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Fênix - "Meu nome é Miguel Antonio Azevedo de Souza, tenho 44 anos, sou professor de educação física, tenho três filhos. Comecei minha vida poética por acaso, vi alguém que viajava próximo a mim num ônibus, escrevendo um acróstico, achei interessante e tentei escrever o primeiro, isso foi em 1980, e não parei mais. Já se passaram muitos anos e eu continuo a escrever só acrósticos. Me identifiquei com a forma e já passam dos 1.000 acrósticos escritos, creio que um dia entrarei pro Livro dos Recordes, pois nenhum dos acrósticos se repete. Ainda dirijo um Grupo de Teatro Amador, e sou técnico da seleção juvenil do Brasil de handebol.
 
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EU
Pela vida vagando. . . Pois
O mundo me espera!
Razão pra ficar sozinho é
Querer um encontro. . .
Um encontro comigo mesmo, onde
Eu possa colocar pra fora, todas as
Coisas que não consigo falar. O
Hoje para mim é importante, e
O meu coração não tem mais
Razão para bater. . . Pois na vida
Às vezes a felicidade passa
Sem deixar endereço, e neste
Momento sinto uma grande angustia no peito.
Eu queria gritar pro mundo que
Não consigo encontrar a felicidade. . .
Isso me faz chorar, pois
Na vida a paz esquecida é
O porto de ilusões perdidas.
Fênix
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| Uma verdade há, que não me assusta, porque é universal e de universal consenso: não há escritor sem erros (Rui Barbosa
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