A Garganta da Serpente
Ouroboros poemas sem fim
ATENÇÃO: devido à invação de spammers, os poemas sem-fim estão temporariamente bloqueados para novas contribuições. Pedimos desculpas pelo transtorno.

CAOS


E o avesso de tudo
determina a desordem absoluta
do meu corpo
nesse instante
nesse instante a confusão,
nesse caos a emoção,
que percorre solta em meu viver,
no momento em que me acho,
consigo me perder...
no momento em que me perco...
o caos corre solto em minhas entranhas...
a torre de babel,
o conflito do triste ser...
sem sentido,
em conflito,
sem ser distinto,
sem ser preciso...
o caos...
a perdição,
a contra-mão...


Eu no esquadro
na barra móvel da guilhotina
picotando razão
com meu sebento tesourão
Formando ângulos dilacerados
aleatoriamente retardos
E imprevisíveis linhas
a carvão de churrasco
Faço da existência
minha mais profunda conotação negativa
E saluto
minha sempre desejável desorganização
flamejante e doentia
Indeterminissimamente
só para mim o cu tem haver com as calças
E da instabilidade dinâmica agora alça
meu esboço fractal arredio
Pelas escadas sem degraus
só se assemelha a mim o caos

do caos nasce o Verbo
todas as manhãs,
numa sinfonia de cânticos,
coroado de luz.
ele é a noite de Deus,
em que o seu labor
paciente,
vai recriando o mundo.

arvorado destino
sem nexo a perder
a fina tez que tranluz
o presente morrer
do todo às partes
que evaporam em todo ser

O MUNDO PARA,
AS PALAVRAS CALAM,
FECHO OS OLHOS
E TENTO RECRIAR A LUZ...INÚTIL TENTATIVA.
OFEGANTE E TRÊMULA CORRO CONTRA O TEMPO,
A ESCURIDÃO AUMENTA,
E EU QUASE INSANA
ME CURVO AO CAOS...
QUE EU MESMS CRIEI

Olhos de vidro, lacrimejante
Boca espumante, saliva abundante
Língua serpenteante
Amarelosolhosdeluzdefarol
No atol – atolado – de lado
Na lama
Clama! (FRAGMENTOS)


E no burbulhante desafio completo, pichado entre as paredes do incerto que minha pele repousa
Onde esta a ponte?
A vida ressurgi entre poluição sonora
a lingua rasga-se em infinitas paralisias que insistem em desabar o esqueleto
Sou o nervo de tudo e vomito o veneno do caos
é a causa
é a ressonância vinda de todas as serpentes
Eu me curvo...
Onde estão os meus dentes?


Será o fim? Sepultura? Corpos na água, como se fossem parte dela, por esse motivo ela espera.
Ansciosa a Gazela.
Água suja, Impura, Imunda.
Então vem a parte esperada, nem sempre alcançada
Pensa que não supera, "O Fim a espera"
Inferno, Luz, Agúa, Perdição.
No fundo do poço, Abismo escuro, reluz o ar impuro, Obscuro, sujo
Ela vivendo então nas chamas, será Glorificada?
Sei também que é algo esperado muitas vezes não conquistado.
Ela deita ao seu lado, seu calor inesperado, a velha lembrança do passado, olhos fechados, mesmo com a luz do lado tem lembranças do passado
Passado......
Obscuro tudo então concretizado, no olhar aquele retrato
Talvez retrato falado, que foi harmonizado.
Pele branca, será neve ao seu lado ou será luz que reluz o fardo pesado
Aquele fardo calado, que quando então cansado se lava ao gás inalado, e então vê os vidros logo ao lado
Chega à conclusão que está tudo consumado.
Então os vê no Tortão, será o portão?
Ela pensa então, este é o meu fim, chegou o fim da minha traição.

Fim ?
Ou começo do meio do fio onde me perco?
Caos... um caso, acaso o ocaso.
Flutuante o peso do silêncio.
Ausente o sentido do sentimento.
Mente, sofrida- mente, sofrimento.

o caos é o ventre da luz,
a lágrima o espelho do riso:
parece que tudo nasce
do seu contrário.

feliz de quem dorme
ou bebe um copo de água.
- as coisas simples
que nos traz o dia.

o alquimista em nós mói
longamente, no seu almofariz,
a matéria dos sonhos.

é o nosso coração decantado
nas retortas, uma e outra vez,
até que, das alturas,
a face de Deus nos seja visível.

Meu amigo se foi
Não se despediu
Somente mais um oi
Ainda não era abril

O Meu caos começou
A idade passou
Amigos morrendo
Meu Deus, o quê está acontecendo?

Vida passageira...
Estrangeira...
Corriqueira...



o caos é o limiar do paraíso
quando o passo receoso
penetra no desconhecido
antecipando o dia novo
como um primeiro vôo de ave
doendo o coração breve
com a saudade do ninho
porque de caos se fazem
as coisas todas que acrescentam
ao mundo a que viemos
nenhum nascimento (nenhuma morte)
é indolor.

Caos de casos casuais finais
caos de casa
quebrada
partida
do parto do partir
do caos

e n t r o p i a !
o vazio inflado tudo termina
vórtice escuro, universo apertado
e x p a n d e !
contorcendo pra dentro.

(Am I You)

O caos nosso de cada dia
esta eterna precisão cotidiana
amortecendo a minha existência
rastos
ao despertar
meus restos!!!

Então voltei
e no fim nada mais era o que o próprio caos...
Essa isana beleza de apropriar-se do proibitivo dogma do refazer.
Transmutação de gotas em tormentas que invadem a lógica própria de paradigmas que por fim quebram-se e remontam ao princípio de tudo: A ignorância.

caos o caso continua rua escura armario bangunçado coraçao partido,bagana queimada,restos mortais de mim mesmo....

Quem me dera poder em meio à este caos
( minha vida).
Poder deixar de ser sóbria.
.Esquecida... esquecida...esquecida.


Ao quase fim de caso e coisas
asco de cais em ruínas
a convulsão do instante
a ordem que ainda não compreendemos
caos
ou quase, se tanto...

Gira o novo certo e errado,
Gira no passado, ao contrário.
Frente ao caos, não retornam.
À batalha. Exorta o canto.
Túmulos também são erguidos.

Medindo em verso o alcance do eco desse sopro
que a tarde em vão vai sugerindo, o baque seco
ruído de galhos pisados, chocalhar de ossos
tudo em redor desagregando a idéia de outro todo.

E eu já não mais à espera a vomitar silêncios
aos que passantes já não são, e também aos
embriões pacientes desse caos.



porque se tudo faz sentido
só resta um que permanece iludido
quem acredita na verdade
não encherga o relativo

Olho para as paredes
Não vejo nada
Meus olhos só querem lacrimejar
O balanço da vida
que agonia
é viver sem amor
Puxo meus pêlos
Choro
E nos canteiros
Hei de gritar seu nome
Nessa virada que o mundo deu
Trinco os dentes
Berro uma frase
Bato em alguém
O que acontece comigo
Caos em mim

No vazio dos olhos:
Eis o caos
Olhar para o universo
sem nada sentir:
catatônico, inerte...


Quasi a loucura
Quasi a porta
Quasi a ternura - que fica lá fora.

Quasi isto
Quasi aquilo
Quasi nada - na promíscua madrugada.

Quasi - quem dera eu, esse quasi nada.





