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A Garganta da Serpente
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CAOS


E o avesso de tudo
determina a desordem absoluta
do meu corpo
nesse instante
nesse instante a confusão,
nesse caos a emoção,
que percorre solta em meu viver,
no momento em que me acho,
consigo me perder...
no momento em que me perco...
o caos corre solto em minhas entranhas...
a torre de babel,
o conflito do triste ser...
sem sentido,
em conflito,
sem ser distinto,
sem ser preciso...
o caos...
a perdição,
a contra-mão...


Eu no esquadro
na barra móvel da guilhotina
picotando razão
com meu sebento tesourão
Formando ângulos dilacerados
aleatoriamente retardos
E imprevisíveis linhas
a carvão de churrasco
Faço da existência
minha mais profunda conotação negativa
E saluto
minha sempre desejável desorganização
flamejante e doentia
Indeterminissimamente
só para mim o cu tem haver com as calças
E da instabilidade dinâmica agora alça
meu esboço fractal arredio
Pelas escadas sem degraus
só se assemelha a mim o caos

do caos nasce o Verbo
todas as manhãs,
numa sinfonia de cânticos,
coroado de luz.
ele é a noite de Deus,
em que o seu labor
paciente,
vai recriando o mundo.

arvorado destino
sem nexo a perder
a fina tez que tranluz
o presente morrer
do todo às partes
que evaporam em todo ser

O MUNDO PARA,
AS PALAVRAS CALAM,
FECHO OS OLHOS
E TENTO RECRIAR A LUZ...INÚTIL TENTATIVA.
OFEGANTE E TRÊMULA CORRO CONTRA O TEMPO,
A ESCURIDÃO AUMENTA,
E EU QUASE INSANA
ME CURVO AO CAOS...
QUE EU MESMS CRIEI

Olhos de vidro, lacrimejante
Boca espumante, saliva abundante
Língua serpenteante
Amarelosolhosdeluzdefarol
No atol – atolado – de lado
Na lama
Clama! (FRAGMENTOS)


E no burbulhante desafio completo, pichado entre as paredes do incerto que minha pele repousa
Onde esta a ponte?
A vida ressurgi entre poluição sonora
a lingua rasga-se em infinitas paralisias que insistem em desabar o esqueleto
Sou o nervo de tudo e vomito o veneno do caos
é a causa
é a ressonância vinda de todas as serpentes
Eu me curvo...
Onde estão os meus dentes?


Será o fim? Sepultura? Corpos na água, como se fossem parte dela, por esse motivo ela espera.
Ansciosa a Gazela.
Água suja, Impura, Imunda.
Então vem a parte esperada, nem sempre alcançada
Pensa que não supera, "O Fim a espera"
Inferno, Luz, Agúa, Perdição.
No fundo do poço, Abismo escuro, reluz o ar impuro, Obscuro, sujo
Ela vivendo então nas chamas, será Glorificada?
Sei também que é algo esperado muitas vezes não conquistado.
Ela deita ao seu lado, seu calor inesperado, a velha lembrança do passado, olhos fechados, mesmo com a luz do lado tem lembranças do passado
Passado......
Obscuro tudo então concretizado, no olhar aquele retrato
Talvez retrato falado, que foi harmonizado.
Pele branca, será neve ao seu lado ou será luz que reluz o fardo pesado
Aquele fardo calado, que quando então cansado se lava ao gás inalado, e então vê os vidros logo ao lado
Chega à conclusão que está tudo consumado.
Então os vê no Tortão, será o portão?
Ela pensa então, este é o meu fim, chegou o fim da minha traição.

Fim ?
Ou começo do meio do fio onde me perco?
Caos... um caso, acaso o ocaso.
Flutuante o peso do silêncio.
Ausente o sentido do sentimento.
Mente, sofrida- mente, sofrimento.

o caos é o ventre da luz,
a lágrima o espelho do riso:
parece que tudo nasce
do seu contrário.

feliz de quem dorme
ou bebe um copo de água.
- as coisas simples
que nos traz o dia.

o alquimista em nós mói
longamente, no seu almofariz,
a matéria dos sonhos.

é o nosso coração decantado
nas retortas, uma e outra vez,
até que, das alturas,
a face de Deus nos seja visível.

Meu amigo se foi
Não se despediu
Somente mais um oi
Ainda não era abril

O Meu caos começou
A idade passou
Amigos morrendo
Meu Deus, o quê está acontecendo?

Vida passageira...
Estrangeira...
Corriqueira...



o caos é o limiar do paraíso
quando o passo receoso
penetra no desconhecido
antecipando o dia novo
como um primeiro vôo de ave
doendo o coração breve
com a saudade do ninho
porque de caos se fazem
as coisas todas que acrescentam
ao mundo a que viemos
nenhum nascimento (nenhuma morte)
é indolor.

