao passado.
E ,o futuro ,um tubo
condutor,
que me impulsiona
nesta existência
ausente, sem cor,
e sem amor.
A passagem afunilada ,
provoca dor e ressentimento.
O fio perspassado,
já não tem o brilho dourado do futuro acalentado.
Busca-se , então,
neste futuro pagão,
encobrir a personagem com máscaras de fogo.
E o inferno aproxima-se pagão,
vislunbrando desnudar o invólucro
que,
de tão temido, camufla-se na pele de um santo louco , cuja,
meta, é distrair o
povo, que na cegueira, desvia-se do proposto sonho de ser verdadeiro
na procura da perfeição.
A alienação toma seu posto.
E a utopia de se concretizar o inconcretizável,
dilui-se no fio condutor.
Jus se faz relembrar, que na procura,
esa fruta tão desejada,
tem um futuro promissor.

* * *

A procura dessa fruta
já deu o que falar...
Fez da obsessão bruta
o espírito desapegar.

Coitado do pobre Adão
pegaram-no em flagrante
em plena compulsão…
Isso lhe provocara gagueira,
e ele dissera ser ignorante
pra justificar a tal cegueira.


Enfim:
Coube à mulher herdar o pomar do paraíso. A Eva do presente e a Eva do passado
é a ninfa, que oferece ao homem (nem sempre de presente) a fruta do pecado.
O fruto do futuro –‘o para sempre’–, conforme o axioma: só a Deus pertence...
E assim é que ficou acordado: quem ganha come, e quem se arreganha não vence.
Mourejar hoje pra comer hoje, pois, vai que amanhã, a bem-aventurada amanhã;
a prometida, a que conduzirá o futuro; traga as garras e os desígnios da tal maçã.

* * *

Esta fruta foi criada
por pagãos.
Que inibindo a tal adoração,
Tornou cegos aos
que viviam na ilusão.
A fruta que proibia
o dar fruto.
Que proibia o desejo;
O desligamento;
O transe.
Embasados nesta ilusão,
Criaram a cegueira,
Para justificar o pecado de Adão?....
Perpetuados na ilusão
Homem e mulher,
Se confrontam -fora
do paraíso-
Pois, o pecado,
instalou-se no juízo
de quem da fruta
comeu.
Mas, encontrada a fruta,
que nem sempre o homem desfrutava,
O homem libertou-se
da clausura.
Descoberto, o oásis
camuflado,
O aprisionamento
passado,
Tornára-se o paraíso
presente.
E a guerra tornou-se
O motivo que os
alimenta.
E nesta luta sem-fim
Quem ganha ,nem sempre come,
E quem se arreganha
nem sempre vence.
E o que fora
prometido,
Pode trazer dúvidas.
E as garras do futuro
São vedadas ao
desígnios de Deus,
e não da tal maçã.



* * *

Gosto de uva,
mas uso luva;
gosto de maçã,
gosto de caqui;
mas a procura daqui,
minha cara irmã,
vai além do pomar...
A procura chega à gruta,
lá se tem o que tomar
pra tanto saciar a sede...
Torna-se adequada a rede
antes de colher a fruta...
Tendo-se dois bagos
do mesmo cacho de uva
e alguns espaços vagos
na boca, a língua curva
para melhor saboreá-los...
Se, for beber água turva,
basta pouca, e falo-vos:
a barriga redonda incha
como cerdas de trinca
embebida na lata de tinta.
Procura com manha, com finta,
Pois, se a procura insaciável fica:
Cuidado! O mel é doce, mas abelha pica...

* * *

Da doce fúria que embebe a tua boca.
Na ânsia por comer
a tal fruta. Aquela!...
Que degustavas com tamanha loucura,
que mal enxergavas
através da lupa,
os bagos enormes!!!
que a boa fruta,
podia oferecer-te.
Em fúria insana,
fostes além da gruta,
redes, pomares e
curvas,
saciar a fome da tal fruta prometida.
E tua língua, boca
e ventre, sentiram
o prazer de tê-la
abocanhado e
sorvido com tal ira,
que entalou-se com os talos que a fruta fresca à língua oferecia.
E estas vãs palavras não me afastam, nem
me espantam.
Apenas, procuro por ti.
Com manha,finura,
e paciência.
Por isto que me reguardo:
Da picada que podes me dar.
E ofereço-te o doce
do mel,
para que me lambuzes.



