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Ao ler este artigo,conclui que a língua se constitui de duas forças antagônicas:A norma, que possui um caráter estático e determinativo; e a língua falada, de caráter impulsivo e inovador, que irrefutavelmente, é dinâmico.O problema então é uma mera questão de física, pois duas forças só se anulariam se cada uma exercesse a mesma força em sentidos contrários, quer dizer, as duas teriam que ser dinâmicas. Assim, a norma culta é vencida lentamente pela linguagem popular. Esse fato, que nossa ilustre autora definiu como "massacre" sempre existiu e era algo muito natural. Fatores como a redução, a acomodação, os trocadilhos e as inclusões de palavras, fizeram e ainda fazem parte de toda e qualquer língua. Infelizmente surgiram os gramáticos com suas idéias estúpidas de quererem encurralar a língua, como se ela fosse um animal passível de doma. Portanto, cara autora deste artigo e possíveis leitores deste comentário, é bom que vam se acostumando com as novidades.
Sidrac Maia
(07/06/07 às 22:43 horas )
Sou portuguesa e por cá temos o mesmo problema. Os jovens estão a falar e a escrever muito mal, o português, todos os dias, é «assassinado». E o pior é que não são só os novos, vemos essa horrível desgraça até no meio dos media, nas televisões, nos jornais, assistimos ao massacre da língua portuguesa. Gostei muito de ler o seu artigo. Com afecto Júlia Molico
Maria Júlia Molico visitar site
(14/05/07 às 07:17 horas )
http://www.gargantadaserpente.com