Caos de casos casuais finais
caos de casa
quebrada
partida
do parto do partir
do caos

e n t r o p i a !
o vazio inflado tudo termina
vórtice escuro, universo apertado
e x p a n d e !
contorcendo pra dentro.

(Am I You)

O caos nosso de cada dia
esta eterna precisão cotidiana
amortecendo a minha existência
rastos
ao despertar
meus restos!!!

Então voltei
e no fim nada mais era o que o próprio caos...
Essa isana beleza de apropriar-se do proibitivo dogma do refazer.
Transmutação de gotas em tormentas que invadem a lógica própria de paradigmas que por fim quebram-se e remontam ao princípio de tudo: A ignorância.

caos o caso continua rua escura armario bangunçado coraçao partido,bagana queimada,restos mortais de mim mesmo....

Quem me dera poder em meio à este caos
( minha vida).
Poder deixar de ser sóbria.
.Esquecida... esquecida...esquecida.


Ao quase fim de caso e coisas
asco de cais em ruínas
a convulsão do instante
a ordem que ainda não compreendemos
caos
ou quase, se tanto...

Gira o novo certo e errado,
Gira no passado, ao contrário.
Frente ao caos, não retornam.
À batalha. Exorta o canto.
Túmulos também são erguidos.

Medindo em verso o alcance do eco desse sopro
que a tarde em vão vai sugerindo, o baque seco
ruído de galhos pisados, chocalhar de ossos
tudo em redor desagregando a idéia de outro todo.

E eu já não mais à espera a vomitar silêncios
aos que passantes já não são, e também aos
embriões pacientes desse caos.



porque se tudo faz sentido
só resta um que permanece iludido
quem acredita na verdade
não encherga o relativo

Olho para as paredes
Não vejo nada
Meus olhos só querem lacrimejar
O balanço da vida
que agonia
é viver sem amor
Puxo meus pêlos
Choro
E nos canteiros
Hei de gritar seu nome
Nessa virada que o mundo deu
Trinco os dentes
Berro uma frase
Bato em alguém
O que acontece comigo
Caos em mim

No vazio dos olhos:
Eis o caos
Olhar para o universo
sem nada sentir:
catatônico, inerte...


Quasi a loucura
Quasi a porta
Quasi a ternura - que fica lá fora.

Quasi isto
Quasi aquilo
Quasi nada - na promíscua madrugada.

Quasi - quem dera eu, esse quasi nada.





Noctívaga. Nómada. Insone. Só. Faço, a contra gosto, o trajecto do pretérito
Perfeito, do presente recente e do presente , à borda de um leito de lágrimas,
Pernas arranhadas pelas silvas de um mundo caótico e sinistro, sem braços,
Para a apanha de amoras, que não avisto no percurso; nem o aroma das
Acácias vermelhas me chega, trazido pelo vento que sopra enraivecido,
Ramalhando eventos tristíssimos que piso, descalça e despida de sentido, sob
Um céu plúmbeo, cujo peso, sobre os ombros desnudos e débeis, mesmo a custo,
Não suporto. Oiço, ao longe, suponho, relinchos acesos de cio, e, mais distante
Ainda, um choro agudo e fero, pingando de uma fonte antiga, como se fora, um
Um pranto de astros estilhaçados. Nublados os olhos, sigo um rumo que não vislumbro,
Salvo as pegadas de algum vagabundo, ou de um cervo tresmalhado. Sento-me num pedregulho
Forrado de musgo, segundo me parece, mas, pesando-me o corpo mais peso do que peso,
Escorrego e soçobro num pasto enlameado de lembranças, de promessas e de dejectos políticos,
Ácidos e tóxicos que, debalde, escorraço. Insone permaneço. O cansaço tece enredos de desencanto,
De medo, de pânico; não ouso, todavia, o esboço de um apelo de socorro, socorro que ninguém
Mo daria. Só. Sou um não sei quem me seja: sombra, talvez, da minha mesma sombra. Sombra,
Talvez, da minha mesma ausência. Sombra de nada. Sombra de tudo, o que, no fundo,
Significa o mesmo. Não sei se sou eu que engendro o que estou pensando, sem
Que nada sinta, senão no pensamento. Não sei se escrevo o estrito exacto que me penso.

Noctívaga. Nómada. Só. Insone. Morro-me sobre uma folha enrugada. Sobre
Uma página impávida, levada pela revolta do nada vale a pena que se faça,
Neste rectângulo exíguo, devorado por chamas. Levada para os infernos
Dos infernos de uma ígnea alvorada, decerto inicianda.