Noctívaga. Nómada. Insone. Só. Faço, a contra gosto, o trajecto do pretérito
Perfeito, do presente recente e do presente , à borda de um leito de lágrimas,
Pernas arranhadas pelas silvas de um mundo caótico e sinistro, sem braços,
Para a apanha de amoras, que não avisto no percurso; nem o aroma das
Acácias vermelhas me chega, trazido pelo vento que sopra enraivecido,
Ramalhando eventos tristíssimos que piso, descalça e despida de sentido, sob
Um céu plúmbeo, cujo peso, sobre os ombros desnudos e débeis, mesmo a custo,
Não suporto. Oiço, ao longe, suponho, relinchos acesos de cio, e, mais distante
Ainda, um choro agudo e fero, pingando de uma fonte antiga, como se fora, um
Um pranto de astros estilhaçados. Nublados os olhos, sigo um rumo que não vislumbro,
Salvo as pegadas de algum vagabundo, ou de um cervo tresmalhado. Sento-me num pedregulho
Forrado de musgo, segundo me parece, mas, pesando-me o corpo mais peso do que peso,
Escorrego e soçobro num pasto enlameado de lembranças, de promessas e de dejectos políticos,
Ácidos e tóxicos que, debalde, escorraço. Insone permaneço. O cansaço tece enredos de desencanto,
De medo, de pânico; não ouso, todavia, o esboço de um apelo de socorro, socorro que ninguém
Mo daria. Só. Sou um não sei quem me seja: sombra, talvez, da minha mesma sombra. Sombra,
Talvez, da minha mesma ausência. Sombra de nada. Sombra de tudo, o que, no fundo,
Significa o mesmo. Não sei se sou eu que engendro o que estou pensando, sem
Que nada sinta, senão no pensamento. Não sei se escrevo o estrito exacto que me penso.

Noctívaga. Nómada. Só. Insone. Morro-me sobre uma folha enrugada. Sobre
Uma página impávida, levada pela revolta do nada vale a pena que se faça,
Neste rectângulo exíguo, devorado por chamas. Levada para os infernos
Dos infernos de uma ígnea alvorada, decerto inicianda.



......................
(Sangue)



O cosmos infinito,
Cobiçado prodígio,
Ao fim e ao cabo,
Tão absurdo, como tudo.

Não me refiro ao bicho
Humano, o fruto mais
Maduro do mesmo todo absurdo.

Tudo! Tudo nulo! Tudo absurdo!

Desembrulhá-lo, ao absurdo?
Nenhum ser humano
Achou o modo do como.

Aceitá-lo? Não! Não
À rasa resignação! Não
À sublimação. Não me
Receitem a metafísica, o
Ascético ou o místico!

Mas, como ignorá-lo,
Ao tudo nulo? Anestesiá-lo?
Como? Esvaziando os pulsos,
No fundo deste poço fundo, sem fundo?


No fundo desse mundo, junto com a maldade
O caos e a intima decepção.
A pureza de que era humana
A tristeza que pode ser santa.
Sem tortura.


E no meio desse caos
Eu busco por algo
Deseperadamente tento encontrar
Mas não sei o que procuro
e muito menos onde bucar

Quando me declinava ao caos
Náufrago de todas esperanças
Inclinado para os instintos maus
Você, minha salvadora criança.

Nasceu como um raio de sol,
Trazendo-me de volta à crença;
Mostrando-me a bela diferença
De cada início e fim do arrebol.

E do caos de minha vida pregressa,
Você, ó meu anjo de encantada luz;
Recuperou-me da loucura, depressa.

Livrou-me dos enganos mundanos,
Ainda, incansavelmente me conduz
Em busca dos reais valores humanos.


aos que ainda aqui
nomeando o caos
uma paisagem de cinza
e cáqui exala seus fumos
alheia ao nosso verbo

o caos é o recomeço de tudo
cada manhã um novo passo
apontando ao incerto futuro
no radioso presente do teu olhar

que outra bandeira é preciso,
além da nossa humana condição
tremulando ao vento da rua?

outra saída não há possível?
em que caminhos e labirintos devo me enfiar pra me encontrar?
No âmago intenso e indômito do meu sofrimento ressurge o esplendor da aurora oxidante à meus olhos e entranha esse estranho frêmito aos meus ouvido para que possa me levantar e dirigir-me direto ao firmamento.

Minha mente rodopia, enquanto vem nela pensamentos sobre você.
Me jogo, me arranho imploro
quero sentir seu corpo mais uma vez
sinto o caos de ficar sem você, que me entorpece,emudece
sinto que morro por um instante
até me lembrar que você nem existe...

Mas é da tua não-existência que alimento
e busco e luto e grito
despejo-te o meu silêncio
ofereço-te o meu sangue
desperdiçando assim
minha caótica euforia.

Nas velas engravidadas pelo vento
No seu sorriso pálido deixado ao esquecimento
Passo desta para uma melhor, uma fuga eficaz
E em gritos e presságios encontro paz


" Ragnorock, Apocalipse, palavras de efeito que tentam definir o obvio da existência. O Caos é essência para a ordem das coisas, se faz presente desde a competição inicial da vida, não há uniformidade e sim a necessidade se transmutação de tudo."

outro é o espaço
que a voz cobiça
no caos
subvertendo
premissas do engano
e
domínios do aberto

Sem cobiças que me mostrem a dor de viver sem vida
Sem amor que me atormente a intorpecência amiga
Tudo o que posso ver é a essência do nada
Toda a história que ouço me vem pelo caos da madrugada

Não sofro, porque o caos me impede
O silêncio em mim me perturba
O silencio a minha volta me perturba
Crio o caos pela suprema vontade de conforto
Por que o coração tem que bater com tanta força?
Por que não está simplesmente morto?
Como todo resto está em pressuposto...?

E as vozes em minha mente continuam seus sussurros infames...
Perco o tempo que eu tenho e abandono o q me falta
Porque as vozes me impedem de manter a calma
E os controles do mundo estão mais uma vez num caos de chamas

Que chamas concorrem com as águas dos sentimentos?
Os problemas que foram resolvidos pelos ressentimentos
Parte de um futuro sem passado,
O futuro se adiantou para o hoje e o amanhã pode não existir quando;
Em meio a guerra do céu e da terra, de "bons" e de "maus";
Tudo ao meu redor acabar e só restar o caos

E as sombras da minha alma continuam seu trajeto incerto
Procurando uma forma de sair e liberar a dor suprema
De esmagar qualquer luz em mim como a um inseto
De usar o mundo como um portal para todo o mau
Que possa haver
Que eu não possa conter
Que tenha a habilidade de ser,
Em toda a sua supremacia morbida,
O caos que a minha pele corta

Rumo de insones
almas, as sombras
à solta sem cacos
ou nacos de nácar

o nada embalado
o presente passado

o rumor da passagem
vagões da noite
perpétua do caos
que se estende entre

hoje e jamais -
eis em síntese o fim.


Em um fim infinito de ordem,
Findo o caos da desordem,
Na fina estrada camuflada da morte,
Sobre a beirada larga de uma ordem,
Passa a suprema supressão de um dilema infimo,
Preso num âmago inimigo de si para consigo
E passa o passante pela beirada da ordem insólita,
Chamando o choque da chegada de uma sorte
Diferente do desejo latente de uma mente
Que não se sabe se ainda está viva,
Doente ou demente,
Em meio a ilusão de uma noite quente,
De um caos chamado amor
E de um ódio chamado ardente...

