A Garganta da Serpente
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Adúl Miranda - "Não tenho nome, não tenho biografia, não tenho família, nem sobrenome, nem história. Não tenho ideologia, nem burocracia, não tenho dinheiro, nem carro maneiro. Não tenho idade, não tenho palavras e nem visão. Não tenho sangue, nem vida, nem coração; não tenho palavras. Mas apesar de nada ter, é provável minha existência, pois afinal, sei o que não tenho."

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" PLOC! Uma bomba caiu;
-ou foi um chiclete? "


Adúl Miranda

*Adaptação de Oswald: "Stop! O tempo parou!
- ou foi o automóvel? "


Uma verdade há, que não me assusta, porque é universal e de universal consenso: não há escritor sem erros
(Rui Barbosa )

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