......................
(Sangue)



O cosmos infinito,
Cobiçado prodígio,
Ao fim e ao cabo,
Tão absurdo, como tudo.

Não me refiro ao bicho
Humano, o fruto mais
Maduro do mesmo todo absurdo.

Tudo! Tudo nulo! Tudo absurdo!

Desembrulhá-lo, ao absurdo?
Nenhum ser humano
Achou o modo do como.

Aceitá-lo? Não! Não
À rasa resignação! Não
À sublimação. Não me
Receitem a metafísica, o
Ascético ou o místico!

Mas, como ignorá-lo,
Ao tudo nulo? Anestesiá-lo?
Como? Esvaziando os pulsos,
No fundo deste poço fundo, sem fundo?


No fundo desse mundo, junto com a maldade
O caos e a intima decepção.
A pureza de que era humana
A tristeza que pode ser santa.
Sem tortura.


E no meio desse caos
Eu busco por algo
Deseperadamente tento encontrar
Mas não sei o que procuro
e muito menos onde bucar

Quando me declinava ao caos
Náufrago de todas esperanças
Inclinado para os instintos maus
Você, minha salvadora criança.

Nasceu como um raio de sol,
Trazendo-me de volta à crença;
Mostrando-me a bela diferença
De cada início e fim do arrebol.

E do caos de minha vida pregressa,
Você, ó meu anjo de encantada luz;
Recuperou-me da loucura, depressa.

Livrou-me dos enganos mundanos,
Ainda, incansavelmente me conduz
Em busca dos reais valores humanos.


aos que ainda aqui
nomeando o caos
uma paisagem de cinza
e cáqui exala seus fumos
alheia ao nosso verbo

o caos é o recomeço de tudo
cada manhã um novo passo
apontando ao incerto futuro
no radioso presente do teu olhar

que outra bandeira é preciso,
além da nossa humana condição
tremulando ao vento da rua?

outra saída não há possível?
em que caminhos e labirintos devo me enfiar pra me encontrar?
No âmago intenso e indômito do meu sofrimento ressurge o esplendor da aurora oxidante à meus olhos e entranha esse estranho frêmito aos meus ouvido para que possa me levantar e dirigir-me direto ao firmamento.

Minha mente rodopia, enquanto vem nela pensamentos sobre você.
Me jogo, me arranho imploro
quero sentir seu corpo mais uma vez
sinto o caos de ficar sem você, que me entorpece,emudece
sinto que morro por um instante
até me lembrar que você nem existe...

Mas é da tua não-existência que alimento
e busco e luto e grito
despejo-te o meu silêncio
ofereço-te o meu sangue
desperdiçando assim
minha caótica euforia.

Nas velas engravidadas pelo vento
No seu sorriso pálido deixado ao esquecimento
Passo desta para uma melhor, uma fuga eficaz
E em gritos e presságios encontro paz


" Ragnorock, Apocalipse, palavras de efeito que tentam definir o obvio da existência. O Caos é essência para a ordem das coisas, se faz presente desde a competição inicial da vida, não há uniformidade e sim a necessidade se transmutação de tudo."

outro é o espaço
que a voz cobiça
no caos
subvertendo
premissas do engano
e
domínios do aberto

Sem cobiças que me mostrem a dor de viver sem vida
Sem amor que me atormente a intorpecência amiga
Tudo o que posso ver é a essência do nada
Toda a história que ouço me vem pelo caos da madrugada

Não sofro, porque o caos me impede
O silêncio em mim me perturba
O silencio a minha volta me perturba
Crio o caos pela suprema vontade de conforto
Por que o coração tem que bater com tanta força?
Por que não está simplesmente morto?
Como todo resto está em pressuposto...?

E as vozes em minha mente continuam seus sussurros infames...
Perco o tempo que eu tenho e abandono o q me falta
Porque as vozes me impedem de manter a calma
E os controles do mundo estão mais uma vez num caos de chamas

Que chamas concorrem com as águas dos sentimentos?
Os problemas que foram resolvidos pelos ressentimentos
Parte de um futuro sem passado,
O futuro se adiantou para o hoje e o amanhã pode não existir quando;
Em meio a guerra do céu e da terra, de "bons" e de "maus";
Tudo ao meu redor acabar e só restar o caos

E as sombras da minha alma continuam seu trajeto incerto
Procurando uma forma de sair e liberar a dor suprema
De esmagar qualquer luz em mim como a um inseto
De usar o mundo como um portal para todo o mau
Que possa haver
Que eu não possa conter
Que tenha a habilidade de ser,
Em toda a sua supremacia morbida,
O caos que a minha pele corta

Rumo de insones
almas, as sombras
à solta sem cacos
ou nacos de nácar

o nada embalado
o presente passado

o rumor da passagem
vagões da noite
perpétua do caos
que se estende entre

hoje e jamais -
eis em síntese o fim.