E o sentimento volta...
E a dúvida continua...
E não há mais Deus, nem socorro
nem mais muros,
não posso parar?
E a agonia não passa
E aí? O que fazer?
Muitas perguntas
A cabeça gira
E, nesse caos,
Eu não me encontro


Onde começa e onde termina,
A agustia da minha vida,
O terror da sua partida,
A vitória de sua vinda?

Para onde foi o poema infinito e tremulo que passou por todos,
Que mudou todos os lodos marcados
Nessas pedras limosas e sem passado
Que nos tornamos depois de muito anoitecer?
Antes que viesse o caos e recomeçassemos a rolar...
Depois que partiu-se a vontade de viver...
Que venha o caos sem limite!
Sem forma, sem jeito, sem avisar!
Porque a sensação é que tudo volta ao seu lugar,
Quando passa o caos e o mundo não continua a girar.

E a ordem nunca volta a se assentar
Pois viveremos para sempre no caos infinito...
Mesmo que tudo volte a ser "normal",
Ainda que o poema seja findo.
(Yana E.N.)

Por quê?
Luxúria, excesso e vício?
Mazorca, mixórdia, eis o caos!...
Fazer do vício um ofício...,
At irar na inocência com Falls?

O homem não mede o prazer
Sempre do vício quer mais
Quando percebe, é tarde demais
Foi-se o que não era pra ser...

O mundo é dos intrépidos,
Dos que vivem cada minuto;
Dos que o percorrem lépidos...

A mente deve ser do corpo: porto;
O controle não pode ser diminuto,
Se a mente devia, o corpo é morto

“MENS SANA IN CORPORE SANO”
ESPÍRITO SADIO EM CORPO SÃO
(Frase de Juvenal).



Mente sã!?
Corpo são!?
Alma insana!!!
Isto sim!!!
Subterfúgios do caos..
Para onde vamos?
De onde viemos?
Sempre as mesmas perguntas ocupando nossa existência!
Sã?
São?
Insano?
Creiamos enão que nem sempre os fins justificam os meios...




Para além de todo o cartesiano- corta,
o poder de cicatrizar coentros.
Para se situar na fogueira das vaidades e penetrar na bruma
de Bruna e deste amor nascerm flores do Mal. Assim
preso na capital do mundo, corto a brisa
absoluta e impura.
Por que tudo
se é só a vida?

Criadores do Caos
E dele frutos por assim dizer
Herdeiros do trono da perdição
Condenados a criarem o seu próprio caos
Por poupados serem deste pelos seus criadores
Criadores do Caos?
Criadores teus?
Ambos talvez
Talvez seja você o Caos mais uma vez

deuses pagãos tocam bach




sondas na cabeça criam um tempo de espelho
ali ou aqui é o mesmo som e ecoa sempre igual
nenhum contato entre os filamentos luminosos
algo que diga que estamos no mesmo mundo!

bobagens que digo, verdades que me dizes!
são estradas tão tristes o juízo que fazemos
um do outro - então porque desperdiçamos
nosso blues? porque semente jogada a esmo?

razão porquanto tempo erguido em conjunto
beijo sem medo no olhar do amor bem fundo
e calmo... como onda dum mar abrigo como
desejo espuma que vai dar na praia saudade

somos tal qual naves acoplando no espaço
siderados pelas migalhas da Terra, lá longe
- vamos juntos orbitar os abismos do Kaos

tocar os címbalos dos templos espaciais
irá soar como as músicas sempre fractais
- em azul, gérmen, boca plena de fina luz


Cabeça sem miolo
faz graça
palhaço de si mesmo
vive num picadeiro
sua vida
uma piada
futuro?...
buraco escuro.
O circo acaba
não há nada
fora da realidade
joga fora,
destino !
sem rumo...

Caos mutantes
germinam em tendas
repletas... nem é tarde nem é festa
mas escapam silenciosos pelas frestas...
mordem metáforas ardentes e evaporam na multidão delirante. Nada é rumo
nada é sumo
nada é teto,
apenas notas
destoando
o concerto.


Pois os vãos
são vácuos insipidos
de linha escritas com manchas de nuvens sabor de nossos disabores querem nublar nosso ceu com turvas rajadas de vento, mas confesso calo minha loucura no genoflexório

A raça humana, que se cuida para deter o CAOS,
Pois, não obstante, a natureza vigia e poderá
Ajuizar todo o planeta Terra (“in totum”).
E o castigo poderá vir de baixo e/ou de cima (De profundis ad autum).


desobediencia Universal, o sal do dia
depressão aleatoria,abandono da alma, desordem veloz, inigma da incerteza ,abalo , fim...

Como vejo este mundo
Sem pe nem cabeça
Perco-me numa esfera sem horizonte certo
E amargo todo fel incerto
Sei que filosofia não destroe cotidianos
Alguns anos
E tudo acaba
Universo
Num verso
Sifilítico
Paralítico
Sistema
Torpe poema...

e o caos continua
vejo isto
com minha caótica visão...
será então que ele existe ??
Ou fruto de minha imaginação...
Quem saberá ?
Deus, certamente
Pois ele vai além do caos...
É o caos e a perfeição (!)

A sociedade cresce num caos total;
Nas grandes metrópoles já é normal,
Quando uma classe faz greve geral;
Outras padecem pelo constitucional


Sei que não sei nada. Minha filosofia é morta, eu sou um morto. Aqui seria um bom lugar para minha cova. Humano, como faço para deixar de ser humano, para esquecer esse Deus de desenganos, e essa gente que perdida reza, reza, reza, mais que merda de vida, se rezar vale-se a pena a gente não seria a pior raça, a mais fria, a mais doentia que existe. Olhe as crianças no Líbano, são frutos de nossa história, que ser somos afinal? Eu temo e renego então a Deus se ele é assim, não adoro o diabo, pois o diabo sou eu, o diabo é o ser humano, Deus é o verso, o mar, a página, qualquer outra coisa. Nós somos o caos, o projeto esquecido de alguém que brinca e sorri em algum lugar longe daqui...

A nação hipnótica iludida
O lado negro da face não beija
Nem beijo deseja
O lado branco da face eu queria
Mas me parece utopia

Pra passar o final de semana bem acompanhado.

o caos é o lixo
a fome do bicho
do lugar, sem nicho
o período prolixo
do que é fixo.


e seja no mundo que for
serei muitas dores
mas mundo que estou
mundo de guerras e de temores


O homem espia..., espia homem!...
De nada valeu a sua destreza...
Você não pôde com a natureza-
-Nem abaixo, nem acima do abdômen.



Outro e no entanto
o mesmo ou quase
ermo e perpétuo assim
por esse enquanto.



fui criado pelo que cria e o que cria somos nos mesmo e eternamente vou ser criado existem os que superam mas o ciclo e par que se funde com a vida o bem e mal sao nessesarios por um tempo para se obter esperiencias que causam consequencias o tudo pra mim e nada e o nada pra mim é tudo ...(continua)

Porque assim diz o Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu, não a criando para ser um "caos", mas para ser habitada: Eu sou o Senhor e não há outro. Bíblia Sagrada Isaias 45:18

O caos existe para nos reconhecermos
como hipócritas e avessos às virtudes!
O caos existe para nos mostar a alegria de estar feliz...
O caos existe para valorizarmos o bem...
O caos existe para, enfim, nos enxergarmos como sujeitos propensos ao erro!