* * *

Procuro o que quero achar,
Mas logo, quando eu acho,
Acho que continuo a procurar...

Mas que diacho!
Eu acho que procuro o obscuro,
Pois não acho o que procuro...

* * *

* * *

As coisas boas, que procuro e acho,
Acho que eu boto a perdê-las... .
Sou uma poça de um riacho;
À noite procuro espelhar as estrelas,

Mas de dia evaporo-me no sol...
Eu vou procurar baixar meu semitom,
Ir mais cedo pra debaixo do edredom... .
Ficar bemolizado, como manda o bemol [¿]

(vou suavizar e abaixar um tom da nota antes).
Ultimamente tenho abusado do sustenido [#]
Aumentando, todas as noites os semitons soantes,
Ando fazendo isso pra não ficar muito deprimido.

* * *

Pior é não ter o que
procurar.
Pois, a procura,
nos faz sonhar
e continuar...
Por isso,é que o obscuro nos fascina,
E nos parece profundo.
Um buraco negro e
insondável.
O mistério nos abate
e nos consola.
Mas, este mistério
nos envela e nos
conduz por estradas nunca d'antes
trilhadas.
E o que procuramos,
nunca será alcançado,
independentemente,
de nossa vontade.....

*************************

Por quê não esqueces o passado
E olha à tua volta
e percebas o que de bom tens a ganhar?
Por quê não esqueces o sol, as
estrelas, a noite,
e vem mostrar-me
seu tom, semitom, e
bemol debaixo dos lençois,
e suavizar o tom da música que em meu corpo vibra,
num sustenido Alarmante;
Dissonante;,
Estenuante; Aguardando,
que adentre a porta
e me "cantes",
deixando a depressão
partir em si bemol?



Correção

nos enleva e nos
conduz.

*****
Alarmante;
Dissonante;
Estenuante;
Enquanto adentras
a porta,
e me "cantes"
deixando a depressão
partir em si bemol?


* * *

Já se está pensando certo, e decerto... ela tem noção
de que a procura de ser e não ser, nem sempre é uma opção;
nascer não foi procura nossa... E mais, essa prosa
trouxe à tona o que disse Marta - relaxa e goza!

Porém, todavia, “o mistérios nos abate e nos consola”

“OMNE IGNOTO PRO MAGNÍFICO”
(tudo que é desconhecido é tido por magnífico)
ou seja: A imaginação sente-se fascinada pelo desconhecido.

* * *

Magnífica esta prosa tua!!!
Fascinada estou por este ser desconhecido.
Minha débil imaginação,
povoa o inconsciente coletivo.
Não obstante, nascer, ou não nascer,
não nos cabe a opção.
Mas, a àquele...!Aquele...! Percebes?
A procura do ser, ou não ser,
é um ato de fé....De amor....De respeito,
por si mesmo.
E é no balanço desta
contradança,
que sinto-me à vontade em dizê-lo:
Procura-me! Procura-me!
E me encontrarás aqui.....



* * *

A nossa procura pela outra metade
dá voltas e voltas... E, quando volta,
principalmente depois de certa idade,
pode às vezes, causar grande revolta...

E essa procura, a bem da verdade,
não chega a ser uma procura inútil;
mas talvez, seja um passatempo fútil,
que inventamos pra driblar a realidade.

Procuramos viver juntos, mas nascemos só
e morremos juntos ou não, com ou sem dó;
mas sem a garantia de ter achado a inteireza.

Ao corpo: irremediavelmente o pó... .
À alma: é uma polêmica questão. Eis o nó
da procura, que no final acharemos com certeza...