Em um fim infinito de ordem,
Findo o caos da desordem,
Na fina estrada camuflada da morte,
Sobre a beirada larga de uma ordem,
Passa a suprema supressão de um dilema infimo,
Preso num âmago inimigo de si para consigo
E passa o passante pela beirada da ordem insólita,
Chamando o choque da chegada de uma sorte
Diferente do desejo latente de uma mente
Que não se sabe se ainda está viva,
Doente ou demente,
Em meio a ilusão de uma noite quente,
De um caos chamado amor
E de um ódio chamado ardente...

E o sentimento volta...
E a dúvida continua...
E não há mais Deus, nem socorro
nem mais muros,
não posso parar?
E a agonia não passa
E aí? O que fazer?
Muitas perguntas
A cabeça gira
E, nesse caos,
Eu não me encontro


Onde começa e onde termina,
A agustia da minha vida,
O terror da sua partida,
A vitória de sua vinda?

Para onde foi o poema infinito e tremulo que passou por todos,
Que mudou todos os lodos marcados
Nessas pedras limosas e sem passado
Que nos tornamos depois de muito anoitecer?
Antes que viesse o caos e recomeçassemos a rolar...
Depois que partiu-se a vontade de viver...
Que venha o caos sem limite!
Sem forma, sem jeito, sem avisar!
Porque a sensação é que tudo volta ao seu lugar,
Quando passa o caos e o mundo não continua a girar.

E a ordem nunca volta a se assentar
Pois viveremos para sempre no caos infinito...
Mesmo que tudo volte a ser "normal",
Ainda que o poema seja findo.
(Yana E.N.)

Por quê?
Luxúria, excesso e vício?
Mazorca, mixórdia, eis o caos!...
Fazer do vício um ofício...,
At irar na inocência com Falls?

O homem não mede o prazer
Sempre do vício quer mais
Quando percebe, é tarde demais
Foi-se o que não era pra ser...

O mundo é dos intrépidos,
Dos que vivem cada minuto;
Dos que o percorrem lépidos...

A mente deve ser do corpo: porto;
O controle não pode ser diminuto,
Se a mente devia, o corpo é morto

“MENS SANA IN CORPORE SANO”
ESPÍRITO SADIO EM CORPO SÃO
(Frase de Juvenal).



Mente sã!?
Corpo são!?
Alma insana!!!
Isto sim!!!
Subterfúgios do caos..
Para onde vamos?
De onde viemos?
Sempre as mesmas perguntas ocupando nossa existência!
Sã?
São?
Insano?
Creiamos enão que nem sempre os fins justificam os meios...




Para além de todo o cartesiano- corta,
o poder de cicatrizar coentros.
Para se situar na fogueira das vaidades e penetrar na bruma
de Bruna e deste amor nascerm flores do Mal. Assim
preso na capital do mundo, corto a brisa
absoluta e impura.
Por que tudo
se é só a vida?

Criadores do Caos
E dele frutos por assim dizer
Herdeiros do trono da perdição
Condenados a criarem o seu próprio caos
Por poupados serem deste pelos seus criadores
Criadores do Caos?
Criadores teus?
Ambos talvez
Talvez seja você o Caos mais uma vez

deuses pagãos tocam bach




sondas na cabeça criam um tempo de espelho
ali ou aqui é o mesmo som e ecoa sempre igual
nenhum contato entre os filamentos luminosos
algo que diga que estamos no mesmo mundo!

bobagens que digo, verdades que me dizes!
são estradas tão tristes o juízo que fazemos
um do outro - então porque desperdiçamos
nosso blues? porque semente jogada a esmo?

razão porquanto tempo erguido em conjunto
beijo sem medo no olhar do amor bem fundo
e calmo... como onda dum mar abrigo como
desejo espuma que vai dar na praia saudade

somos tal qual naves acoplando no espaço
siderados pelas migalhas da Terra, lá longe
- vamos juntos orbitar os abismos do Kaos

tocar os címbalos dos templos espaciais
irá soar como as músicas sempre fractais
- em azul, gérmen, boca plena de fina luz


Cabeça sem miolo
faz graça
palhaço de si mesmo
vive num picadeiro
sua vida
uma piada
futuro?...
buraco escuro.
O circo acaba
não há nada
fora da realidade
joga fora,
destino !
sem rumo...

Caos mutantes
germinam em tendas
repletas... nem é tarde nem é festa
mas escapam silenciosos pelas frestas...
mordem metáforas ardentes e evaporam na multidão delirante. Nada é rumo
nada é sumo
nada é teto,
apenas notas
destoando
o concerto.