«Outro e no entanto»
Pânico de sentir o Pânico?
Mutação de mim para eu?

Incêndio esbatido...
...que me ardeu até ao fim.
Quedou o indício...sintoma da realidade.
Inundação de nada!

(Discordância entre o que é e o que não)

Perdi ao ser convergência...

Na covardia de enfrentar o mundo sem o olhar
Exauro-me no teu caos...que
Penetrou a fenda: espaço do meu cosmos.

... ... ...
Caos doma a política,
Tal que gera confusão.
Figuram quem pode mais,
E sem consideração
Agafanham dos demais;
Figura analítica...
... ... ...


não por acaso
o caos
soa oco
acaso

Caos é a superfície espelhada de minha alma.
Muitos eus com orquídeas adornados.
Sonhos luzes e palavras.
Muitos mundos dissolvidos em um cálido e sereno lago.
Na margem destas imagens desconexas um ipê cansado de tantas flores, teima em mendigar estrelas.


... ... ...

Homem,
Se ainda possuíres olhos: benze-te!
Pois, nada existe no horizonte,
Só pó, nada atrás, nem no zênite;
Tampouco, haverá água e fonte.

Homem!
Tombastes pelos flancos da ciência
Corroída pelo caos do vil material,
E no caos da supremacia essência
Destruístes o intento espiritual.

Homem!
Eis o novo caos: - O Planeta Atômico -
Cuja natureza é resíduo nuclear...
Foste criatura de um fenômeno harmônico,
Agora és só, e só... sem estrutura para duelar...
... ... ...

Recria o Planeta
Revive o amor
Semeia a certeza Não pensa na dor

... ... ....
Pelas guerras, gerações e gerações
Plantaram a fome, o caos, o horror
Na água, na terra, nos céus das nações;
A água seca, a terra racha, do céu temor...

Que guerra é essa cuja paz causa fome?
Qual é o desenvolvimento que paga o caos?
Maldição da raça humana, eis o nome!
Pagarão os justos e bons pelos maus?
... ... ...


Se Deus fez o mundo, replicam triunfantemente certos materialistas, quem, então fez Deus? Esta objeção não tem sentido. Deus não é um Ser acrescentando-se à série dos Seres. Ele é o Ser universal, sem limites no tempo e no espaço, por conseguinte, infinito, eterno. Não pode haver nenhum Ser acima, nem ao seu lado. Deus é a fonte e o princípio de toda vida. É através dele que se religam, unem-se, harmonizam-se todas as forças individuais, sem ele, isoladas e divergentes. Abandonadas a sim mesmo, não sendo regidas por uma lei, uma vontade superior, essas forças não teriam produzido senão confusão e CAOS. A existência de um plano geral, de um objetivo comum, nos quais participam todas as potências do Universo, prova a existência de uma causa de uma inteligência suprema, que é Deus.
(extraído do livro – O Porquê da Vida de Leon Dinis).

(para todos que se acham aflitos, deserdados refletir
... ... ...

(Adam David)



Na hora em que tudo repousa em nossas cidades, quando a noite está transparente e o silêncio se faz sobre a Terra adormecida; então, ó homem! Meu irmão, eleva teu olhar e contempla o infinito dos céus.

Observa nosso globo, esta Terra, nossa mãe, a qual parece nos dizer: vossa carne é a minha; sois meus filhos. Observa a Terra, essa grande nutriz da humanidade; vê a harmonia dos seus contornos, seus continentes, no seio dos quais as nações germinaram e cresceram, seus vastos oceanos sempre em movimento; segue a renovação das estações revestindo-a alternadamente, de verdes adereços ou de louras colheitas; contempla os vegetais, os seres vivos que a povoam: animais, pássaros, insetos, plantas e flores; cada uma dessas coisas é uma cinzeladura maravilhosa, uma jóia do escrínio divino. Observa-te a ti mesmo; vê o jogo admirável dos teus órgãos, o mecanismo maravilhoso e complicado dos teus sentidos. Que gênio humano poderá imitar essas obras-primas delicadas: os olhos, e os ouvidos

Se Deus fez o mundo, replicam triunfantemente certos materialistas, quem, então fez Deus? Esta objeção não tem sentido. Deus não é um Ser acrescentando-se à série dos Seres. Ele é o Ser universal, sem limites no tempo e no espaço, por conseguinte, infinito, eterno. Não pode haver nenhum Ser acima, nem ao seu lado. Deus é a fonte e o princípio de toda vida. É através dele que se religam, unem-se, harmonizam-se todas as forças individuais, sem ele, isoladas e divergentes. Abandonadas a si mesmo, não sendo regidas por uma lei, uma vontade superior, essas forças não teriam produzido senão confusão e CAOS. A existência de um plano geral, de um objetivo comum, nos quais participam todas as potências do Universo, prova a existência de uma causa de uma inteligência suprema, que é Deus.
...

(extraído do livro – O Porquê da Vida de Leon Dinis.

Um maravilhoso livro para todos lerem, principalmente para reflexão daqueles que se acham aflitos e/ou deserdados

Isso sim é o CAOS: "Aquele Homem que queira em tudo agir como BOM, acabará arruinando-se em meio a TANTOS que NÃO são bons!"Maquiavel.
(Mônica)

... ... ...
Sinto às vezes, à noite, o invisível cortejo
De outras vidas, num CAOS de clarões e gemidos:
Vago tropel, voejar confuso, hálito e beijo
De cousas sem figura e seres escondidos...
....
(5º verso do poema "Eutanásia" de Olavo Bilac)
... ... ...

tronyk123 é muito legal

Nossa todo mundo tão serio !
Escritas com tantos misterios !
Um imenso caos geral !
Vamos clarear a palavra
Caos é festa ,alegria
Confusão pancadaria
Fim de festa,bebedeira,
Muita gente,zoeira
Muita alegria pra dar
Deixa a depressão de lado
Vamos ser mais animados
E vamos todos zoar
Avida espera lá fora
Vamos logo sem demora
Curtir a vida e amar

... ... ...
Sempre, todos os anos, nas festas burlescas,
Nosso Rio, embora cheio, fica vau...
Dá passagem pra belas figuras grotescas,
Momices hilariantes do carnaval.
Todas as três noites viram um belo caos,
Um caos ordenado de carnes em aval...
... ... ...


... ... ...
"Tenho pensamentos que se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrêlas, nova beleza ao mundo, e maior amor no coração dos homens."
(Fernando Pessoa).

... ... ...

ah!... tanta coisa pra se ver...
tanta vida pra se viver!...
mas a violência maldita
de repente precipita
e acaba com a alegria,
com o carnaval, co'a folia...,
e tudo fica cinzento
neste mundo violento...,
que espera a quarta-feira
pra viver a pasmaceira;
qual escola é a primeira?
qual delas será a terceira?
qual é a que sobe feliz?
qual que descerá infeliz?
e a caos volta ao ritmo,
e o povaréu ao ínfimo...

Basta!!!
o que não se conserta gasta...
Precipício...
Lata de lixo!...
Pro lixo o vício
do pensamento prolixo...
... ... ...


... ... ...
O caos da doidice
pode ser menos
pior que o caos
da mesmice.

Sêneca dizia:
“Uma vez por ano é permitido bancar o louco.”
... ... ...


