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Adailto José Ferreira de Sousa - Nascido e criado em São Paulo/SP, 25 anos, solteiro. Escreveu seu primeiro poema aos quatorze anos de idade, e daí em diante, nunca mais parou. Gosta de ler, escrever poemas, assistir filmes. Acredita que todos os objetivos que alguém objetivar podem ser alcançados, desde que se corra atrás e lute para consegui-los, não se abatendo, pelos obstáculos que possam surgir durante a jornada. Sendo os obstáculos, o que dará o gosto para tua vitória, quando você olhar para trás e ver tudo que passou para ali estar. "Mais vale a lágrima pela derrota, do que a vergonha de nunca haver tentado".
  
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Solidão
Solidão, fiel companheira.
De longos períodos,
De anos atrás,
O teu sorriso é a minha dor,
Tua companhia a minha sina.
Porque fazes assim comigo,
Porque estas a me maltratar,
Este teu companheiro,
Este teu amigo,
Que não consegue te abandonar,
Partilhamos do mesmo coração,
Do mesmo cérebro,
Mas sou que apenas sofro.
Que morro aos poucos,
Pelas pancadas que dás,
Mui prazenteira,
Neste lugar que é tua morada.
Então me respondes,
Me digas por favor,
O que você quer minha companheira?
Diga para aplacar a dor,
Deste teu cônjuge eterno.
Deste teu amigo sofredor.
Diga para que eu saiba,
Quanto tempo mais,
Ainda me fará sofrer.
Adailto José Ferreira de Sousa
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| O poeta pode alguém ser. O que não pode é tornar-se (Marisa Raja Gabaglia
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