Pois os vãos
são vácuos insipidos
de linha escritas com manchas de nuvens sabor de nossos disabores querem nublar nosso ceu com turvas rajadas de vento, mas confesso calo minha loucura no genoflexório

A raça humana, que se cuida para deter o CAOS,
Pois, não obstante, a natureza vigia e poderá
Ajuizar todo o planeta Terra (“in totum”).
E o castigo poderá vir de baixo e/ou de cima (De profundis ad autum).


desobediencia Universal, o sal do dia
depressão aleatoria,abandono da alma, desordem veloz, inigma da incerteza ,abalo , fim...

Como vejo este mundo
Sem pe nem cabeça
Perco-me numa esfera sem horizonte certo
E amargo todo fel incerto
Sei que filosofia não destroe cotidianos
Alguns anos
E tudo acaba
Universo
Num verso
Sifilítico
Paralítico
Sistema
Torpe poema...

e o caos continua
vejo isto
com minha caótica visão...
será então que ele existe ??
Ou fruto de minha imaginação...
Quem saberá ?
Deus, certamente
Pois ele vai além do caos...
É o caos e a perfeição (!)

A sociedade cresce num caos total;
Nas grandes metrópoles já é normal,
Quando uma classe faz greve geral;
Outras padecem pelo constitucional


Sei que não sei nada. Minha filosofia é morta, eu sou um morto. Aqui seria um bom lugar para minha cova. Humano, como faço para deixar de ser humano, para esquecer esse Deus de desenganos, e essa gente que perdida reza, reza, reza, mais que merda de vida, se rezar vale-se a pena a gente não seria a pior raça, a mais fria, a mais doentia que existe. Olhe as crianças no Líbano, são frutos de nossa história, que ser somos afinal? Eu temo e renego então a Deus se ele é assim, não adoro o diabo, pois o diabo sou eu, o diabo é o ser humano, Deus é o verso, o mar, a página, qualquer outra coisa. Nós somos o caos, o projeto esquecido de alguém que brinca e sorri em algum lugar longe daqui...

A nação hipnótica iludida
O lado negro da face não beija
Nem beijo deseja
O lado branco da face eu queria
Mas me parece utopia

Pra passar o final de semana bem acompanhado.

o caos é o lixo
a fome do bicho
do lugar, sem nicho
o período prolixo
do que é fixo.


e seja no mundo que for
serei muitas dores
mas mundo que estou
mundo de guerras e de temores


O homem espia..., espia homem!...
De nada valeu a sua destreza...
Você não pôde com a natureza-
-Nem abaixo, nem acima do abdômen.



Outro e no entanto
o mesmo ou quase
ermo e perpétuo assim
por esse enquanto.



fui criado pelo que cria e o que cria somos nos mesmo e eternamente vou ser criado existem os que superam mas o ciclo e par que se funde com a vida o bem e mal sao nessesarios por um tempo para se obter esperiencias que causam consequencias o tudo pra mim e nada e o nada pra mim é tudo ...(continua)

Porque assim diz o Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu, não a criando para ser um "caos", mas para ser habitada: Eu sou o Senhor e não há outro. Bíblia Sagrada Isaias 45:18

O caos existe para nos reconhecermos
como hipócritas e avessos às virtudes!
O caos existe para nos mostar a alegria de estar feliz...
O caos existe para valorizarmos o bem...
O caos existe para, enfim, nos enxergarmos como sujeitos propensos ao erro!

«Outro e no entanto»
Pânico de sentir o Pânico?
Mutação de mim para eu?

Incêndio esbatido...
...que me ardeu até ao fim.
Quedou o indício...sintoma da realidade.
Inundação de nada!

(Discordância entre o que é e o que não)

Perdi ao ser convergência...

Na covardia de enfrentar o mundo sem o olhar
Exauro-me no teu caos...que
Penetrou a fenda: espaço do meu cosmos.

... ... ...
Caos doma a política,
Tal que gera confusão.
Figuram quem pode mais,
E sem consideração
Agafanham dos demais;
Figura analítica...
... ... ...


não por acaso
o caos
soa oco
acaso

Caos é a superfície espelhada de minha alma.
Muitos eus com orquídeas adornados.
Sonhos luzes e palavras.
Muitos mundos dissolvidos em um cálido e sereno lago.
Na margem destas imagens desconexas um ipê cansado de tantas flores, teima em mendigar estrelas.


... ... ...

Homem,
Se ainda possuíres olhos: benze-te!
Pois, nada existe no horizonte,
Só pó, nada atrás, nem no zênite;
Tampouco, haverá água e fonte.