Discordo! Sou louca o ano inteiro
De Janeiro a Janeiro,
E faço muita questão
De ter perdido a razão
Vivo na maior alegria
Minha vida não é vazia
Faço tudo o que quero
Nunca me desespero
Posso ri,brincar e dançar
Ninguem vai me controlar
Por isso torno a dizer,
Ser maluco e um prazer!

... ... ...
Quase sem opção

Existe uma ponte
Entre a loucura e o caos;
No entanto, nao conte:
Dez insanos mais mil maus
Não fazem o mesmo monte

Contudo, na fuga do caos,
Na travessia da ponte;
Quem cair na margem dos maus;
Só vê dois horizontes:
Na frente ou atrás dos falls.
... ... ...

... ... ...
Louco, louco beleza,
Vá lá!... sem caos, tudo bem!...
Um pouco louco e zen,
Faz com jeito e destreza
Sem machucar a ninguém..
... ... ...

Sou louca, sou zen,sem caos, tudo bem
Nunca machuquei ninguem
Só quem é louco percebe
Quando o por do sol acontece
Quando a lua aparece
O sorriso de uma criança
A beleza de uma dança
O colorido das flores
Os encontros, os amores
As montanhas azuladas
Os passaros em disparada
A beleza da vida em volta
Por isso torno a dizer
Sou louco por puro prazer...


... ... ...
Oh que lindo Ser,
Que vem surgindo...

Mais um prazer,
Mais um dia lindo!

O sol vai nascer
Sem imolar os maus...

E subindo vai indo,
Embora haja caos,

No horizonte vai descer.
... ... ...

A dor é o caos!
Dor! Dor! Dor!
A vida grita e teme
é longa a madrugada de quem geme!
Caos! Caos! Caos!
Recuperar a ordem, o destro, o são... Quem há de?
Resgatar a ordem, o par, a harmonia por minha carência, por meu sorrir... até parar de sofrer ou sumir!


... ... ...
Caos é a fila pra uma vaga
No aeródromo sem decolagem;
Caos é a fome que extravaga
Por falta de camaradagem.

Caos é uma grande desordem
Na funda barriga vazia;
Os dentes que não mordem,
Embora, haja combustão da azia.

Caos é a falta de solidariedade
Na confusão do ter e do ser;
Caos é a catástrofe, a calamidade
Da natureza - castigo pra gente crer.
... ... ...

Caos é a impunidade
é a falta de verdade
é a desonestidade
que impera no Brasil
E inocente sendo assasinado
È o crime que fica arquivado
é o povo desanimado È o descredito na Policia
São as comunidades com milicias
é o caos no Brasil......

... ... ...
Lá no subúrbio eu tive
Um fiel companheiro.
Lá, ele inda vive
Gozando sem dinheiro.

Lá no subúrbio vivi
Com uma companheira.
Deu-me fora a forasteira,
E nunca mais eu a vi.

Hoje com mais dinheiro
Quem será o mais feliz?
Ela? Eu? O companheiro?

Lá no subúrbio estive
Disfarçado de aprendiz
Pra ver como se vive...
... ... ...

...
peço desculpas pela "confusão", o soneto acima deveria ser postado sob o tema:
SUBÚRBIO.

Do caos aqui me recupero de uma inércia absurda, da qual jamis imaginei sair. Agora peço caos, apenas essa minha desordem absolutamente perdoável.

No caos me recupero da inércia absoluta da qual jamais imaginei poder escapar. Me permito descansar à sombra do meu caos voluntário, sem culpa e sem medo.

oh! primeira criação
soberba inspiração do mundo.
quem dera se me esquece
me torna alheio em tudo
me tira a confusão,
em minha alma seja mudo.
e serei seu bom amigo... silenciosamente e esquecido. simplismente um vulto.



... ... ...
Brasília gera o caos
Que percorre estrada
Por terra, mar e ar.

Hoje imperam os maus...
Que bloquearam a entrada,
Mas não há de se perpetuar
... ... ...

... ... ...
Servidão Humana

Vejam com a servidão do corpo
Faz com que alma se entedia...
Ora, porque é que hoje em dia
O corpo todo é servo do corpo?

A vida na Terra correndo perigo,
Entretanto, qualquer um pretexto
Vale pra confundir o contexto,
De que o corpo precisa de abrigo.

O ser se confundindo com o ter,
O singelo pelo fantasioso;
O dinheiro comprando todo poder.

Sobrepujança das delicadezas,
Impressionar é o mais precioso;
Vigora não ter que ter sutilezas...
... ... ...




Caos em minha alma
Caos por todo dia
Caos em minha terra
Caos sem apatia

calcifica meu pensamento essa ordem absoluta, sem medo e desafios, pra onde ir?
preciso do caos caótico que me reconstrói lentamente caco por caco

O caos que reconstroi
Põe sua alma do avesso
É tão fundo quanto o inferno
Tem que cair de um só tropeço

tempo reverso
nos versos do homem,
tempo passado que os outros consomem,
avesso dos versos
In Versus perdidos
sacramentados
segregados por nós!

tempo reverso
nos versos do homem,
tempo passado que os outros consomem,
avesso dos versos
In Versus perdidos
sacramentados
segregados por nós!

E O AVESSO DE TUDO

pássaros de sombra
em revoada ao anti-céu
do aqui volátil

táctil
reminiscência da espera

o endereço do caos
a quem possa interessar
suamigona@hotmail.com
(pra quem de fato entende de poesia)

entre linhas tortas,
estrelinhas mortas,
cata estrofe
no uni versus
o dedo doido
de deus.

compõe
(equívoco)
o homem;
verbo/verme
carne e cal.








caos o caso continua rua escura armario bagunçado coração partido.bagana queimada,restos mortais de min mesmo

E no silêncio escuro a alma geme por um pouco de paz, que busca incessantemente, no limiar de sua existência. Uma vez que a esperança se foi nada mais resta a não ser vagar pelo universo, nefasto, criado pela sua covardia. Que venha o que vier então, nada mais me acovarda, uma vez que o covarde sou eu mesmo

cyyyyyyyyy
ukuk8y
l auu
ok
..o88
s...guyt7
uytyyyyyyyyy

tyuitddghedtr
qs e
a s
ssssssssss
y r
re re
uu 4 4

wjrjw 4j4tgtt
ww 45
ss ep
edo asi
ww u5
dsd cedo
sdfenosimned

jwherdadebdrhe
wwqewrqeqwe
ww
jrjde
fdftrrrrrrrrrrrrrrryt
eretttrrykktykrkykr
tghoiti
fgynir
eeeeeeeeeeeerkgk
kgtnlsnthotnyhorçhç

letras desconexas e descontinuadas
como são nossas vidas agora:
inexpressivas e caladas
anti-divinas sob um céu que apavora...

te amo

o homem constrói o seu próprio CAOS

“HOMO HOMINI LUPUS LAT”
O homem é lobo para o homem.


poderá alguém explicar o caos?
se tivesse explicação, seríamos errantes fugindo dele
teríamos asas e~não estes pedaços de carne
que não nos levam a lugar algum
porque o medo e a vergonha procuram o caos
para dele fazer o seu reduto
caos é sério, é comovente
é amor, palavra, suor e poesia
caos sou eu na virada da noite fria...

Caos
Cao
Ca
C
S
So
Soa
Soac
Soaca
Soacas
Soacaso
So acaso
Só acaso
Só o acaso


...

Caos X Olhar

O caos está reunindo gente desunida,
Está dentro das fileiras, das multidões;
Jamais a grande PAZ será conseguida
Com tanta confusão em nossos corações...

