A Garganta da Serpente
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ÂNGUSTIA EM SP

São Paulo
Queima e chora
Vitimas do medo
Do caós na densa madrugada
Que espraia terror retrocesso

Todos temerosos
Na noite fria que chega
Por trás de grades enferrujadas
Inseguras com medo
Do terror PCC

Lá vem o caôlho
Coquetel molotov na mão
Chama que arde e mata
Mais um PM das gentes
Tortas e paralisadas

Tem segurança?
Tem sim senhor!
Pode ficar tranquilo
Que o estado não se ajoêlha!
Pois amanhã tudo voltará ao normal

Ah, se essa gente pálida tivesse coragem!
Fôssem pra rua gritar!
Certeza tenho
Que as autoridades se moveriam!



Rodrigues Bomfim

(Rio de janeiro com parentes em São Paulo)
postado em 24/8/06
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