Homem!
Tombastes pelos flancos da ciência
Corroída pelo caos do vil material,
E no caos da supremacia essência
Destruístes o intento espiritual.

Homem!
Eis o novo caos: - O Planeta Atômico -
Cuja natureza é resíduo nuclear...
Foste criatura de um fenômeno harmônico,
Agora és só, e só... sem estrutura para duelar...
... ... ...

Recria o Planeta
Revive o amor
Semeia a certeza Não pensa na dor

... ... ....
Pelas guerras, gerações e gerações
Plantaram a fome, o caos, o horror
Na água, na terra, nos céus das nações;
A água seca, a terra racha, do céu temor...

Que guerra é essa cuja paz causa fome?
Qual é o desenvolvimento que paga o caos?
Maldição da raça humana, eis o nome!
Pagarão os justos e bons pelos maus?
... ... ...


Se Deus fez o mundo, replicam triunfantemente certos materialistas, quem, então fez Deus? Esta objeção não tem sentido. Deus não é um Ser acrescentando-se à série dos Seres. Ele é o Ser universal, sem limites no tempo e no espaço, por conseguinte, infinito, eterno. Não pode haver nenhum Ser acima, nem ao seu lado. Deus é a fonte e o princípio de toda vida. É através dele que se religam, unem-se, harmonizam-se todas as forças individuais, sem ele, isoladas e divergentes. Abandonadas a sim mesmo, não sendo regidas por uma lei, uma vontade superior, essas forças não teriam produzido senão confusão e CAOS. A existência de um plano geral, de um objetivo comum, nos quais participam todas as potências do Universo, prova a existência de uma causa de uma inteligência suprema, que é Deus.
(extraído do livro – O Porquê da Vida de Leon Dinis).

(para todos que se acham aflitos, deserdados refletir
... ... ...

(Adam David)



Na hora em que tudo repousa em nossas cidades, quando a noite está transparente e o silêncio se faz sobre a Terra adormecida; então, ó homem! Meu irmão, eleva teu olhar e contempla o infinito dos céus.

Observa nosso globo, esta Terra, nossa mãe, a qual parece nos dizer: vossa carne é a minha; sois meus filhos. Observa a Terra, essa grande nutriz da humanidade; vê a harmonia dos seus contornos, seus continentes, no seio dos quais as nações germinaram e cresceram, seus vastos oceanos sempre em movimento; segue a renovação das estações revestindo-a alternadamente, de verdes adereços ou de louras colheitas; contempla os vegetais, os seres vivos que a povoam: animais, pássaros, insetos, plantas e flores; cada uma dessas coisas é uma cinzeladura maravilhosa, uma jóia do escrínio divino. Observa-te a ti mesmo; vê o jogo admirável dos teus órgãos, o mecanismo maravilhoso e complicado dos teus sentidos. Que gênio humano poderá imitar essas obras-primas delicadas: os olhos, e os ouvidos

Se Deus fez o mundo, replicam triunfantemente certos materialistas, quem, então fez Deus? Esta objeção não tem sentido. Deus não é um Ser acrescentando-se à série dos Seres. Ele é o Ser universal, sem limites no tempo e no espaço, por conseguinte, infinito, eterno. Não pode haver nenhum Ser acima, nem ao seu lado. Deus é a fonte e o princípio de toda vida. É através dele que se religam, unem-se, harmonizam-se todas as forças individuais, sem ele, isoladas e divergentes. Abandonadas a si mesmo, não sendo regidas por uma lei, uma vontade superior, essas forças não teriam produzido senão confusão e CAOS. A existência de um plano geral, de um objetivo comum, nos quais participam todas as potências do Universo, prova a existência de uma causa de uma inteligência suprema, que é Deus.
...

(extraído do livro – O Porquê da Vida de Leon Dinis.

Um maravilhoso livro para todos lerem, principalmente para reflexão daqueles que se acham aflitos e/ou deserdados

Isso sim é o CAOS: "Aquele Homem que queira em tudo agir como BOM, acabará arruinando-se em meio a TANTOS que NÃO são bons!"Maquiavel.
(Mônica)

... ... ...
Sinto às vezes, à noite, o invisível cortejo
De outras vidas, num CAOS de clarões e gemidos:
Vago tropel, voejar confuso, hálito e beijo
De cousas sem figura e seres escondidos...
....
(5º verso do poema "Eutanásia" de Olavo Bilac)
... ... ...

tronyk123 é muito legal

Nossa todo mundo tão serio !
Escritas com tantos misterios !
Um imenso caos geral !
Vamos clarear a palavra
Caos é festa ,alegria
Confusão pancadaria
Fim de festa,bebedeira,
Muita gente,zoeira
Muita alegria pra dar
Deixa a depressão de lado
Vamos ser mais animados
E vamos todos zoar
Avida espera lá fora
Vamos logo sem demora
Curtir a vida e amar

... ... ...
Sempre, todos os anos, nas festas burlescas,
Nosso Rio, embora cheio, fica vau...
Dá passagem pra belas figuras grotescas,
Momices hilariantes do carnaval.
Todas as três noites viram um belo caos,
Um caos ordenado de carnes em aval...
... ... ...