A PAZ precisa estar sempre estampada,
Espelhada dentro do olhar de cada pessoa.
Pois um olhar benigno é como sino, ressoa....
E sintoniza, tal um dial de freqüência modulada...

Só com muita Paz é capaz de se captar a PAZ!

...

É o fim da alegria
da vida
E você morrerá no Caos
Como uma galinha que vai ser toda depenada no dia de domingo

bhdgvgdjvbnvchjsobefuygdyuvbcxyubsdyfscgihdbsyufbhudbvcbdjlbv~ldznbknfgjg
A ti respondo-te com as mesmas palavras,
ó ! hcgfhgdfbjh.
E diante deste caos,
que só a música
aos nossos ouvidos,
ressoa
repleta de harmonia,
estampada nos versos
da tão esperada sinfonia
que nos envolveria nos trazendo Paz,
retirando-nos do CAOS,
restando, apenas, aquela melodia
sintonizada no coração daquele cais .

...
está feito o caos...,
sirva-se quem quiser
de um caos qualquer.
.
.
.

Drummond enunciando assim:

"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Tem paciência se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra"
.
.
.

E Adélia replicou assim:
"Quero é o esplêndido caos de onde emerge a sintaxe
os sítios escuros onde nasce o ´de´, o ‘aliás´,
o ‘o’, o ‘porém’ e o ‘que’, esta incompreensível
muleta que me apóia."

. . .

E um anônimo poeta bradou assim:
Do silêncio brotam todos os sons,
Das estrelas brotam todas as noites,
Dos sonhos nascem todos os pesadelos,
Do caos ressuscitam todas as manhãs o universo todo e todos os versos...

Por isso não temo mais o abismo do caos,

Por isso não temo mais o buraco negro da morte,

Por isso não temo nem a borboleta e nem a serpente.

Por isso não temo mais a vida,
Armo-me de todos os poemas
E abraço o caos...

...

Talvez essa citação seja a legítima explicação para o CAOS em que vivemos:

“O mundo tornou-se perigoso, porque os homens aprenderam a “dominar” a natureza antes de se dominarem a si mesmos.” - Albert Schweitzer
...

cada ponto é uma incognita,
cada pranto é uma insólita: magia!
desenbaraços, desencantos, sem fim,
sem noite, sem dia,
cem dias, milhares de olhos,
rastros do nada, em minha direção,
caos, casos, cacos calados
na resonância de tudo!

Tudo que penetra por essas veias mundanas de solidão e ódio... Penetra nas meninas que se abandonam em esquinas osbcuras do prazer fragmentado... Vida penetrada no submundo, fundo, refúgio da ignorância... Com finalidades... Fim... Do começo, recomeço... Do peso... Da solidão.

...

Ri com alegria e afasta o caos de perto;
O caos versus a alegria não cria atrito...
O caos será incapaz de encontrar aberto
Um só caminho, se não estiveres aflito.

...


>... PALÍNDROMO DO CAOS ...<

O ANO DO NÃO
SOA COMO CAOS
A MALA NADA NA LAMA
LÁ TEM METAL


inebriado de absinto e cólera,sentado diante do caos do que é constante permanente e imutável,
suspenso como o pensador de Rodin ou sangrando como Van Gogh sem a orelha, cansado de dizer sim e ouvir não.
É ali diante do caos que me perco para enfim encontrar-me.

Se tiveres tempo de olhar,
Aquele lugar em que mãos se perdem,
olhares se encontram...
Pessoas se perdem nos delírios, angustiados pelas calçadas,
atormentados em pensamentos de euforia tristeza alegria compaixão medo rancor
Se tiveres tempo de perceber,
quão longe andamos para nunca chegar,
para minutos que perdemos nos anos,
olhe e veja o caos da vida que anda,
Olhe para pessoas sem nunca ver elas,
como se fossem estranhas, e veja o caos de seus sentimentos,
Veja o que nunca esperou encontrar:
sua alma.

* * *

O trânsito caótico
Sobrepõe as faixas
E o motorista neurótico
Contrapõe as baixas.

Um desordenado
Início primaveril
Desbota condenado...

Fenecem nas avenidas
As Rosas pubescentes,
Os Cravos e Margaridas
Adultos, jovens, inocentes.

* * *


O caos é tão desalinho!...
Mas é na sua bagunça
Soberba que nasce alma aguerrida.
Cavaleira alinhada nas
Arestas das suas trevas em festas.
O caos... Sem vozes Austeras.


* * *

Barco adernado
Na tempestade
Enfrenta uma potestade;
Eis, o caos confinado.

O comandante luta
Impotentemente
Contra a força bruta,
Num caos iminente...

Contempla o lábaro;
Implora ao firmamento;
Só então o caos bárbaro
Torna-se desprendimento.

O mar volta achanado
E a tripulação agradece;
E ante ao caos contornado
O marinheiro puxa uma prece.

* * *

Mas o caos ainda
que sem som vaga
o sombrio e se derrama nas terras
tal qual criança em
sussurros. E a
alma valente se
levanta como arguta
águia que se afunda
no céu de um santo
breu onde o caos
não é diamante nem
ouro; é a alma em
particular assombro.

* * *

Quando tudo era calmaria,
Eis que um barulho bravio
Atordoou o silencio vazio...

E lá costa de uma sesmaria
Aonde se ia atracar o navio,
O caos assolador era o assovio;

Impetuosamente o vento varria,
Enquanto um insuportável bafio
Subia do porão por conta do estio.

Do caos ninguém mais zombaria,
Até as ratazanas surgiam em fio
E a sorte esvaia-se em curto pavio.

Viajantes com acervos de boataria
E de espírito sagaz criam num cio,
Pois, a bússola apontava um desvio.

Aos poucos o caos foi-se na vagaria
E um arco-íris foi o agradável envio
De que o vento serenava-se com cicio.

* * *

* * *

Numa Era de perde e ganha,
Fugindo do caos e da sanha;
Serei salvo segundo as sages
Vaticinada por ‘ana az de nuages’.

Nas constantes mutações
Que formam as imagens
No calidoscópio das ilusões
Vejo cambiantes paisagens...

Fugindo do caos e da sanha;
Serei salvo segundo as sages
(Vaticinada por ‘ana az de nuages’)
Numa Era de perde e ganha[...]


Eu sigo cantando mentalmente
Esta velha canção de difarce
Pra âme despistar o étonnement:

(“VOU DESCENDO POR TODAS AS RUAS
E VOU TOMAR AQUELE VELHO NAVIO
EU NÃO PRECISO DE MUITO DINHEIRO
GRAÇAS A DEUS!!!
E NÃO ME IMPORTA, HONEY
OH, MINHA HONEY BABY
BABY, HONEY BABY
OH, MINHA HONEY BABY
HONEY BABY, HONEY BABY, AH...”)

* * *

* * *

Era de caos mais uma vez,
E antes que a luz da alvorada
Despontasse com a sua tibieza,
Que os jornais davam a largada.

Rostos rotos de sonos violados
Esquadrinhavam no retângulo
As noticias do caos noctâmbulo
E as fotos de desditosos execrados.

* * *

CAOS

Os sinos
Das grandes
Catedrais ressoam
Anunciando a
Hora Crucial

E ouço
As vozes
Das Muitas
Águas que ecoam
Chegou o juízo final!