* * *

(Adam David)

Nascemos sós, e morreremos sós.
Não são os corpos que se juntam,
mas as almas,
num encontro,
afortunado,
repletas de amor,
sereno e sem dor.
Cuja mansidão nos acalma o coração
apaixonado,
e nos enleva, gratificando -nos .
E os opostos se integram,
porém, individualizados.
Pois, sendo ÚNICOS,
perderão suas identidades.
Assexuada, a alma
não se polemiza.
Segue seu rumo,
sem se constranger
com dúvidas.
O ser, ou não ser,
cabe ao Homem,
que na procura, se esbarra na própria
sombra.

* * *

Hoje, insistindo na procura,
percebo uma concomitância
bem disfarçada e sem tortura,
coexistindo desde a infância...

Antes, não me dava conta de
que a medida da conquista
impingia-me uma monta de
tão elevada mudança imprevista.

Ao avaliar as perdas e ganhos,
eu fui percebendo os rombos
e seus incalculáveis tamanhos
na curvatura dos meus ombros.

E agora? bem, agora é o que vale!:
vou repesar tudo o quanto se pesa
do que restou; procurar melhor talhe
e reerguer os ombros, com fé e reza...


P/S.:
Na vida, tudo é troca... .


Abrindo os olhos para esta dura realidade dantesca.
Somei as perdas
e danos,
e vislumbrei,
um novo horizonte.
Mas, a minha maior perda ,
foi ter compartilhado desta malfadada procura,
com alguém desleal.
Que aos meus olhos, agora,
pagã, saiu em desatinada ronda,
buscando motivos
para permanecer incólume,
na fictícia razão que o alucina,
revestindo-se de pele de raposa ,
aproximando-se da vítima sem pudores,
para depois,
entre sombras e
folhas,
arrastá-la em suas armadilhas de doces encantos...
Passada a rasteira
final,
regozija-se com o triunfo de uma besta!
E é isto que percebo.
Finura;
Gentileza;
Esperteza;
Pureza;
Astúcia;
Argúcia;
Um disfarce esmerado,dígno de
aplausos!
Uma sutileza,
que sem peso,
o conduz a passos largos ,para a tão almejada vitória.




* * *

CORPUS DELICTI

Vencer a si mesmo? Qual vitória?
E ainda que algum outro hábil perito
procurasse a prova de que a estória
não era contraditória com o tal delito;

mil e uma questões..., testes..., e mais vistas...
E cada fase encompridando o caso intrincado.
A procura, no final, daria em nada; e o togado
sem provas pra sentenciar o réu, leria as listas

de todas aquelas cruéis acusações...
e dar-lhe-ia plenas absolvições...


CORPUS DELICTI – “CORPO DE DELITO”

* * *

* * *

Aquele sentimento que eu tanto procurei, já mudou...
Não sei quando, mas foi enquanto eu procurava.
Porem, eu insisto em dizer, que a procura não acabou...

Todavia, já não é o que era e nem está onde eu estava
na ocasião em que aquela procura começou;
por isso, (lógico) não procurarei aonde procurava...

Eu aprendi que a procura é cama[leoa]...-
Ou se agarra, ou então, se desapega.
E, que nem sempre a gente vai na boa.... .


P/S:
“Domani tutto cambia in tutto e per tutto”
(amanhã tudo muda em todos os sentidos)
Se non è vero, è bene trovato...

Ma è Vero! Infatti!

* * *

* * *

Continua a procura...
A busca é constante...
Vai que num instante,
por uma via obscura,
a gente se olha o bastante,
e de um jeito cativante;
iniciando-se a loucura
de se ver, daí em diante...

* * *

Continuo com a procura.
A procura é meio cativante.
Volta e meia estou
eu de novo nesta
procura.
Nesta vigilha constante.
De um jeito ou de outro,
Se nossos olhares se cruzarem
cativantes;
Inicia-se um novo ciclo,
não de loucura,
mas, de amantes.

* * *

A procura pode ser cativante;
A procura pode ser um martírio;
A procura produtiva segue avante;
A procura trágica é um delírio;
A procura pode se tornar mistério;
A procura começa de um ponto;
A procura tem que seguir critério;
A procura pode virar um conto...

* * *

+ + +

Procura-se

Procura-se
Para tratamento e auto-cura,
Quem não sabe o que procura
E que acha que isso é loucura;
E por isso se tortura... .