... ... ...
"Tenho pensamentos que se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrêlas, nova beleza ao mundo, e maior amor no coração dos homens."
(Fernando Pessoa).

... ... ...

ah!... tanta coisa pra se ver...
tanta vida pra se viver!...
mas a violência maldita
de repente precipita
e acaba com a alegria,
com o carnaval, co'a folia...,
e tudo fica cinzento
neste mundo violento...,
que espera a quarta-feira
pra viver a pasmaceira;
qual escola é a primeira?
qual delas será a terceira?
qual é a que sobe feliz?
qual que descerá infeliz?
e a caos volta ao ritmo,
e o povaréu ao ínfimo...

Basta!!!
o que não se conserta gasta...
Precipício...
Lata de lixo!...
Pro lixo o vício
do pensamento prolixo...
... ... ...


... ... ...
O caos da doidice
pode ser menos
pior que o caos
da mesmice.

Sêneca dizia:
“Uma vez por ano é permitido bancar o louco.”
... ... ...


Discordo! Sou louca o ano inteiro
De Janeiro a Janeiro,
E faço muita questão
De ter perdido a razão
Vivo na maior alegria
Minha vida não é vazia
Faço tudo o que quero
Nunca me desespero
Posso ri,brincar e dançar
Ninguem vai me controlar
Por isso torno a dizer,
Ser maluco e um prazer!

... ... ...
Quase sem opção

Existe uma ponte
Entre a loucura e o caos;
No entanto, nao conte:
Dez insanos mais mil maus
Não fazem o mesmo monte

Contudo, na fuga do caos,
Na travessia da ponte;
Quem cair na margem dos maus;
Só vê dois horizontes:
Na frente ou atrás dos falls.
... ... ...

... ... ...
Louco, louco beleza,
Vá lá!... sem caos, tudo bem!...
Um pouco louco e zen,
Faz com jeito e destreza
Sem machucar a ninguém..
... ... ...

Sou louca, sou zen,sem caos, tudo bem
Nunca machuquei ninguem
Só quem é louco percebe
Quando o por do sol acontece
Quando a lua aparece
O sorriso de uma criança
A beleza de uma dança
O colorido das flores
Os encontros, os amores
As montanhas azuladas
Os passaros em disparada
A beleza da vida em volta
Por isso torno a dizer
Sou louco por puro prazer...


... ... ...
Oh que lindo Ser,
Que vem surgindo...

Mais um prazer,
Mais um dia lindo!

O sol vai nascer
Sem imolar os maus...

E subindo vai indo,
Embora haja caos,

No horizonte vai descer.
... ... ...

A dor é o caos!
Dor! Dor! Dor!
A vida grita e teme
é longa a madrugada de quem geme!
Caos! Caos! Caos!
Recuperar a ordem, o destro, o são... Quem há de?
Resgatar a ordem, o par, a harmonia por minha carência, por meu sorrir... até parar de sofrer ou sumir!


... ... ...
Caos é a fila pra uma vaga
No aeródromo sem decolagem;
Caos é a fome que extravaga
Por falta de camaradagem.

Caos é uma grande desordem
Na funda barriga vazia;
Os dentes que não mordem,
Embora, haja combustão da azia.

Caos é a falta de solidariedade
Na confusão do ter e do ser;
Caos é a catástrofe, a calamidade
Da natureza - castigo pra gente crer.
... ... ...

Caos é a impunidade
é a falta de verdade
é a desonestidade
que impera no Brasil
E inocente sendo assasinado
È o crime que fica arquivado
é o povo desanimado È o descredito na Policia
São as comunidades com milicias
é o caos no Brasil......

... ... ...
Lá no subúrbio eu tive
Um fiel companheiro.
Lá, ele inda vive
Gozando sem dinheiro.

Lá no subúrbio vivi
Com uma companheira.
Deu-me fora a forasteira,
E nunca mais eu a vi.

Hoje com mais dinheiro
Quem será o mais feliz?
Ela? Eu? O companheiro?

Lá no subúrbio estive
Disfarçado de aprendiz
Pra ver como se vive...
... ... ...

...
peço desculpas pela "confusão", o soneto acima deveria ser postado sob o tema:
SUBÚRBIO.

