A Garganta da Serpente
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Noite

Quando chega o entardecer
O nosso cuidado é dobrado
Na ronda pela cidade
Os olhares são penetrantes
E é isso que garante
O brilho e a virtude da noite
De um povo insubordinado
Que anda na escuridão
Das avenidas de inteligência
Ou naquela rua de libertação
Lugares em constante busca
E restauradores de mentes pesadas
Convidando-as a flutuar
Numa leve brisa sagrada
Para salvar a profecia
Daquela tranqüilidade viajante
Em trens carregados de sabedoria...
Agora vamos embora,
Nossa hora já chegou
O sinal é da estrela maior
A louca madrugada acabou



William Contraponto

(Porto Alegrense do mundo)
postado em 12/11/06
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