Terror por
todos os lados
Os governantes preocupados com
O aquecimento global

Poluição - CAOS
Terremotos
Tsunamis
Maremotos
Nunca ví
coisa igual!

Guerra - fome
Morte - eclipse
São sinais
Que estão
Escritos no
Livro do APOCALIPSE!









Deveras estas certo do que vira , pelo ardo caminho pela sua teoria e inferminade , mas me conforto talvez me alojo neste raciocinio fazendo parte deste longo desatino .

O caos não é lineridade
O caos não liga para verdade
O caos procura ocaso
Não existe confissão
Nem perdão no caos
Os cães e as fiandeiras lideram a partida
Cortadas ao meio, as maças rolam
São cabeça da física
O caos não é sentimento
Não é proporciona alento
É livre de lugares comuns
Nem há surpresa esperada por alguns
Toca então a sinfonia tresloucada sob gordura excedente da multidão
Caos também não é citação

(Yana EN)

O que é o caos senão um convite ao entregar-se?
Mergulhar de cabeça nessas ondas caóticas.
Viver a cada dia, comendo e sendo comido por essa estranha força que move a terra que respira pó e dilema e que não desiste nunca e sempre decide-se.
Pois que desistir é uma decisão. Continuo sentado diante do caos e resisto ao meu caos particular, mergulhado no caos total,
de todos
inevitável.

* * *

Um dia fugindo de mim mesmo,
Atordoado por pensamentos maus;
Andei errante por lugares esmos
E quase cavei o meu próprio caos...

* * *
(Adam David)

o caos é caos
que acaba
desarma
caos
caooosss
é caosss
...

* * *

A glosa dos maus
Tem feito troça do caos.
Por isso o caos nos acossa
E em graus afunda a fossa,

Até que o demiurgo,
Divino artesão etéreo,
Fará duma vez o expurgo
Total desse abusivo deletério.

* * *

O que era pra mim?
Ser o começo, ou o fim
Sou a ordem do absurdo,
Mundo mudo
O que é não está em meu nome,
O que tem pra ser dito,
Se este não teria uma boca?

escrevi e o sistema não leu...
isso é o caos...

Caos é tudo o que parece fora de ordem
Ordem pré-estabelecida
Medo latente que a criança sente quando percebe-se PERDIDA

***

“Com o caos em que andava o meu pensamento,
Eu chequei ao caos daqueles momentos.
Eu havia criado o caos do meu tormento
Quem sou eu para me livrar do caos dos meus sofrimentos?”

- pra sobreviver é preciso surfar o caos -
... de preferência, um de cada vez -



" Grande busca"

Tudo quanto busquei na vida, antes mesmo de alcançar deixei cair. Até mesmo o próprio pensar em buscar ficou enroscado entre o Pensar e agir – nunca fui tão longe, desde que não tivesse caminhado!
Assim, deixei para depois o próprio depois que o depois me traria já tarde de mais! E então fui indo...E de tudo só ficou expectativas.
Hoje o que me resta é a duvida no amanhã e a curiosidade daquelas expectativas.

Vivi o avesso das minhas sensações, por causa disso ate hoje nunca soube quando sorri ou chorei. Por isso o silencio foi sempre grande companhia. Apesar disso, ainda apagava algumas luzes em mim só para passar despercebido. Mas hoje não há uma só lâmpada que esteja boa... Por outro lado, por mais que tente não sai um só fio de brilho do meu olhar – quanto mais de mim. – não, de mim não!Apaguei-me e refletir ao contrario e me Cobrir de escuridão – tudo isso para não ser visto. E conseguir! Agora Vivo escravo desta vitoria agridoce.Quem me dera ter acordado dessa ilusão antes! Que me dera poder recuperar pelo menos o dia de ontem ou ate mesmo o amanhã!
Estou em divida com meu destino e a procura do grito de vitoria perdido dentro de mim. para que os anos passem logo, enterro as horas, como o coveiro enterra mais um cadáver. E essa rotina nem me faz chorar mais

outra vez de novo

A falta de sentir o que não ouve é tão vazia, como o saber que tudo que se quis não passou de não passar de nada, tão apática quando a ausência da falta de sentir falta de coisa alguma que fosse! Em momentos assim, a alma cai sobre a vida, como se fosse um doce de uma criança ao chão e que a realidade em seguida pisasse nele!

Dói saber que saio para a vida sem realmente sair, mas que parado fico onde estou esperando que a vida que não tenho me tenha;

A angústia deixou de ser luxo físico da alma, para coisas físicas do mundo, como ao os livros que eu insisto em comprar sabendo que em nunca os lerei; e que só os vejo na estante e os sinto, não como livros, mas sim como angústia!


O tédio abafado da vida que sabe que morre a cada dia, cai sobre mim como se fosse o calor do dia já abafado, então tiro a camisa, como se tirasse todas as pétalas da flor do meu existe, mas de frio volto atrás como os suicidas que teve medo da morte;

Mas olho para uma flor morta ao chão, sobe o calor do abafado dia, e sei que nem ela ou o dia se deram um pelo o outro. Depois me vejo me sigo e me penso...
– que a beleza da vida não tem nada como o meu triste existir

Expresso tristeza

Eu sei o que é ver a vida passar como quem escuta e olha uma cachoeira, mas nunca molhou os pés nela; sei também como é a ver passar galopando e ficar para trás, como poeira baixa no chão.
Antes mesmo eu soube e vi sonhos nasceram e morre em meu peito, porque sou eu quem está aqui neste túmulo afogado pelos lágrimas que nunca caíram;
por isso, Eu sei que não vale mais a pena contentar-se com o que poderia ser meu,Porque fui eu quem escreveu cada letra e cada página desta historia!

Tenho que dizer palavras que mal sei o sentido;
Tenho que tentar decodificar uma sintonia desconecta que apita dentro de mim todo o dia;
Tenho que me dizer e me reportar e me completar de tudo – de tudo?


Eu não sei em que espécie de queda eu estou que nunca chego ao chão, talvez assim pudesse começa a recomeçar;
Eu não sei o quê que tanto procuro dentro de mim porque bem sei que lá não há nada – muito mesmo perdão – Não sei em que rua da vida meu trem se perdeu, mas daqui bem sei que o carregam só de tristeza!


Fiz da vida um filme para se assistir depois de amanhã e quando disso me lembrei o cinema já estava lotado e também já tinha perdido as melhores partes e do lado de fora não podem nem mesmo chorar!


Sonhei como um míope alinhava uma agulha! E assim costurei todos eles sem linha, por isso minha sacola de pano nunca se encheu.
Quem eu bem vi do pensamento não saiu, mas essa imagem foi murchando como tudo em meu coração, E só porque me pediram hoje não há mais uma estrela que não tenha contado! Com isso o que ganhei foi escuridão, vento e solidão!

Texto Triste

Sou a cinza, não o fogo! A única chama que sou realmente é ser essa cinza de tudo em mim. Consumido, como nem o dicionário pode explicar me espalhei pela vida... Há pedaços de mim em tudo lugar. conheço sobre a fénix, mas só mesmo como quem ouve uma nota musical e não sabe qual foi. Agora, grito o silêncio de quem sempre viveu calado, mas ate mesmo a mim isso não passa de um eco qual quer... – quem sabe até de paz – que o vento ainda não trouxe!
Perdido, simplesmente! Só me achava quando me escondia de me achar. E depois chorando, fingindo estender as mãos quis reter tudo que passou, mas elas já acostumados a não colher; viraram as cortas. Mesmo assim retive algo, mas logo deixei cair. Por isso, como tudo enfim, tenho deixado cair ate minha vida dentro da alma, como bosta no esgoto. E acho que ate mesmo o Rio Tietê me inveja pelo o que ele também não soube ser – poluído de si!
Há certa hora me joguei do precipício, e sair correndo na frente para ver se o que restava era ainda o que eu nem sou! Mas por ser oco por dentro o vento de renuncia a vida me levou ao fogo de existir, onde me queimei todo e ate o fim!