Do caos aqui me recupero de uma inércia absurda, da qual jamis imaginei sair. Agora peço caos, apenas essa minha desordem absolutamente perdoável.

No caos me recupero da inércia absoluta da qual jamais imaginei poder escapar. Me permito descansar à sombra do meu caos voluntário, sem culpa e sem medo.

oh! primeira criação
soberba inspiração do mundo.
quem dera se me esquece
me torna alheio em tudo
me tira a confusão,
em minha alma seja mudo.
e serei seu bom amigo... silenciosamente e esquecido. simplismente um vulto.



... ... ...
Brasília gera o caos
Que percorre estrada
Por terra, mar e ar.

Hoje imperam os maus...
Que bloquearam a entrada,
Mas não há de se perpetuar
... ... ...

... ... ...
Servidão Humana

Vejam com a servidão do corpo
Faz com que alma se entedia...
Ora, porque é que hoje em dia
O corpo todo é servo do corpo?

A vida na Terra correndo perigo,
Entretanto, qualquer um pretexto
Vale pra confundir o contexto,
De que o corpo precisa de abrigo.

O ser se confundindo com o ter,
O singelo pelo fantasioso;
O dinheiro comprando todo poder.

Sobrepujança das delicadezas,
Impressionar é o mais precioso;
Vigora não ter que ter sutilezas...
... ... ...




Caos em minha alma
Caos por todo dia
Caos em minha terra
Caos sem apatia

calcifica meu pensamento essa ordem absoluta, sem medo e desafios, pra onde ir?
preciso do caos caótico que me reconstrói lentamente caco por caco

O caos que reconstroi
Põe sua alma do avesso
É tão fundo quanto o inferno
Tem que cair de um só tropeço

tempo reverso
nos versos do homem,
tempo passado que os outros consomem,
avesso dos versos
In Versus perdidos
sacramentados
segregados por nós!

tempo reverso
nos versos do homem,
tempo passado que os outros consomem,
avesso dos versos
In Versus perdidos
sacramentados
segregados por nós!

E O AVESSO DE TUDO

pássaros de sombra
em revoada ao anti-céu
do aqui volátil

táctil
reminiscência da espera

o endereço do caos
a quem possa interessar
suamigona@hotmail.com
(pra quem de fato entende de poesia)

entre linhas tortas,
estrelinhas mortas,
cata estrofe
no uni versus
o dedo doido
de deus.

compõe
(equívoco)
o homem;
verbo/verme
carne e cal.








caos o caso continua rua escura armario bagunçado coração partido.bagana queimada,restos mortais de min mesmo

E no silêncio escuro a alma geme por um pouco de paz, que busca incessantemente, no limiar de sua existência. Uma vez que a esperança se foi nada mais resta a não ser vagar pelo universo, nefasto, criado pela sua covardia. Que venha o que vier então, nada mais me acovarda, uma vez que o covarde sou eu mesmo

cyyyyyyyyy
ukuk8y
l auu
ok
..o88
s...guyt7
uytyyyyyyyyy

tyuitddghedtr
qs e
a s
ssssssssss
y r
re re
uu 4 4

wjrjw 4j4tgtt
ww 45
ss ep
edo asi
ww u5
dsd cedo
sdfenosimned

jwherdadebdrhe
wwqewrqeqwe
ww
jrjde
fdftrrrrrrrrrrrrrrryt
eretttrrykktykrkykr
tghoiti
fgynir
eeeeeeeeeeeerkgk
kgtnlsnthotnyhorçhç

letras desconexas e descontinuadas
como são nossas vidas agora:
inexpressivas e caladas
anti-divinas sob um céu que apavora...

te amo

o homem constrói o seu próprio CAOS

“HOMO HOMINI LUPUS LAT”
O homem é lobo para o homem.


poderá alguém explicar o caos?
se tivesse explicação, seríamos errantes fugindo dele
teríamos asas e~não estes pedaços de carne
que não nos levam a lugar algum
porque o medo e a vergonha procuram o caos
para dele fazer o seu reduto
caos é sério, é comovente
é amor, palavra, suor e poesia
caos sou eu na virada da noite fria...

Caos
Cao
Ca
C
S
So
Soa
Soac
Soaca
Soacas
Soacaso
So acaso
Só acaso
Só o acaso


...

Caos X Olhar

O caos está reunindo gente desunida,
Está dentro das fileiras, das multidões;
Jamais a grande PAZ será conseguida
Com tanta confusão em nossos corações...

A PAZ precisa estar sempre estampada,
Espelhada dentro do olhar de cada pessoa.
Pois um olhar benigno é como sino, ressoa....
E sintoniza, tal um dial de freqüência modulada...

Só com muita Paz é capaz de se captar a PAZ!

...

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