A Garganta da Serpente
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UTOPIA


Mil vezes eu me flagrei,
Mergulhado em utopia.
Procurando poesia
No apogeu da solidão.

No suplício do silêncio
Corpo e alma navegando.
Almas gêmeas naufragando
Num mar de desilusão.

Vem a noite, a nostalgia,
Esparzi um novo dia
No portal do pensamento.

Coração no peito apanha
Atracado em terra estranha
Estão os meus sentimentos.



gilsanjes

(São Paulo/SP baiano que vive em diadema spdesde 1980 apaixonado por poesia.)
postado em 06/10/06
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