+ + +

Procura-se a
pró-cura
Que alivie os males físicos e emocionais da vida,
Que seja um cataplasma para as dores de amores, Mas que principalmente,
Vença a solidão da existência.





* * *

Procurai vos livrar da solidão que devora,
Da solidão que faz o tempo correr lento;
Da solidão que não adianta e atrasa toda hora,
E procurai entender os sermões de São Bento...

Não procureis imitar a solidão dos astros
Nem tampouco arremedeis a solidão da lua;
Procura sim! cumprimentar alguém na rua,
Talvez esse alguém siga os teus rastros....


* * *



* * *

A procura não traz alforria
Nem leva o procurador à loucura,
Mas pode modificar o enfadonho dia-a-dia
De quem não optou pela procura...

* * *


* *
*

Procurava o que ela já o possuía...,
Mas o que a possuía, ela enganava.
E ia procurando aonde não luzia;
E ia se enganando nessa procura.

* *
*

*
*
*

Se tu vives sempre a procura
De um abrigo mais seguro;
Procuras o que eu procuro
Pra enganar a torva loucura.

*
*
*


*
*
*

Mas se já cansaste dessa procura,
É porque já passas pelo obscuro
Abrigo entre a razão e a loucura;
Abrigo, que até hoje eu procuro... .

*
*
*

**
*
DeClaro!
A procura
No Claro
Não cura

Eu procuro
Tu procuras
As loucuras
No escuro

Tô cheio
De procurar
Um meio
De me curar...
*
**

* . *
*
Procurei cores nas escuridões dolorosas,

Mas enquanto procurava só de olhos abertos,

Meus olhos só viram sombras dolorosas;

Multicores, eu vi com o coração e os olhos descobertos
*
* . *

Procurei sem pensar,
Pro curei entre a razão e a loucura,
Aquilo que sei que não vou encontrar,
Que se esconde entre a solidão e a cura.


*.*
Eu tenho o que você procura...
E eu sempre procurei por você.
Pode parecer idéia uma obscura,
Mas se a gente não se aperceber,
Vamos continuar nessa procura... .
*.*

você não perde.
se procura em mim
me perde
se perde
sem fim

* * *
Uma boa tática pra quando estiver procurando,
é fingir, durante a procura, que não está procurando...
* * *
(Adam David)

Que aqui se percam todas as palavras,
assim como se vai a inocência,
e mesmo que seus amigos se forem um a um
que ainda lhe reste um pedaço de conciência,

Ainda que alcançar os jardins da babilônia,
não se gabe , se atente, se apresse
o que procura pode estar ainda mais longe,
perdido em um desejo, um gemido uma prece.




~~~~~~/*~~~

O que você anda procurando
É boa dose literatura na web?
Pois, então você não percebe
Que há onze anos serpeando,
A serpente atravessou a sebe
E ganhou terreno iluminando
A sociedade literária e a plebe?
~~~~~~~/~~~

*;*

Eu continuo a procurar
incessantemente,
mas não quero encontrar,
exatamente,
nada que me satisfaça
integralmente;
pra vida não perder a graça
da eterna procura... .
Todavia, há quem acha
que essa tese grassa
as fantasias obscuras.

*:*


no mundo encontrei o desespero amargo de viver ja não posso mais aguentar viver na soiciedae com todos em minha volta me olhado e achandoq sou intessamente algo obscuro'mais eu respondo q não sou algo obscuro mais sim posso ser a luz do mundo

...> . . . >

A procura sempre acontecia
pelas ruas, que sei de memória,
palmilhadas em sua companhia.
Refiz a rota da nossa história:
cenas de barro e relva macia... .
Mourejei por mérito e glória
driblando porção de nostalgia,
mas lá se foi a noite transitória
e sem te reencontrar amanhecia.
< . . . <...

A PELE
O QUE É A PELE?
SENÃO A TEXTURA DA PÉTALA?
SENÃO O MAPA DA VIDA?
SENÃO A DENÚNCIA DA EMOÇÃO?
SENÃO O SILÊNCIO DO TOQUE?
SENÃO O RECURSO DOS DEUSES
PARA APRISIONAR A ALMA
E EXPERIMENTAR O AMOR?



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