Ei... Ei!

Ei! Esperem por mim – Há algumas lágrimas neste pedido, mas nãos se importem apenas, me esperem, por favor!
Ei! Eu também sou bacana, só não sei como se faz para que vocês percebam isso;
Ei! Também há calor em meus braços. E eu sei que você está com frio agora. Por isso, converse comigo, assim sei que você eu poderemos nos acertar;
Ei! se me acharem aqui atrás deste disfarce e se me descobrirem após esta camuflagem que estou, eu garanto que vocês não irão se arrepender;
Ei! O mundo é triste sim, mas eu tenho sido muito mais triste e, tudo isso em silencio! Mas agora quero curar essas dores, quero falar pra esse silêncio – quem pode me escutar?
Ei! Eu só preciso de um tempo e uma mão amiga e de também um grande sorriso pra mim, não para a minha fraqueza, porque sou fraco agora e ainda não sei me livrar;
Ei! Por um momento eu preciso de um abraço... Depois o resto se vier;
Ei! Antes eu acreditava no ‘pra sempre’ e ate sonha sonhava com ele, mas agora sei que para que o aja, primeiro, ele tem de acontecer. Ou posso ser como vocês quererem também – tudo pelo hoje! E que o amanhã apenas venha! E se sobrevivermos a ele – deixe-me pedir uma chance para outro amanhã – porque a humildade é o meu jeito de fazer o ‘pra sempre’ acontecer;
Ei! O ruim do diálogo, para mim, é só quando eu tenho que falar. Por isso, guardo no silêncio a minha própria confissão e no olhar....ainda muito mais do que posso falar;
Ei! Pouco para mim é tanto e tudo para mim tem tanto sentido que às vezes não parece ter lógica alguma nisso! Por isso é que, às vezes, tenho me guardado. Mas hoje peço – achem-me...!
Ei! Desfeita para mim não tem gosto e exclusão para mim não se aplica. Pois, foi justamente a sobra disso todo que fez de mim a palavra obrigada e também a palavra Saudade. E ainda muito mais que isso me deu também:
Ei! Eu guardo um presente o qual ainda não tenho a quem dá. Porém, guardo como uma peça de museu, no meu baú de lembrar, desejos e olhares e sorrisos e momentos que morrerão comigo. Porque não tive como dá – e também não quiseram – a quem seria para dá. Posso ate mesmo dá o que não tenho, mas nunca darei o mesmo brilho que eu fiz brilhar por um sol à lua que ainda farei , mas os dois sempre brilharão no mesmo céu. E sempre haverá céu em mim... – sempre!

Perdão

Carrego na pena a desgraça de ser nem o menor poeta amador que possa existir. Porque os menores são pelo menos alguma coisa e eu por nem não ser o menor é que sou nada; carrego na alma 'a desgraça dos que sonham e nunca alcançam' – e desgraçadamente nunca me canso não; carrego, às vezes, o silêncio dos mortos – dos meus desejos mortos – e no caixão que sou só as minhas lagrimas, secas com ossos milenares, sacodem. Porque o resto todo não passou de matéria do pensar!
Existo em meio à negação de não existir realmente, porque tamanha desgraça que há em minha Historia quase, quase... – ela quase me anula, mas não anulou!
Deram-me? A desgraça como o fôlego para a vide, como a pele no corpo. Mas hoje... – hoje eu peso perdão! Perdão – oh, vida! ate mesmo o meu deserto foi completamente todo asfalto pele a desgraça; ate no dicionário que pego só encontro a palavra – desgraça! Mas sem significado, é claro. Porque esse só o encontro quando me olho no espelho;
Quero me perder para já mais não me achar e quer também me dizer para me calar e não mais escutar a minha voz e quero ate afogar as cinzas que sou na lama do que ainda serei e quero ainda lançar-me sobe uma tampa e fechar o inútil tumulo do meu ser quer existe inutilmente!Queria e querido e querendo e quero e quererei, como uma carga incomensurável de não, cair sobe o que restar depois de eu nunca ter existido, e esmagar!
Ah! Se eu fosse profeta, profetizaria que essa mascara que me usa a eu usa lá também, cairai... E de dentro dela eu cairia também e me gravaria como pegadas ao chão – doce corpo aonde a vida me pôs.
Ah... Estou cansado de a vida ser só isso; em quanto isso o meu silêncio grita e eu não tenho nada a dizer! Ai! O passar do tempo, e o correr da vida sem chegar a lugar nenhum, e para mim também um balsamo; afinal, basta a magoa de hoje, que é muita, porque o restando o tempo leva e trás para a manhã... – Estou cansado de a vida ter sido só isso!
Sempre enchi o meu vaso de propósitos, ou quer que fosse, de deixar-lo cheio só até a metade. E issojá mais foi por falta de esforços! Mas ate mesmo os meus esforços sempre os fiz pela a metade!
Pela a metade... – viveria a minha vida também – ate hoje – pela metade viraria o quase e o quase passaria a sempre e o sempre ficaria para amanha, talvez... – Estou cansado de a vida ter sido só isso!
E de não ter apresentado intimidade com as Conquista das Coisas, por não ter tido em minhas conquistas intimidade nenhuma com elas. Porque fui vil e falso e estive preso, também ao reflexo de ser neutro e sombra do viver, ao que implicava vida.
Estou cansado de a vida ser só isso: não fiz, não deu, ficou, passou, perdi, depois, mas se ao menos eu tivesse tentado... – Estou cansado de a vida ter sido só isso!
Preguei os meus sonhos em uma tábua, para que não os perdessem, e também para que com ela pudesse bater em ou o quê quisessem frustrá-los. Mas a tábua, sem quer! Virou uma cruz e os meus sonhos – por mim –, foram pregados em um alvo onde estão acertadas toadas às flechas da frustração e negação.
Estou cansado, por dentro e por fora, de a vida ter sido só isso, como se não tivesse cansaço por fora e não houvesse o por dentro de mim. E como se o por dentro de mimi fosse um fundo falso e verdadeiro também! E isso tudo foi sempre tão complicado de viver e de entender... – Por isso estou cansado de a vida ter sido só isso!
Estou cansado de a vida ser só isso: um poema lido e uma dor sem ter o porquê e sem ter dor e o desejo de entender com a lama o que o cérebro não entende. E também, mais ainda, de o vazio daquele não entendimento entendido virar um texto meu: Quem lerá este texto; Sabará que nele há um pouco de si também; Perceberá que ele não passa de um simples desenho, em folha e letra e erros de gramática, do que não soube ser e conquistar ou falar?
ai, como estou cansado de a vida ter sido só isso... E hoje me entrego ao meu novo último, mas não último, refugio

Moi je sais of9 elle e9tait passe9e! Je l'ai croise9e sur la lune of9, incroyable mais vrai elle se de9plae7ait en ski!

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