DERRAME
No deserto da ampulheta Travei forte batalha. Das chagas no imo enraizadas Ruminei amargo plasma Carcomidos os sonhos meus Repousaram em leito de negra cor E o suspiro derradeiro acobertou. N´arena, Entoou o seu hino de vitória Maestrando com alfanjes a Pálida face da morte. Golpe fatal. Inevitável derrota. Derrame cerebral.
gilsanjes
(São Paulo/SP baiano que vive em diadema spdesde 1980 apaixonado por poesia.)
postado em 06/10/06 |
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